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Aos 98, vovó brasileira impressiona ao dirigir seu Renault Kwid com CNH de 1961, ativa na feira, em passeios e até buscando amigas. ‘Vou dirigir até os 101 anos, pode ser que ainda passe!’

Escrito por Alisson Ficher
Publicado em 09/01/2026 às 17:54
Aos 98 anos, moradora de Florianópolis segue dirigindo seu Renault Kwid com CNH de 1961 e rotina ativa, história divulgada pela prefeitura.
Aos 98 anos, moradora de Florianópolis segue dirigindo seu Renault Kwid com CNH de 1961 e rotina ativa, história divulgada pela prefeitura.
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História de idosa de Florianópolis viraliza ao mostrar rotina ativa ao volante, com habilitação antiga, independência no dia a dia e relato divulgado pela prefeitura que reacendeu debate sobre envelhecimento, mobilidade urbana e autonomia no trânsito brasileiro.

Aos 98 anos, a aposentada Marilde Rodrigues, moradora de Florianópolis, segue dirigindo pelas ruas da capital catarinense com a mesma habilitação iniciada em 1961.

Além do tempo de carteira, chama atenção a rotina ativa, que inclui idas à feira, visitas e encontros frequentes com amigas.

A história ganhou projeção depois que a Prefeitura de Florianópolis publicou um vídeo em que Marilde aparece ao volante do próprio carro, um Renault Kwid.

Na gravação, ela fala sobre a decisão de manter a independência na mobilidade e mostra, na prática, como segue conduzindo no dia a dia.

No registro divulgado nas redes, Marilde brinca com o futuro ao comentar que pretende dirigir “até os 101 anos”.

Em seguida, completa com leveza: “pode ser que ainda passe”, frase que acabou se tornando um dos trechos mais compartilhados do vídeo.

CNH de 1961 atravessa décadas e chama atenção

Aos 98 anos, moradora de Florianópolis segue dirigindo seu Renault Kwid com CNH de 1961 e rotina ativa, história divulgada pela prefeitura.
Aos 98 anos, moradora de Florianópolis segue dirigindo seu Renault Kwid com CNH de 1961 e rotina ativa, história divulgada pela prefeitura.

Habilitada desde 1961, Marilde soma 64 anos de experiência formal ao volante.

Nesse período, acompanhou mudanças profundas no trânsito, nos veículos e nas regras de habilitação no Brasil.

Foi justamente o contraste entre a idade da CNH e a vitalidade demonstrada nas imagens que impulsionou a repercussão nas redes sociais.

A trajetória longa, combinada com a naturalidade do relato, ajudou a transformar o vídeo em assunto comentado fora de Santa Catarina.

Em um dos trechos, ela descreve como encara a direção no cotidiano e afirma que dirige “com tranquilidade” e “com prazer”.

As falas aparecem no vídeo original e foram reproduzidas em reportagens que repercutiram o material institucional.

Apesar da atenção gerada, Marilde evita tratar o tema como disputa entre gerações.

Ao contar situações simples, ela relata que, às vezes, amigas passam para buscá-la, mas, quando elas estão sem carro, é ela quem assume a direção.

Rotina ao volante inclui feira, visitas e encontros

No vídeo, Marilde explica que mantém uma agenda semelhante à de muitos moradores que dependem do carro para resolver tarefas diárias.

“Ah, eu faço tudo. Eu me sinto segura, eu vou à feira, eu vou fazer, eu vou a uma visita, vou a um lanche, saio assim com colegas…”

As cenas mostram a idosa dirigindo enquanto comenta a própria condução.

Em outro momento, ela reage ao tema da capacidade ao volante e afirma: “vocês viram que eu tenho controle na direção”.

O conteúdo, publicado pela Prefeitura, foi replicado em redes sociais e também repercutiu em reportagens locais.

O formato simples, sem encenação, reforçou a percepção de um relato espontâneo do cotidiano.

O carro exibido no vídeo é um Renault Kwid, modelo compacto bastante utilizado em deslocamentos urbanos.

As reportagens também mencionam que o veículo mostrado utiliza câmbio manual, detalhe que chamou atenção de parte do público.

Aos 98 anos, moradora de Florianópolis segue dirigindo seu Renault Kwid com CNH de 1961 e rotina ativa, história divulgada pela prefeitura.
Aos 98 anos, moradora de Florianópolis segue dirigindo seu Renault Kwid com CNH de 1961 e rotina ativa, história divulgada pela prefeitura.

Família foi o principal desafio para seguir dirigindo

Embora a discussão sobre direção na terceira idade costume se concentrar em reflexos e riscos, Marilde aponta outro obstáculo.

Segundo ela, o maior desafio não foi a habilidade, mas a reação dos parentes.

“O difícil foi convencer a família, que me deixasse dirigir né?”.

A frase ilustra um impasse comum em lares com pessoas idosas que ainda conduzem veículos.

No caso de Marilde, o material divulgado não detalha como esse acordo familiar foi construído.

Ainda assim, a própria motorista associa a dificuldade mais à autorização dos parentes do que à tarefa de dirigir.

A repercussão do vídeo também reacendeu debates locais sobre motoristas idosos.

Reportagens que contextualizaram o caso lembraram que Florianópolis reúne dezenas de milhares de condutores nessa faixa etária.

Por que histórias de idosos motoristas ganham tanta atenção

O vídeo publicado pela Prefeitura aposta em cenas simples e falas curtas, sem dramatização.

Esse formato ajudou a ampliar a circulação do conteúdo em diferentes plataformas digitais.

Além da postagem institucional, recortes apareceram em redes sociais, repetindo os mesmos elementos centrais.

Entre eles, a idade avançada, a CNH antiga, o Renault Kwid e as frases ditas por Marilde.

Parte do interesse também se explica pelo valor simbólico de um gesto cotidiano.

Em vez de tratar o carro como exceção ou aventura, Marilde apresenta a direção como ferramenta prática para manter compromissos.

O contraste entre a idade e a naturalidade do relato costuma despertar curiosidade e identificação.

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Azevedo de Paulínia
Azevedo de Paulínia
12/01/2026 11:37

Bom dia. P manter a CNH, é preciso passar no exame médico, não é! Ora, se passou no exame, então tá apto. Vida q segue

Alisson Ficher

Jornalista formado desde 2017 e atuante na área desde 2015, com seis anos de experiência em revista impressa, passagens por canais de TV aberta e mais de 12 mil publicações online. Especialista em política, empregos, economia, cursos, entre outros temas e também editor do portal CPG. Registro profissional: 0087134/SP. Se você tiver alguma dúvida, quiser reportar um erro ou sugerir uma pauta sobre os temas tratados no site, entre em contato pelo e-mail: alisson.hficher@outlook.com. Não aceitamos currículos!

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