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Cliente pede “feijão caseiro” no delivery e recebe pacote fechado do alimento para preparar em casa, segundo relato publicado nas redes; após não conseguir reembolso, compartilha prints da conversa e transforma o erro inusitado em postagem vista quase 1 milhão de vezes

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Escrito por Bruno Teles Publicado em 26/08/2026 às 10:01
Cliente relata ter pedido feijão caseiro por delivery, recebido pacote fechado e não conseguido reembolso; postagem chegou perto de 1 milhão de views.
Cliente relata ter pedido feijão caseiro por delivery, recebido pacote fechado e não conseguido reembolso; postagem chegou perto de 1 milhão de views.
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Number Teddie relatou ter pedido porção de feijão caseiro por aplicativo e recebido um pacote fechado do alimento. Após afirmar que não conseguiu reembolso, publicou fotos e prints da conversa no X. O caso viralizou, chegou perto de 1 milhão de visualizações e gerou piadas, relatos semelhantes e orientação jurídica.

Um perfil identificado como Number Teddie relatou nas redes sociais que pediu comida por aplicativo e acrescentou uma porção de “feijão caseiro”, mas recebeu do estabelecimento um pacote fechado do alimento, ainda para ser preparado. O usuário também afirmou que procurou a empresa responsável pelo delivery depois do episódio, porém não teria conseguido o reembolso.

Segundo reportagem publicada pela Pequenas Empresas & Grandes Negócios em 28 de maio de 2026, a publicação ganhou repercussão no X na quarta-feira, 27 de maio, e chegou perto de 1 milhão de visualizações. O relato foi acompanhado por registros do pedido e prints da conversa sobre a tentativa de resolver o problema.

Pedido de feijão à parte terminou com pacote fechado do alimento

O relato começou com uma compra feita por meio de um aplicativo de delivery.

Segundo Number Teddie, ele pediu comida e solicitou também uma porção de feijão à parte. Em vez do acompanhamento pronto para consumo, teria recebido um pacote fechado de feijão.

A situação chamou atenção justamente pela diferença entre o que o cliente afirma ter entendido como “feijão caseiro” e o produto entregue.

Cliente afirma que procurou o delivery e não conseguiu reembolso

Depois de receber o pacote, o autor da publicação disse ter entrado em contato com a empresa responsável pela entrega.

Segundo o próprio relato, o valor não teria sido reembolsado.

A tentativa de resolver o caso passou a fazer parte da postagem quando o usuário divulgou também prints relacionados ao atendimento.

Publicação chegou perto de 1 milhão de visualizações

O episódio saiu da conversa entre cliente e plataforma e ganhou alcance nas redes sociais.

A postagem feita pelo perfil Number Teddie acumulou quase 1 milhão de visualizações, segundo a reportagem.

A repercussão trouxe uma mistura de surpresa, identificação e humor para os comentários.

Internautas fizeram piadas com o “feijão caseiro”

Parte dos usuários reagiu ao episódio brincando com a interpretação dada ao pedido.

E se tivesse pedido arroz, vinagrete e farofa, eles iam te dar um pacote de arroz, farinha e uma cesta de tomate e cebola?”, questionou um perfil.

Outro internauta resumiu a situação com uma brincadeira: “O feijão é caseiro, você tem que fazer ele”.

Outros consumidores relataram problemas parecidos com entregas

A repercussão não ficou restrita às piadas.

Alguns usuários disseram já ter passado por situações semelhantes ou problemas envolvendo aplicativos de entrega, demonstrando empatia com o relato publicado.

Os comentários ajudaram a ampliar a discussão sobre pedidos que chegam diferentes daquilo que o consumidor acredita ter comprado.

iFood tentou contato com cliente pelo próprio X

O aplicativo mencionado na publicação era o iFood.

Segundo a reportagem, a empresa tentou entrar em contato com o cliente por meio do próprio X.

Até o fechamento da matéria original, porém, o iFood não havia atendido aos pedidos de comentário da PEGN.

Autor da postagem não respondeu aos pedidos de entrevista

A reportagem também procurou o responsável pelo perfil Number Teddie.

O autor não respondeu aos pedidos de entrevista até o fechamento do texto, e o espaço foi mantido aberto para manifestação.

Por isso, os detalhes do episódio apresentados na publicação permaneciam baseados no relato feito pelo próprio perfil nas redes sociais.

Especialista diz que produto deve corresponder ao que foi ofertado

O advogado Giordano Malucelli, especialista em Direito do Consumidor do GMP G&C Advogados Associados, explicou que quem pede uma marmita deve esperar receber exatamente aquilo que foi oferecido.

Segundo ele, o produto precisa chegar correto, adequado ao consumo imediato, dentro do prazo informado e com segurança.

Quando há divergência nessas condições, Malucelli afirma que pode existir falha na prestação do serviço, com fundamento nos artigos 6, 14 e 35 do Código de Defesa do Consumidor.

Consumidor pode pedir correção, equivalente ou devolução do valor

Malucelli destacou que a oferta deve ser cumprida nos termos apresentados ao cliente.

O Código entende que o fornecedor deve cumprir a oferta nos exatos termos anunciados”, afirmou.

O advogado explicou ainda que a imagem e as demais informações exibidas no momento da venda devem corresponder ao produto final.

Artigo 35 prevê opções quando produto entregue é diferente

Segundo o especialista, o consumidor possui alternativas quando recebe algo diferente daquilo que contratou.

Se envia um produto diverso no pedido, o consumidor pode exigir o cumprimento correto, aceitar equivalente ou rescindir a compra com devolução do valor, sem prejuízo de eventuais perdas e danos, conforme artigo 35, incisos I a III do CDC”, explicou Malucelli.

A escolha depende da forma como o cliente pretende resolver a divergência.

Fotos e prints podem registrar problema com o pedido

Malucelli recomenda documentar a situação quando o produto recebido for diferente daquele apresentado na compra.

O consumidor pode tirar fotos, guardar prints e entrar imediatamente em contato com a loja ou com o aplicativo.

Nesse contato, pode solicitar substituição correta, abatimento do preço ou cancelamento acompanhado de reembolso.

SAC, Procon e Juizado Especial são alternativas se caso não for resolvido

Quando a tentativa direta de solução não funciona, o advogado aponta outros caminhos.

Segundo Malucelli, o consumidor pode procurar SAC, Procon ou Juizado Especial, utilizando como fundamento o artigo 35 do Código de Defesa do Consumidor.

No caso que viralizou, o perfil afirmou não ter conseguido o reembolso e levou a situação às redes sociais, onde o relato se aproximou de 1 milhão de visualizações.

Para você, ao pedir uma porção de “feijão caseiro” por delivery, o consumidor poderia esperar receber o alimento pronto ou a descrição deveria deixar isso ainda mais explícito? Deixe sua opinião nos comentários.

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Bruno Teles

Falo sobre tecnologia, inovação, petróleo e gás. Atualizo diariamente sobre oportunidades no mercado brasileiro. Com mais de 7.000 artigos publicados nos sites CPG, Naval Porto Estaleiro, Mineração Brasil e Obras Construção Civil. Sugestão de pauta? Manda no brunotelesredator@gmail.com

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