Compacta, leve e voltada ao uso urbano, a Pop 110i ES 2026 combina economia, manutenção simples e preço competitivo, mantendo-se entre as motos mais acessíveis e procuradas pelos brasileiros.
Leve, econômica e voltada ao uso diário, a Honda Pop 110i ES 2026 mantém o posto de moto mais acessível da marca no Brasil e segue focada em quem precisa gastar pouco com combustível e manutenção.
Com preço sugerido de R$ 10.080 sem frete, consumo declarado de 49,1 km/l e peso seco de 87 kg, o modelo continua direcionado a deslocamentos urbanos e curtos percursos, segundo dados da própria fabricante.
Preço e proposta urbana da Pop 110i ES 2026
A Pop 110i ES 2026 já está disponível na rede de concessionárias Honda do país como a motocicleta de entrada da marca.
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O valor divulgado de R$ 10.080 é o preço público sugerido, sem incluir o frete, que varia conforme a região e a concessionária.
Mesmo com ajustes no motor e adequações às normas de emissões mais recentes, a proposta continua a mesma: entregar uma opção de baixa cilindrada voltada à mobilidade urbana, com foco em economia, simplicidade mecânica e custo de manutenção reduzido.
Além do preço, o conjunto de medidas, peso e consumo coloca a Pop entre as motos mais leves e econômicas da categoria city, o que explica o apelo junto a públicos como estudantes, trabalhadores que fazem pequenos deslocamentos diários e iniciantes no universo das duas rodas.
Design compacto e medidas da moto

No visual, a Pop 110i ES 2026 preserva a identidade conhecida, com carenagens compactas, linhas simples e foco na funcionalidade.
A Honda adotou novos grafismos e a inscrição “ES” nas laterais para identificar a versão com partida elétrica, mas não alterou a base de desenho do modelo.
A moto é oferecida nas cores branca, vermelha e preta, com acabamento básico e peças plásticas que reforçam o caráter urbano e utilitário.
As dimensões compactas ajudam na pilotagem em corredores e vias estreitas: a ficha técnica oficial indica 1.842 mm de comprimento, 742 mm de largura e 1.037 mm de altura total, além de entre-eixos de 1.264 mm.
O assento fica a 745 mm de altura em relação ao solo, medida que facilita o apoio dos pés mesmo para pilotos de menor estatura.
Também contribui para a sensação de leveza o peso seco de 87 kg, um dos atrativos do modelo no uso urbano, especialmente em manobras de estacionamento, subidas de garagem e baixa velocidade.
Motor atualizado e normas do Promot 5
A Pop 110i ES 2026 traz motor monocilíndrico de 109,5 cm³, arrefecido a ar, com comando no cabeçote e injeção eletrônica PGM-FI.
A unidade desenvolve 8,43 cv de potência a 7.250 rpm e 0,945 kgfm de torque a 5.000 rpm, números que atendem ao uso urbano e permitem arrancadas suficientes para o trânsito das cidades.
Segundo a fabricante, houve ganho de potência e torque em relação à geração anterior para compensar as mudanças exigidas pela norma de emissões Promot 5.
O escapamento recebeu catalisador em nova posição e protetor alongado, enquanto o sistema inclui filtro de carvão ativado para reduzir a emissão de vapores de combustível, mantendo o consumo em patamar competitivo.
O motor trabalha apenas com gasolina e segue conectado a um conjunto mecânico simples, pensado para durabilidade e facilidade de manutenção.
Consumo, autonomia e desempenho

Um dos principais argumentos de venda da Pop 110i ES 2026 continua sendo o consumo de combustível.
Em medições realizadas pela Honda em parceria com o Instituto Mauá, o modelo registrou média de 49,1 km/l em condições padronizadas de teste.
Com tanque de 4,2 litros, a autonomia teórica chega a cerca de 206 km com um abastecimento completo, segundo os dados oficiais divulgados.
Em termos de desempenho, a Pop 110i ES 2026 alcança velocidade máxima declarada de 93 km/h e acelera de 0 a 60 km/h em 7,8 segundos.
Os números não têm foco esportivo, mas são suficientes para acompanhar o fluxo do trânsito urbano em avenidas, perímetros centrais e bairros.
Câmbio semiautomático e partida elétrica
A transmissão é um dos pontos que mais chamam atenção de quem está começando na pilotagem.
A Pop 110i ES 2026 utiliza câmbio rotativo de quatro marchas com embreagem centrífuga, sistema que dispensa o manete de embreagem no guidão.
As trocas de marcha são feitas apenas com o pedal, de forma sequencial.
A sigla “ES” no nome identifica a presença da partida elétrica, recurso que substitui o antigo pedal de partida e traz mais comodidade na rotina.
Suspensão, freios e ciclística
Na parte ciclística, a Pop 110i ES 2026 continua com estrutura simples, adequada à proposta de uso.
A suspensão dianteira adota garfo telescópico com 100 mm de curso, enquanto a traseira traz dois amortecedores com 83 mm de curso.
Os freios são a tambor nas duas rodas, com 110 mm na dianteira e 130 mm na traseira, equipados com sistema CBS, que distribui parte da força de frenagem entre as rodas ao acionar o pedal.
O conjunto se completa com pneus de medidas 60/100-17 na dianteira e 80/100-14 na traseira, montados em rodas de aço.

Revisões, garantia e custos de manutenção
Outro aspecto que pesa na escolha da Pop 110i ES 2026 é o pacote de manutenção e pós-venda.
O plano da Honda prevê primeira revisão aos 1.000 km e, depois disso, revisões programadas a cada 6.000 km ou seis meses.
A moto conta com garantia de três anos sem limite de quilometragem e inclusão de óleo gratuito em sete revisões, a partir da terceira inspeção, benefício oferecido pela marca.
Essa política busca reduzir o custo de uso ao longo dos primeiros anos e é especialmente relevante para quem roda bastante e depende da moto para trabalhar.
Perfil ideal de uso da Pop 110i ES 2026
Com conjunto enxuto, baixo peso, consumo reduzido e preço de tabela na faixa dos R$ 10 mil, a Pop 110i ES 2026 se posiciona como uma alternativa para quem precisa de um veículo urbano simples e de fácil condução.
Para muitos consumidores, a combinação de partida elétrica, câmbio semiautomático, consumo declarado de quase 50 km por litro e garantia ampliada pode ser suficiente para justificar a escolha dentro do segmento de entrada.
Você colocaria a Pop 110i ES 2026 na sua lista de motos para usar no dia a dia da cidade ou ainda prefere considerar outras opções da mesma faixa de preço?

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