Luciano Hang colocou como meta para 2026 a criação de 25 mil empregos, faturamento de R$ 22 bilhões e expansão da Havan para 200 megalojas em todos os estados do Brasil, com inaugurações em Fortaleza, Boa Vista e Macapá no ano em que a empresa completa 40 anos.
Luciano Hang, o empresário conhecido como Véio da Havan, anunciou plano de expansão para 2026 que coloca a rede varejista em rota de crescimento agressivo mesmo num cenário econômico que a maioria dos concorrentes trata com cautela. A meta é gerar até 25 mil novos empregos no Brasil ao longo do ano, número diretamente ligado à abertura de novas megalojas que devem levar a Havan à marca de 200 unidades espalhadas por todos os estados brasileiros, cobertura nacional que a rede de Luciano Hang ainda não possui mas pretende conquistar com inaugurações confirmadas em Fortaleza, Boa Vista e Macapá. O faturamento projetado de R$ 22 bilhões reforça a escala do desafio que o empresário se propõe a enfrentar justamente no ano em que a empresa completa quatro décadas de existência.
A decisão de expandir com essa intensidade enquanto o varejo brasileiro enfrenta pressões não é trivial. Luciano Hang aposta que o crescimento da Havan depende de presença física em regiões onde a marca ainda não chegou, estratégia que inverte a lógica de empresas que recuam em momentos de incerteza e que posiciona a rede para capturar mercado enquanto concorrentes hesitam. A abertura de lojas em capitais do Norte como Boa Vista e Macapá é sinal de que o plano não se limita a reforçar presença em praças já consolidadas: Luciano Hang quer que a Havan seja opção de varejo disponível do Oiapoque ao Chuí, literalmente.
O que significa gerar 25 mil empregos no ritmo que Luciano Hang propõe
A meta de 25 mil novos postos de trabalho em um único ano exige velocidade de contratação que poucas empresas brasileiras sustentam. Para Luciano Hang, esse número é consequência direta do plano de expansão: cada nova megaloja da Havan emprega centenas de funcionários entre vendedores, operadores de caixa, estoquistas, equipes de segurança, limpeza e administração, e multiplicar esse quadro por dezenas de inaugurações previstas para 2026 produz volume de contratações que impacta mercados de trabalho locais onde as lojas serão abertas. A geração de empregos não é promessa isolada mas parte estrutural do plano que só funciona se as contratações acompanharem o ritmo de inaugurações.
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O impacto é especialmente relevante em cidades menores onde a chegada de uma megaloja da Havan transforma a dinâmica comercial. Em municípios que recebem unidades do porte que Luciano Hang projeta, o volume de empregos diretos e indiretos movimenta a economia local de forma perceptível: além dos funcionários da loja, fornecedores de serviços, restaurantes próximos, transporte e comércio vizinho experimentam aumento de demanda que acompanha o fluxo de clientes. A meta de ultrapassar 25 mil colaboradores mostra que para a Havan a geração de empregos não é subproduto do crescimento: é parte essencial da estratégia que Luciano Hang articula desde o planejamento de cada nova inauguração.
Por que Luciano Hang quer 200 megalojas espalhadas por todos os estados
A ambição de estar presente em todos os estados brasileiros com 200 megalojas vai além de vaidade empresarial. Para Luciano Hang, a cobertura nacional completa garante à Havan escala de negociação com fornecedores que reduz custos, visibilidade de marca que dispensa investimento proporcional em publicidade e capilaridade logística que permite abastecer lojas em qualquer região sem depender de centros de distribuição concentrados em poucos pontos. Cada estado sem presença da Havan é mercado que a rede não atende e que concorrentes ocupam sem disputa, cenário que o plano de Luciano Hang pretende eliminar ao fechar o mapa de atuação nacional.
As inaugurações em Fortaleza, Boa Vista e Macapá são as peças que faltam para completar essa cobertura. Fortaleza representa o acesso ao mercado consumidor do Nordeste com população que justifica megaloja do porte que a Havan opera, enquanto Boa Vista e Macapá levam a marca para capitais do Norte onde o varejo organizado de grande porte é mais escasso e onde a demanda reprimida pode gerar resultados que surpreendem. Para Luciano Hang, entrar em mercados inexplorados é oportunidade que a Havan não pode perder enquanto a marca tem momento e capital para executar o plano.
O que o faturamento de R$ 22 bilhões revela sobre a Havan de Luciano Hang
A projeção de R$ 22 bilhões em faturamento para 2026 dimensiona o tamanho que a Havan atingiu sob comando de Luciano Hang. Esse volume posiciona a rede entre os maiores varejistas do Brasil e demonstra que o modelo de megaloja com mix amplo de produtos, que vai de roupas a eletrodomésticos passando por itens de decoração e alimentos, encontrou público fiel que sustenta operação de escala que poucos concorrentes replicam. O faturamento projetado não é apenas meta financeira: é combustível que viabiliza as 200 megalojas, os 25 mil empregos e a expansão para estados onde a marca ainda não opera.
Alcançar R$ 22 bilhões num cenário econômico considerado desafiador é aposta que divide opiniões. Otimistas veem em Luciano Hang empresário que encontra oportunidade onde outros enxergam risco, enquanto analistas mais cautelosos questionam se a velocidade de expansão é sustentável quando juros altos, crédito restrito e inflação persistente reduzem o poder de compra da população que frequenta as lojas. A resposta virá ao longo de 2026, e os números trimestrais da Havan mostrarão se o plano de Luciano Hang é visão empresarial acertada ou otimismo excessivo num momento que pedia prudência.
O que os 40 anos da Havan significam para os planos de Luciano Hang
O ano de 2026 marca quatro décadas desde a fundação da empresa, e Luciano Hang trata o aniversário como justificativa adicional para a ambição do plano. Completar 40 anos expandindo em vez de consolidando é declaração de que a Havan de Luciano Hang não entrou em fase de maturidade conservadora mas mantém apetite de empresa jovem que acredita ter espaço para crescer, postura que no varejo brasileiro é mais exceção do que regra entre redes que atingem quatro décadas. O marco temporal dá peso simbólico às metas de 200 lojas e 25 mil empregos, transformando números em narrativa de empresa que celebra aniversário investindo em vez de festejando.
Para os funcionários e comunidades que serão impactados, os 40 anos importam menos do que o que acontece nos próximos 12 meses. Se Luciano Hang cumprir o plano, milhares de brasileiros terão emprego novo, dezenas de cidades receberão lojas que movimentam o comércio local e estados como Roraima e Amapá terão acesso a rede varejista que até agora só existia como referência distante. Se o plano ficar aquém das metas, a Havan ainda assim terá crescido num ano difícil, e o varejo brasileiro terá mais um caso para estudar sobre os limites entre ambição e realidade.
E você, acha que a Havan consegue abrir 200 megalojas e gerar 25 mil empregos em 2026? O plano de Luciano Hang é ousadia ou risco? Deixe sua opinião nos comentários.

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