Simulação publicada no YouTube pelo canal Airplane Mode detalha percurso iniciado em Nova Iorque, cruzando Estados Unidos, Oceano Pacífico, Brisbane, Zimbábue e Atlântico em apenas 0,13 segundos, comparando a velocidade da luz de 186.000 milhas por segundo com avião convencional e velocidade do som
Uma simulação publicada no YouTube pelo canal Airplane Mode demonstrou como seria orbitar a Terra na velocidade da luz, de 186.000 milhas por segundo. O percurso completo levou 0,13 segundos, equivalente a oito quadros, com partida de Nova Iorque.
velocidade da luz e o tempo de 0,13 segundos
A experiência virtual apresentou a volta ao mundo na velocidade da luz como algo executado em 0,13 segundos. O trajeto incluiu Estados Unidos e Oceano Pacífico, passou por Brisbane, na Austrália, atravessou o Zimbábue e cruzou novamente o Oceano Atlântico.
O resultado foi exibido em apenas oito quadros. A proposta foi permitir a visualização prática de 186.000 milhas por segundo, número que define a velocidade da luz.
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Comparação com avião convencional
O vídeo também comparou o tempo de circunavegação em velocidade de cruzeiro entre 575 mph e 600 mph. Nessa condição, a volta ao mundo poderia ser feita em 42 horas.
Em contraste, na velocidade da luz, o mesmo percurso é concluído em 0,13 segundos, evidenciando a diferença entre meios convencionais e a escala extrema da simulação.
Comparação com a velocidade do som
Para referência adicional, a simulação analisou a volta ao mundo na velocidade do som, cerca de 343 metros por segundo. Embora mais rápida que aviões convencionais, essa velocidade exigiria aproximadamente 32 horas para completar a órbita.
Esse tempo é 10 horas mais rápido que um avião convencional, mas significativamente inferior à velocidade da luz apresentada no vídeo.
Limites atuais e viagens hipersônicas
O conteúdo ressalta que atualmente não existe avião capaz de viajar na velocidade da luz. Também menciona que viagens hipersônicas, a 3.800 milhas por hora, são consideravelmente mais lentas.
Embora improvável atingir tais marcas, simulações permitem visualizar essas escalas. A experiência busca tornar compreensível um conceito que, à prmeira vista, parece difícil de entender e até mesmo nauseante para voos reais em tal velociadade.

próxima vez, facilita. Coloca o link do vídeo pelo menos.