Uma mulher foi identificada como mãe do menino que aparece sendo agredido dentro de escola de Criciúma, no Sul de Santa Catarina. Após a denúncia, o Conselho Tutelar acolheu os quatro filhos da investigada, entre crianças e adolescentes, enquanto o caso foi encaminhado ao Ministério Público e segue sob sigilo.
A mulher flagrada por câmeras de segurança agredindo um menino dentro de uma escola de Criciúma, no Sul de Santa Catarina, foi identificada como mãe da própria vítima. Depois da denúncia de maus-tratos, o Conselho Tutelar acolheu a criança agredida e os outros três filhos da investigada.
Segundo reportagem publicada pelo ND Mais em 28 de agosto de 2026, assinada por Marcelo Macieski, dois dos quatro filhos da mulher são adolescentes e os demais são crianças. O caso também foi encaminhado ao Ministério Público de Santa Catarina, enquanto a Polícia Civil continua a investigação sob sigilo.
Câmeras registraram agressões dentro de escola em Criciúma
As imagens que deram origem às diligências foram gravadas dentro de uma escola localizada no bairro Cristo Redentor, em Criciúma.
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O episódio ocorreu na terça-feira, 18, quando a mulher foi registrada pelas câmeras de segurança junto ao menino.
A gravação passou a integrar o caso investigado pelas autoridades.
Imagens mostram tapas e golpes na região do pescoço
Nas imagens divulgadas, a mulher aparece segurando a criança.
Em seguida, ela desfere tapas e golpes na região do pescoço do menino, conforme descrito pela reportagem.
A ocorrência motivou a denúncia de maus-tratos e a atuação dos órgãos de proteção.
Investigação identificou mulher como mãe da vítima
As diligências posteriores permitiram identificar a mulher mostrada nas gravações.
O Conselho Tutelar confirmou ao ND Mais que ela é mãe do menino agredido.
A identificação mudou o foco das medidas de proteção, que passaram a envolver também os demais filhos da investigada.
Conselho Tutelar acolheu os quatro filhos da mulher
Depois da denúncia, o órgão de proteção acolheu não apenas a criança que aparece nas imagens.
Os outros três filhos da mulher também foram acolhidos, totalizando quatro crianças e adolescentes sob atendimento do Conselho Tutelar.
A medida ocorreu enquanto o caso continuava sendo apurado.
Dois dos quatro filhos são adolescentes
Segundo o Conselho Tutelar de Criciúma, dois filhos da investigada são adolescentes.
Os outros dois são crianças, incluindo o menino que aparece nas imagens da agressão.
O órgão passou a acompanhar os quatro após receber a denúncia de maus-tratos.
Conselheiros procuraram familiares para acolhimento temporário
O Conselho Tutelar tentou localizar pessoas próximas da família que pudessem receber temporariamente os filhos da mulher.
Os conselheiros buscaram parentes próximos para essa finalidade.
A tentativa, porém, não resultou na localização de familiares disponíveis para o acolhimento naquele momento.
Caso foi encaminhado ao Ministério Público de Santa Catarina
O Conselho Tutelar também informou que a ocorrência já havia sido enviada ao MPSC, o Ministério Público de Santa Catarina.
O encaminhamento acrescentou o órgão à atuação institucional em torno do caso.
As medidas de proteção às crianças e adolescentes seguiram paralelamente à investigação policial.
Polícia Civil mantém investigação sob sigilo
A Polícia Civil continua responsável pelas diligências relacionadas às agressões registradas dentro da escola.
Segundo as informações divulgadas, a investigação permanece sob sigilo.
As apurações começaram depois que as imagens das câmeras de segurança mostraram a mulher agredindo o menino no estabelecimento de ensino.
Quatro filhos permanecem sob medidas de proteção
O caso segue com investigação da Polícia Civil e acompanhamento dos órgãos responsáveis pela proteção das crianças e adolescentes.
O Conselho Tutelar acolheu os quatro filhos da investigada, depois de não conseguir localizar parentes próximos para recebê-los temporariamente, e encaminhou a situação ao Ministério Público de Santa Catarina.
Na sua opinião, casos de agressão registrados dentro de escolas exigem protocolos ainda mais rápidos de comunicação entre direção, Conselho Tutelar e polícia? Deixe sua opinião nos comentários.

