A NASA reorganizou o programa Artemis nos Estados Unidos, adiou etapas para 2027 e 2028 e redesenhou a volta humana à Lua com foco em presença duradoura
A NASA confirmou mudanças importantes no cronograma do programa Artemis e adiou a nova etapa do retorno humano à Lua. Com isso, a agência americana passou a prever duas missões lunares em 2028, em vez de apenas uma.
A mudança afeta diretamente a sequência das próximas operações. A missão Artemis III, que antes era esperada para chegar à Lua, agora foi reposicionada para 2027 e terá como foco atividades em órbita baixa da Terra, preparando o terreno para a fase seguinte.
Problema no foguete alterou o cronograma
A reconfiguração do calendário aconteceu após o adiamento da missão Artemis II, que enfrentou um problema no fluxo de hélio para a etapa superior do foguete SLS, o Sistema de Lançamento Espacial usado pela agência.
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A missão estava programada para enviar quatro astronautas para a órbita lunar em 6 de março, mas falhas na primeira prova em frio impediram o lançamento em fevereiro. Agora, a expectativa é que essa etapa ocorra ao menos em abril.

2028 passa a ser o novo ano chave da Lua
Com a revisão, a Artemis IV foi posicionada para tentar chegar à Lua no começo de 2028. Já a nova Artemis V deverá buscar o mesmo objetivo no fim do mesmo ano, mostrando uma mudança clara de ritmo dentro do programa.
A nova lógica da NASA é aumentar a frequência das missões e padronizar a configuração dos veículos. A intenção é construir uma presença contínua na Lua e, a partir dessa reorganização, realizar pelo menos um pouso por ano na superfície lunar.
Artemis III vai preparar o terreno em 2027
Em vez de pousar na Lua, a Artemis III agora será usada para testar sistemas e capacidades operacionais em órbita baixa terrestre. Essa etapa passa a funcionar como ensaio estratégico para o pouso planejado na missão seguinte.
Segundo AGENCIAS, serviço que reúne informações de diferentes veículos, a mudança foi apresentada pelos chefes da NASA em coletiva e faz parte de uma correção de rota para manter o calendário mais viável, com maior segurança e menor custo operacional.
Volta à Lua mira presença duradoura
O novo desenho do programa mostra que o objetivo não é apenas repetir o feito histórico das missões Apollo. A proposta agora é estabelecer uma estrutura permanente chamada Gateway, planejada para funcionar por pelo menos 15 anos.
A meta é criar condições para que astronautas aprendam a viver e trabalhar por longos períodos fora da Terra. Isso inclui também estudar o uso de recursos lunares, algo visto como peça central para sustentar futuras missões mais longas.
Tripulação de Artemis II terá marco inédito
Depois do voo não tripulado de Artemis I, a missão Artemis II será a primeira etapa tripulada do novo programa lunar. Ela levará quatro astronautas em uma viagem ao redor da Lua com uma trajetória diferente das missões anteriores.
A tripulação será formada por Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen. Com esse grupo, a missão marcará a ida à Lua da primeira mulher, da primeira pessoa negra e da primeira pessoa não americana dentro desse novo ciclo.
A mudança no calendário não reduz o peso do programa. Pelo contrário, mostra que o retorno humano à Lua entrou em uma fase mais cuidadosa, mais longa e com ambição de permanência real fora da Terra.
Na prática, a decisão empurra o pouso para 2028, reorganiza a estratégia americana no espaço e reforça que a disputa por presença além do planeta continua ativa, agora com impacto maior sobre o tabuleiro global.

Lamentável
Hoje , depois de 50 anos, vemos que fomos enganados pela NASA
Nunca estivemos na lua. Que enganadores foram aqueles “astronautas” fazendo aquelas macaquices dos pulinhos , que ridículo
Caraca… Mudaram a rota da Lua… Para onde vão mandar ela?
Nunca foram! Por que iria agora vão adiar sempre kkkkk
Perfeito comentário. Ninguém mais é **** hoje em dia