Petrolina, fundada em 1870, concentra 62% da uva de mesa e 61% da manga do Brasil, tem 418 mil habitantes e se consolida como polo do agronegócio brasileiro no Vale do São Francisco
Petrolina, no sertão de Pernambuco, consolidou-se como destaque do agronegócio brasileiro ao responder por cerca de 62% da produção nacional de uva de mesa e 61% da manga, reunindo aproximadamente 418 mil habitantes e fortalecendo economia, infraestrutura e empregos na região do Vale do São Francisco.
Liderança no agronegócio brasileiro transforma o sertão
Às margens do Rio São Francisco, a força do agronegócio brasileiro redefiniu o perfil econômico do município.
A região do Vale do São Francisco concentra hoje a maior parte da produção nacional de uva de mesa e manga, colocando Petrolina entre os principais polos exportadores do país.
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O desempenho é resultado de um processo iniciado na década de 1960, quando projetos de irrigação alteraram de forma estrutural a dinâmica produtiva local.
A tecnologia permitiu superar o clima árido e transformou áreas antes secas em territórios férteis.
Com isso, o município passou a ser reconhecido como “Califórnia do sertão”, consolidando a fruticultura como principal motor econômico e ampliando sua relevância dentro do agronegócio brasileiro.
Projetos de irrigação impulsionaram economia e infraestrutura
Fundada em 1870 como ponto de travessia para Juazeiro, na Bahia, Petrolina teve origem ligada a relatos históricos que associam seu nome à junção de Pedro e Lina.
Durante décadas, manteve perfil de passagem até a implantação dos sistemas de irrigação.
A partir dos anos 1960, a nova estrutura produtiva estimulou crescimento econômico e expansão urbana. O avanço da fruticultura fortaleceu comércio, serviços e infraestrutura, ampliando a geração de empregos diretos e indiretos.
Esse modelo consolidou o município como referência regional no agronegócio brasileiro, com impacto direto na organização produtiva e no desenvolvimento local.

Educação e espaços públicos reforçam qualidade de vida
Além da produção agrícola, Petrolina apresenta taxa de escolarização superior a 98% entre crianças e jovens. A presença da Universidade Federal do Vale do São Francisco contribui para formação profissional e movimenta a economia local.
No lazer, a Orla de Petrolina e o Parque Josepha Coelho funcionam como pontos tradicionais de encontro. O Rio São Francisco integra o cotidiano da população, especialmente ao entardecer, quando o céu alaranjado se reflete nas águas.
Gastronomia e vinhos ampliam atividades econômicas
O Bodódromo tornou-se referência culinária com pratos à base de carne de bode, acompanhados de macaxeira e feijão-de-corda.
A gastronomia local integra o conjunto de atividades que giram em torno do dinamismo econômico da cidade.
As vinícolas do Vale produzem vinhos durante todo o ano, condição possibilitada pelo clima tropical. O enoturismo cresce e atrai visitantes interessados em degustações e experiências rurais, ampliando a visibilidade do agronegócio brasileiro na região.

Acesso facilitado fortalece fluxo de visitantes na cidade
O Aeroporto Senador Nilo Coelho recebe voos diretos das principais capitais brasileiras, facilitando o deslocamento. Rodovias também conectam a cidade ao litoral nordestino.
Entre dezembro e março, ilhas do Rio São Francisco e passeios de barco concentram maior procura. Nos meses mais amenos, visitantes exploram vinícolas e aproveitam noites agradáveis no sertão, mantendo o fluxo constante ao longo do ano.
Ao longo desse processo histórico, Petrolina consolidou seu papel estratégico no agronegócio brasileiro, com base em produção agrícola intensiva, infraestrutura consolidada e diversificação das atividades econômicas.
Com informações de NSC Total.


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