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Volta ao mundo em 0,13 segundos: simulação mostra o que acontece ao viajar na velocidade da luz de 186.000 milhas por segundo e cruzar quatro continentes em apenas oito quadros

Escrito por Fabio Lucas Carvalho
Publicado em 14/02/2026 às 11:59
Atualizado em 14/02/2026 às 12:01
Simulação mostra volta ao mundo em 0,13 s na velocidade da luz e compara com avião e velocidade do som.
Simulação mostra volta ao mundo em 0,13 s na velocidade da luz e compara com avião e velocidade do som.
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Simulação publicada no YouTube pelo canal Airplane Mode detalha percurso iniciado em Nova Iorque, cruzando Estados Unidos, Oceano Pacífico, Brisbane, Zimbábue e Atlântico em apenas 0,13 segundos, comparando a velocidade da luz de 186.000 milhas por segundo com avião convencional e velocidade do som

Uma simulação publicada no YouTube pelo canal Airplane Mode demonstrou como seria orbitar a Terra na velocidade da luz, de 186.000 milhas por segundo. O percurso completo levou 0,13 segundos, equivalente a oito quadros, com partida de Nova Iorque.

velocidade da luz e o tempo de 0,13 segundos

A experiência virtual apresentou a volta ao mundo na velocidade da luz como algo executado em 0,13 segundos. O trajeto incluiu Estados Unidos e Oceano Pacífico, passou por Brisbane, na Austrália, atravessou o Zimbábue e cruzou novamente o Oceano Atlântico.

O resultado foi exibido em apenas oito quadros. A proposta foi permitir a visualização prática de 186.000 milhas por segundo, número que define a velocidade da luz.

Comparação com avião convencional

O vídeo também comparou o tempo de circunavegação em velocidade de cruzeiro entre 575 mph e 600 mph. Nessa condição, a volta ao mundo poderia ser feita em 42 horas.

Em contraste, na velocidade da luz, o mesmo percurso é concluído em 0,13 segundos, evidenciando a diferença entre meios convencionais e a escala extrema da simulação.

Comparação com a velocidade do som

Para referência adicional, a simulação analisou a volta ao mundo na velocidade do som, cerca de 343 metros por segundo. Embora mais rápida que aviões convencionais, essa velocidade exigiria aproximadamente 32 horas para completar a órbita.

Esse tempo é 10 horas mais rápido que um avião convencional, mas significativamente inferior à velocidade da luz apresentada no vídeo.

Limites atuais e viagens hipersônicas

O conteúdo ressalta que atualmente não existe avião capaz de viajar na velocidade da luz. Também menciona que viagens hipersônicas, a 3.800 milhas por hora, são consideravelmente mais lentas.

Embora improvável atingir tais marcas, simulações permitem visualizar essas escalas. A experiência busca tornar compreensível um conceito que, à prmeira vista, parece difícil de entender e até mesmo nauseante para voos reais em tal velociadade.

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Marcelo
Marcelo
17/02/2026 10:00

próxima vez, facilita. Coloca o link do vídeo pelo menos.

Fabio Lucas Carvalho

Jornalista especializado em uma ampla variedade de temas, como carros, tecnologia, política, indústria naval, geopolítica, energia renovável e economia. Atuo desde 2015 com publicações de destaque em grandes portais de notícias. Minha formação em Gestão em Tecnologia da Informação pela Faculdade de Petrolina (Facape) agrega uma perspectiva técnica única às minhas análises e reportagens. Com mais de 10 mil artigos publicados em veículos de renome, busco sempre trazer informações detalhadas e percepções relevantes para o leitor.

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