Motorista procurou a PRF para pedir um macaco após furar o pneu no RJ, recebeu o equipamento emprestado e acabou multado por não portar item obrigatório.
Um pneu furado durante uma viagem por uma rodovia no Rio de Janeiro terminou de maneira inesperada para Junior Pinheiro. Sem um macaco dentro do veículo para levantar o carro e instalar o estepe, ele e um colega recorreram a uma base próxima da PRF.
O equipamento foi emprestado pelos agentes, permitindo resolver o problema mecânico, mas a ausência do item no automóvel também resultou em uma autuação.
O episódio chama atenção porque o objeto que faltava era justamente necessário para realizar uma tarefa comum em uma emergência rodoviária. No caso relatado, a ajuda permitiu que o carro voltasse a rodar, mas não eliminou a irregularidade identificada pelos policiais.
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Pedido de ajuda acabou revelando irregularidade no veículo
A primeira ideia de Junior era conseguir o equipamento com outros motoristas que estavam na estrada. Ele orientou o colega a procurar caminhoneiros e perguntar se alguém poderia ceder um macaco temporariamente.
Como uma unidade da PRF estava mais perto, porém, o companheiro preferiu buscar auxílio diretamente com os agentes. O objeto foi fornecido para que a troca pudesse ser realizada.
Junto com o empréstimo veio outro aviso: quando retornassem para devolver o equipamento, deveriam apresentar a documentação do carro e a habilitação do motorista. Segundo o relato de Junior, foi nesse momento que os agentes informaram que a situação seria autuada.

Falta de macaco pode gerar infração grave
O problema não estava no pneu furado, mas no fato de o automóvel circular sem um dos equipamentos previstos para situações desse tipo.
A ausência pode resultar em infração de natureza grave, com multa de R$ 195,23 e acréscimo de cinco pontos na habilitação.
A regra envolve um conjunto de itens destinados a permitir que o motorista consiga lidar com problemas relacionados às rodas.
Marco Fabrício Vieira, conselheiro do Cetran-SP, explica que a exigência geral inclui roda e pneu sobressalentes, chave de roda, macaco e dispositivo utilizado na retirada de calotas.
Assim, possuir o estepe sozinho não resolve necessariamente a exigência. Sem as ferramentas necessárias para utilizá-lo, o condutor pode continuar em situação irregular.
Há veículos que não precisam carregar estepe convencional
A obrigação não funciona de maneira idêntica para todos os automóveis.
Vieira ressalta que existem exceções para veículos equipados com soluções capazes de substituir o pneu sobressalente tradicional.
Entre esses casos estão modelos com pneus desenvolvidos para continuar rodando mesmo após a perda de pressão e veículos que possuem sistema automático de enchimento emergencial.
Nessas situações específicas, a ausência do estepe convencional pode ser admitida porque o projeto do próprio veículo utiliza outro recurso para enfrentar uma perfuração.
Macaco pode ser esquecido justamente até o dia em que faz falta
O caso ocorrido no Rio de Janeiro mostra por que equipamentos pouco utilizados podem passar anos despercebidos dentro — ou fora — de um veículo.
Enquanto não surge um pneu furado, é fácil para o motorista não perceber que determinado item desapareceu do porta-malas ou foi retirado anteriormente.
Foi somente durante a parada na rodovia que Junior descobriu na prática que não conseguiria executar a troca sozinho.
Ao recorrer à PRF, conseguiu o macaco que faltava e resolveu a emergência, mas também chamou atenção para uma irregularidade que poderia ter sido identificada antes da viagem.
O episódio serve como lembrete para conferir o compartimento do estepe antes de pegar a estrada. Mais do que verificar se existe uma roda reserva, vale observar se os equipamentos necessários para utilizá-la continuam no veículo e em condições de uso.


MUITO SIMPLES ISTO ELES PREOCULPAO MAIS EM MULTAR E ARRECADAR DINHEIRO DO QUE QUALQUER COISA
ENGRAÇADO OS INUTEIS DA PRF 👈 RECEBEM SEUS GORDOS SALÁRIOS GRAÇAS AOS IMPOSTOS PAGOS PELOS CONTRIBUINTES 🧠 BANDO DE **** **** DE POLÍTICOS