Petrobras convocou os sindicatos para a segunda rodada oficial de negociações do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2019/2020
A Petrobras teve sua proposta rejeitada por petroleiros, convocou os sindicatos para a próxima quinta-feira, 08 de agosto. A proposta da estatal foi rejeitada em 100% das assembleias realizadas pela categoria, onde a petroleira ofertou aos funcionários um ajuste salarial da ordem de 1% e redução ou exclusão de alguns benefícios.
Segundo a assessoria da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), a Petrobras foi comunicada no dia 23 de julho sobre a rejeição da proposta também pelos representantes da Federação Única dos Petroleiros (Fup), que pela primeira vez estão negociando juntos da FNP.
-
Regra do silêncio depois das 22h pode perder força em cidades brasileiras, mas barulho não será liberado e novas propostas dividem moradores e comerciantes
-
Taxa das blusinhas parecia ter ido embora, mas volta em 2027 com outro nome, nova cobrança federal e uma mudança que pode mexer no preço das compras internacionais
-
Novo acordo em Minas muda o salário de entrada em supermercados e hipermercados, fixa piso de R$ 1.735,76 e cria alerta para trabalhadores conferirem reajuste, comissões e direitos no holerite
-
Na China, o maior carrossel de ordenha totalmente automático do mundo usa 2 plataformas de 80 pontos, coloca mais de 5.000 vacas em uma linha circular e mostra como o leite virou operação industrial de alta precisão
As federações exigiram uma nova oferta da empresa, mas a estatal não informou se vai avançar no reajuste salarial, que compreende o período de 1º de setembro de 2018 e 31 de agosto de 2019.
Segundo a assessoria da Federação Nacional dos Petroleiros, a oferta inicial corresponde a apenas 25% do IPCA.
“A categoria considera a proposta indecorosa, já que está repleta de corte de direitos. A empresa busca também desmontar a organização sindical”, afirmou a FNP em nota.
1ª rodada do acordo
No dia 26 de julho, dirigentes das duas federações dos petroleiros (FUP e FNP) se reuniram com executivos da estatal.
Os representantes dos petroleiros formalizaram à empresa a reprovação da categoria, em assembleias por todo o país, à proposta de renovação do acordo coletivo.
Uma das motivações para justificar a recusa por unanimidade, segundo as federações é o momento de desmonte pelo qual a Petrobras vem enfrentando, junto com os descumprimentos de acordos coletivos anteriores, incluindo ameaças de demissão.
- Serão repassados aos Estados R$ 11 bi com leilão do petróleo
- Total E&P inicia perfuração de seu primeiro poço de produção no campo de Lapa
- Profissionais marítimos são requisitados pela Wilhelmsen neste dia, 08 de agosto

Seja o primeiro a reagir!