Estado cria marco regulatório inédito no Brasil, organiza cadeia florestal e fortalece uso sustentável da biomassa como fonte estratégica de energia e investimento
Inicialmente, o estado de Mato Grosso avançou na agenda ambiental e energética.
Além disso, tornou-se o primeiro do país a regulamentar o uso de biomassa de madeira nativa.
Assim, o decreto foi assinado em 30 de março, no Palácio Paiaguás.
Dessa forma, foi instituído o Plano de Desenvolvimento Florestal e Biomassa 2025–2040.
Ao mesmo tempo, o documento foi elaborado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) e pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).
Consequentemente, foi criado um marco regulatório inédito para o setor florestal brasileiro.
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Marco regulatório organiza cadeia florestal e amplia segurança jurídica
Primeiramente, o plano estabelece regras de rastreabilidade, legalidade e uso eficiente da biomassa florestal.
Além disso, o insumo é considerado estratégico para a indústria e para a transição energética.
Nesse sentido, toda a cadeia florestal foi reorganizada, desde a produção até o consumo industrial.
Assim, resíduos de supressão vegetal passaram a ser aproveitados como fonte energética e econômica.
Ao mesmo tempo, materiais que antes eram descartados ou queimados foram valorizados.
Com isso, um novo modelo produtivo mais eficiente foi estruturado.
Além disso, foi criado um ambiente com maior previsibilidade para investimentos.
Dessa forma, a segurança jurídica foi ampliada e o uso do insumo foi padronizado.
Plano define metas para florestas plantadas e manejo sustentável
Por outro lado, o documento foi estruturado em três frentes principais.
Entre elas, destacam-se expansão das florestas plantadas, manejo sustentável e desenvolvimento da cadeia da biomassa.
Nesse contexto, foi estabelecida a meta de ampliar florestas plantadas para até 700 mil hectares até 2040.
Além disso, áreas sob manejo sustentável deverão alcançar 6,5 milhões de hectares no mesmo período.
Assim, o planejamento de longo prazo foi consolidado.
Consequentemente, o setor florestal passa a operar com metas claras e estruturadas.
Mudança no perfil da biomassa fortalece sustentabilidade
Ao mesmo tempo, o plano prevê mudanças no perfil da biomassa utilizada pela indústria.
Gradualmente, a dependência de matéria-prima oriunda de supressão vegetal será reduzida.
Em paralelo, será incentivado o uso de fontes mais sustentáveis, como florestas plantadas e resíduos industriais.
Dessa forma, o modelo energético tende a se tornar mais equilibrado.
Além disso, a transição foi planejada de forma progressiva.
Assim, o setor industrial poderá se adaptar sem rupturas.
Biomassa ganha protagonismo na matriz energética do estado
Atualmente, a biomassa florestal já possui papel relevante na matriz energética de Mato Grosso.
Principalmente, ela é utilizada em cadeias como agroindústria e siderurgia.
Com a regulamentação, o mercado foi organizado e fortalecido.
Consequentemente, a competitividade do estado foi ampliada em cenário global.
Além disso, critérios ambientais passaram a orientar decisões estratégicas.
Dessa forma, o estado se posiciona melhor diante das exigências internacionais.
Setor produtivo destaca avanço e atração de investimentos
Segundo Cidinho Santos, CEO da MC Empreendimentos e Participações, o avanço é significativo.
De acordo com ele, Mato Grosso transforma um recurso antes desperdiçado em solução estruturada.
Além disso, ele afirmou que regras claras e segurança jurídica fortalecem a cadeia produtiva.
Assim, o ambiente se torna mais favorável para novos investimentos.
Consequentemente, o setor ganha eficiência e previsibilidade.
Dessa forma, a biomassa se consolida como ativo estratégico.
Plano contribui para redução de emissões e economia de baixo carbono
Por fim, o plano também está alinhado à agenda climática.
Ao mesmo tempo, incentiva o uso de fontes renováveis e reduz a queima de resíduos florestais.
Assim, contribui diretamente para a redução de emissões de gases de efeito estufa.
Além disso, fortalece a consolidação de uma economia de baixo carbono.
Dessa forma, Mato Grosso avança simultaneamente nos eixos ambiental, energético e econômico.
E, diante desse cenário, o estado conseguirá manter essa liderança sustentável no longo prazo?


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