Jamil Silva Matos levou o único carro da família a uma oficina em Camaçari, na Bahia, onde descobriu que precisaria de R$ 10 mil para trocar o motor, foi surpreendido por Luciano Huck e recebeu um BYD Dolphin elétrico zero-quilômetro fornecido em uma parceria entre a montadora e o Domingão com Huck
Aos 44 anos e desempregado havia cinco meses, o caminhoneiro Jamil Silva Matos chegou a uma oficina de Camaçari, na Bahia, preocupado com o único automóvel da família.
O motor havia quebrado durante o retorno de uma viagem a Porto de Sauípe. Para recuperar o veículo, ele precisaria desembolsar aproximadamente R$ 10 mil.
Jamil não possuía o dinheiro.
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Enquanto procurava uma nova vaga como motorista de carreta, realizava trabalhos temporários com um colega. A falta do carro, porém, dificultava até mesmo os deslocamentos mais básicos.
O caminhoneiro acreditava que encontraria apenas o mecânico. Contudo, ao abrir o capô para mostrar o defeito, viu Luciano Huck chegar à oficina dirigindo um BYD Dolphin elétrico.
Poucos minutos depois, recebeu uma proposta que mudaria o dia da família: deixar o automóvel quebrado e sair do local com o modelo zero-quilômetro.

Motor quebrou durante viagem da família
O problema começou quando Jamil retornava de uma viagem familiar a Porto de Sauípe.
O carro sofreu uma falha grave e não conseguiu completar o trajeto normalmente. Como o veículo não tinha condições de rodar, precisou ser transportado por um guincho até Camaçari.
Jamil procurou um mecânico de confiança para descobrir o tamanho do prejuízo.
A avaliação trouxe uma notícia difícil. O motor precisaria ser substituído e o serviço custaria cerca de R$ 10 mil.
Naquele momento, o caminhoneiro não tinha uma fonte de renda fixa.
Jamil buscava uma nova vaga como motorista de carreta. Enquanto não conseguia um emprego, realizava serviços temporários ao lado de um colega.
A renda, porém, não permitia assumir uma despesa tão alta com o automóvel.
Caminhoneiro passou a depender de caronas
O carro quebrado era o único automóvel disponível para a família.
Sem o veículo, Jamil passou a depender de caronas e caminhadas. A situação dificultava os compromissos cotidianos e a procura por uma nova oportunidade profissional.
O conserto poderia devolver a mobilidade à família, mas o orçamento estava muito acima do valor que o caminhoneiro conseguia pagar naquele momento.
Jamil não sabia de onde retiraria os R$ 10 mil necessários para substituir o motor.
Ainda assim, levou o automóvel até uma oficina de confiança na esperança de encontrar alguma solução.
O que ele não sabia era que o encontro havia sido preparado como parte de uma ação envolvendo o Domingão com Huck e a BYD.
Luciano Huck apareceu dentro da oficina
Durante a avaliação, o mecânico pediu que Jamil abrisse o capô para mostrar o defeito.
Naquele instante, Luciano Huck estacionou um BYD Dolphin ao lado do automóvel danificado.
A chegada surpreendeu o caminhoneiro, que acreditava estar no local apenas para acompanhar a análise do motor.
Huck conversou com Jamil e perguntou se ele aceitaria trocar um carro pelo outro.
Depois de ouvir a resposta positiva, o apresentador revelou que o BYD Dolphin passaria a pertencer à família.

A proposta permitia que o caminhoneiro deixasse para trás um veículo com o motor quebrado e recebesse um modelo elétrico zero-quilômetro.
Jamil entrou no novo carro e dirigiu aproximadamente 200 metros até encontrar a esposa, Cássia Regina Sales.

Ela inicialmente não acreditou quando o marido contou que havia recebido o automóvel. A surpresa ganhou ainda mais força porque o casal não tinha condições de recuperar o carro antigo.
BYD forneceu veículo em ação comercial
Embora Luciano Huck tenha conduzido a surpresa e participado da entrega, o BYD Dolphin não foi comprado exclusivamente com recursos pessoais do apresentador.
O automóvel foi fornecido dentro de uma ação publicitária organizada pelo Domingão com Huck em parceria com a BYD.
Naquele período, a montadora buscava apresentar sua operação em Camaçari, município escolhido para receber um complexo industrial da empresa.
A entrega também ajudava a divulgar o modelo elétrico e aproximar a marca do público brasileiro.
Esse contexto diferencia o episódio de uma doação particular realizada diretamente pelo apresentador.
Huck participou do encontro e entregou o carro ao caminhoneiro. Entretanto, a montadora disponibilizou o veículo como parte da parceria comercial.
A existência da publicidade não elimina o benefício recebido por Jamil. Ainda assim, a participação da empresa precisa ser apresentada para que o público compreenda como ocorreu a ação.
Novo carro resolveu problema imediato
Independentemente do formato comercial da campanha, a mudança na rotina da família foi concreta.
Jamil deixou de depender de um automóvel com o motor inutilizado e recebeu um veículo zero-quilômetro.
Além disso, não precisou encontrar os R$ 10 mil exigidos para recuperar o carro antigo.
O BYD Dolphin devolveu à família a possibilidade de realizar deslocamentos sem recorrer diariamente a caronas ou caminhadas.
Naquele momento, Jamil enfrentava uma combinação difícil: estava sem emprego fixo, dependia de trabalhos temporários e havia perdido o único meio de transporte da casa.
A ação reuniu entretenimento, publicidade e ajuda direta. Mesmo com o interesse comercial, o benefício produziu uma mudança real na vida do caminhoneiro.
A transparência sobre a participação da BYD, por outro lado, permite contar a história sem atribuir exclusivamente a Luciano Huck uma doação financiada pela empresa.
O fato de o automóvel ter sido fornecido por meio de uma parceria comercial reduz a importância da ajuda recebida pelo caminhoneiro? Conte sua opinião nos comentários.

