História de idosa de Florianópolis viraliza ao mostrar rotina ativa ao volante, com habilitação antiga, independência no dia a dia e relato divulgado pela prefeitura que reacendeu debate sobre envelhecimento, mobilidade urbana e autonomia no trânsito brasileiro.
Aos 98 anos, a aposentada Marilde Rodrigues, moradora de Florianópolis, segue dirigindo pelas ruas da capital catarinense com a mesma habilitação iniciada em 1961.
Além do tempo de carteira, chama atenção a rotina ativa, que inclui idas à feira, visitas e encontros frequentes com amigas.
A história ganhou projeção depois que a Prefeitura de Florianópolis publicou um vídeo em que Marilde aparece ao volante do próprio carro, um Renault Kwid.
-
Caminhão de 540 cavalos com chassi reforçado e câmbio de 14 marchas puxa o peso de um prédio pequeno dentro das florestas de Três Lagoas no Mato Grosso do Sul porque acima de 74 toneladas a lei barra a circulação em estradas abertas
-
Uma mancha verde e azulada de 200 mil km² apareceu no mar gelado acima da Escandinávia, e os satélites revelaram que não era óleo, tinta nem poluição, mas uma explosão de fitoplâncton no Mar de Barents maior que muitos países
-
Como 3 milhões de árvores plantadas a cada ano tentam reverter mil anos de desmatamento causado pelos vikings na Islândia, ilha verde que a erosão transformou no terreno mais erodido da Europa, ainda que a floresta cubra só cerca de 2 por cento
-
Diamante cuspido das entranhas da Terra carrega uma gota de água presa a 660 quilômetros de profundidade e detona a velha teoria de que esse limite do manto seria uma fronteira seca e intransponível dentro da Terra
Na gravação, ela fala sobre a decisão de manter a independência na mobilidade e mostra, na prática, como segue conduzindo no dia a dia.
No registro divulgado nas redes, Marilde brinca com o futuro ao comentar que pretende dirigir “até os 101 anos”.
Em seguida, completa com leveza: “pode ser que ainda passe”, frase que acabou se tornando um dos trechos mais compartilhados do vídeo.
CNH de 1961 atravessa décadas e chama atenção

Habilitada desde 1961, Marilde soma 64 anos de experiência formal ao volante.
Nesse período, acompanhou mudanças profundas no trânsito, nos veículos e nas regras de habilitação no Brasil.
Foi justamente o contraste entre a idade da CNH e a vitalidade demonstrada nas imagens que impulsionou a repercussão nas redes sociais.
A trajetória longa, combinada com a naturalidade do relato, ajudou a transformar o vídeo em assunto comentado fora de Santa Catarina.
Em um dos trechos, ela descreve como encara a direção no cotidiano e afirma que dirige “com tranquilidade” e “com prazer”.
As falas aparecem no vídeo original e foram reproduzidas em reportagens que repercutiram o material institucional.
Apesar da atenção gerada, Marilde evita tratar o tema como disputa entre gerações.
Ao contar situações simples, ela relata que, às vezes, amigas passam para buscá-la, mas, quando elas estão sem carro, é ela quem assume a direção.
Rotina ao volante inclui feira, visitas e encontros
No vídeo, Marilde explica que mantém uma agenda semelhante à de muitos moradores que dependem do carro para resolver tarefas diárias.
“Ah, eu faço tudo. Eu me sinto segura, eu vou à feira, eu vou fazer, eu vou a uma visita, vou a um lanche, saio assim com colegas…”
As cenas mostram a idosa dirigindo enquanto comenta a própria condução.
Em outro momento, ela reage ao tema da capacidade ao volante e afirma: “vocês viram que eu tenho controle na direção”.
O conteúdo, publicado pela Prefeitura, foi replicado em redes sociais e também repercutiu em reportagens locais.
O formato simples, sem encenação, reforçou a percepção de um relato espontâneo do cotidiano.
O carro exibido no vídeo é um Renault Kwid, modelo compacto bastante utilizado em deslocamentos urbanos.
As reportagens também mencionam que o veículo mostrado utiliza câmbio manual, detalhe que chamou atenção de parte do público.

Família foi o principal desafio para seguir dirigindo
Embora a discussão sobre direção na terceira idade costume se concentrar em reflexos e riscos, Marilde aponta outro obstáculo.
Segundo ela, o maior desafio não foi a habilidade, mas a reação dos parentes.
“O difícil foi convencer a família, que me deixasse dirigir né?”.
A frase ilustra um impasse comum em lares com pessoas idosas que ainda conduzem veículos.
No caso de Marilde, o material divulgado não detalha como esse acordo familiar foi construído.
Ainda assim, a própria motorista associa a dificuldade mais à autorização dos parentes do que à tarefa de dirigir.
A repercussão do vídeo também reacendeu debates locais sobre motoristas idosos.
Reportagens que contextualizaram o caso lembraram que Florianópolis reúne dezenas de milhares de condutores nessa faixa etária.
Por que histórias de idosos motoristas ganham tanta atenção
O vídeo publicado pela Prefeitura aposta em cenas simples e falas curtas, sem dramatização.
Esse formato ajudou a ampliar a circulação do conteúdo em diferentes plataformas digitais.
Além da postagem institucional, recortes apareceram em redes sociais, repetindo os mesmos elementos centrais.
Entre eles, a idade avançada, a CNH antiga, o Renault Kwid e as frases ditas por Marilde.
Parte do interesse também se explica pelo valor simbólico de um gesto cotidiano.
Em vez de tratar o carro como exceção ou aventura, Marilde apresenta a direção como ferramenta prática para manter compromissos.
O contraste entre a idade e a naturalidade do relato costuma despertar curiosidade e identificação.

Bom dia. P manter a CNH, é preciso passar no exame médico, não é! Ora, se passou no exame, então tá apto. Vida q segue