O dono da Havan mostrou que os aviões da rede já acumulam 10 mil horas de voo e 6 milhões de quilômetros percorridos, o equivalente a 150 voltas ao redor da Terra, e garantiu que sem a frota aérea e a aviação corporativa a expansão da Havan jamais teria acontecido nesse ritmo
Luciano Hang surpreendeu ao divulgar nas redes sociais os bastidores de uma operação que pouca gente conhece em detalhes: a frota aérea da Havan. De acordo com o portal Aeroin, o empresário revelou que as aeronaves da rede varejista já ultrapassaram a marca de 20 mil pousos, 10 mil horas de voo e 6 milhões de quilômetros percorridos uma distância equivalente a cerca de 150 voltas completas ao redor do planeta Terra.
Os números chamam atenção não apenas pela grandeza, mas pelo que representam na prática. Segundo Luciano Hang, a aviação corporativa não é luxo nem ostentação dentro da Havan é o que permitiu que a empresa saltasse de 11 lojas em 2007 para 200 unidades em 2026. Sem a frota aérea, a expansão da Havan no ritmo que o Brasil acompanhou simplesmente não teria acontecido.
Como a aviação corporativa se tornou o motor silencioso da Havan
A história da operação aérea da Havan começou em 2007, quando Luciano Hang adquiriu o primeiro helicóptero da empresa. Na época, a rede contava com apenas 11 lojas. A decisão de investir em aviação corporativa partiu de uma necessidade concreta: cobrir um país continental sem perder tempo.
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Desde então, a frota aérea foi crescendo junto com a própria Havan. Hoje, a empresa opera aeronaves executivas de alto desempenho, como o Bombardier Learjet 45, o Challenger 350 e o Global 6000, além de helicópteros Agusta.
Luciano Hang faz questão de frisar que cada aeronave tem função operacional direta servem para visitas a lojas, avaliação de terrenos para novas unidades e agilidade na tomada de decisões estratégicas. A frota aérea encurtou distâncias que, por terra, consumiriam dias inteiros de viagem.
Os números que mostram a dimensão da operação aérea

Quando se olha para os dados divulgados por Luciano Hang, a escala da operação fica evidente. Mais de 20 mil pousos significam uma média superior a mil pousos por ano desde o início da aviação corporativa da Havan.
São mais de 10 mil horas com aeronaves no ar e 6 milhões de quilômetros que ligam a sede em Brusque (SC) a cada canto do Brasil onde a rede varejista decidiu fincar bandeira.
A comparação feita pelo próprio empresário ajuda a dimensionar o feito: a distância total percorrida pela frota aérea equivale a aproximadamente 150 voltas ao redor da Terra.
Para Luciano Hang, esses números não são troféu são a prova de que a expansão da Havan dependeu de velocidade operacional, algo que só a aviação corporativa conseguiu entregar num país com as dimensões do Brasil.
Por que Luciano Hang diz que avião na Havan é ferramenta de trabalho
Uma das frases mais diretas do empresário sobre o tema resume a filosofia por trás do investimento: “Na Havan, avião não é passeio, é ferramenta de trabalho.” A declaração de Luciano Hang deixa claro que a frota aérea não existe para conforto pessoal, mas como peça central da engrenagem que move a rede varejista.
O raciocínio é prático. Uma empresa com 200 lojas espalhadas por todo o país precisa de agilidade para supervisionar operações, resolver problemas no local e avaliar oportunidades de expansão da Havan em tempo real.
A aviação corporativa eliminou o gargalo logístico que limitaria qualquer executivo preso a voos comerciais e estradas. Segundo Hang, essa capacidade de estar em diferentes cidades no mesmo dia foi determinante para que decisões estratégicas fossem tomadas com rapidez e para que a Havan não perdesse oportunidades de crescimento.
De 11 para 200 lojas: a expansão da Havan vista de cima
O salto de 11 lojas em 2007 para 200 em 2026 é, por si só, um dado que exige explicação.
A expansão da Havan aconteceu em ritmo acelerado e Luciano Hang atribui boa parte dessa velocidade à frota aérea. A lógica é simples: quanto mais rápido o comando da empresa consegue se deslocar, mais rápido novas unidades são avaliadas, aprovadas e abertas.
Luciano Hang também destacou que o investimento em aviação corporativa faz parte de uma política mais ampla de reinvestimento contínuo.
“Toda empresa, para continuar existindo, precisa evoluir constantemente”, afirmou o empresário. Na visão dele, a frota aérea é apenas um dos ativos operacionais que sustentam o crescimento da Havan mas talvez seja o mais simbólico, porque representa a disposição da empresa em apostar alto para crescer rápido.
A aviação corporativa, nesse sentido, não foi um custo: foi o investimento que tornou a expansão da Havan viável na escala que o mercado testemunhou.
Você imaginava que a Havan tinha uma operação aérea desse tamanho? O que achou da estratégia de Luciano Hang? Deixe sua opinião nos comentários.

Parabéns Luciano Hang vc e um gigante no empreendedorismo visão de águia 👏👏👏👏👏👏