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Trabalhe como Administrador de Banco de Dados em instituição do Sistema Ailos, no turno da tarde/noite com contratação CLT e pacote completo de benefícios corporativos em Blumenau/SC

Publicado em 03/02/2026 às 22:54
Atualizado em 03/02/2026 às 22:55
Administrador de Banco de Dados lidera migração de banco, performance de banco de dados, segurança da informação e cloud em ambiente corporativo.
Administrador de Banco de Dados lidera migração de banco, performance de banco de dados, segurança da informação e cloud em ambiente corporativo.
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Na Central Ailos, o Administrador de Banco de Dados III trabalha das 15:00 às 23:45, operando Oracle, SQL Server e cloud. A função lidera migrações, tuning, backup e controles de acesso, negociando com fornecedores. Contratação é CLT, com assistência médica, odontológica, previdência, PPR e educação, além de seguro de vida.

O Administrador de Banco de Dados entra no turno da tarde/noite quando grande parte do negócio já está rodando em plena carga: fechamentos, integrações, picos de uso e rotinas críticas. Em uma instituição do Sistema Ailos, a missão é manter dados disponíveis, íntegros e rápidos, com decisões técnicas que impactam o que o usuário percebe na ponta.

Ao mesmo tempo em que garante a estabilidade do “agora”, esse perfil conduz a mudança do “amanhã”: migrações, modernização para cloud, melhoria contínua de performance e reforço de segurança. O papel é de referência técnica, com responsabilidade por diagnóstico, desenho de soluções e validação do que entra em produção.

O que o turno tarde/noite revela sobre prioridade e risco

O turno das 15:00 às 23:45 costuma concentrar cenários em que “um detalhe vira incidente”: cargas assíncronas disputando I/O, janelas de manutenção menores, replicações atrasando e sistemas sensíveis a latência. Por isso, o Administrador de Banco de Dados precisa trabalhar com monitoramento real, observabilidade de métricas e disciplina de mudança, evitando correções “no susto”.

Nessa faixa do dia, a coordenação com áreas de produto, infraestrutura e segurança vira parte do trabalho técnico. Não é só responder a alertas: é antecipar por meio de análises proativas de performance, revisão de arquitetura e priorização de melhorias que ampliem escalabilidade sem sacrificar estabilidade.

Migrações e cloud: quando modernizar exige método e liderança

Liderar migração de banco não é “copiar dados” — é orquestrar compatibilidade, janelas, rollback, testes e riscos. O Administrador de Banco de Dados planeja etapas, valida requisitos, define critérios de sucesso e conduz a execução com trilhas de auditoria e documentação suficiente para que o ambiente sobreviva ao pós-mudança.

Quando a migração envolve cloud (AWS, Azure ou Oracle Cloud), o trabalho ganha camadas adicionais: rede, latência, IAM, criptografia, custos por consumo e desenho de alta disponibilidade. A escolha técnica precisa caber no orçamento e na operação, e isso exige capacidade de traduzir trade-offs (custo versus performance, flexibilidade versus governança) para decisões sustentáveis.

Performance e tuning: diagnóstico antes do “remédio”

O coração da função está em transformar sintomas em causa raiz: consultas lentas, lock contention, filas de CPU, gargalos de storage, estatísticas desatualizadas e rotinas que degradam com o tempo. O Administrador de Banco de Dados conduz diagnósticos detalhados e aplica tuning com critério, entendendo o efeito de índices, planos de execução, particionamento e parâmetros de engine.

Essa vaga pressupõe domínio de SQL e de objetos de banco como procedures, views, triggers e functions, além de ferramentas de manutenção e automação. O objetivo não é “mexer muito”, é mexer certo: medir antes, alterar, validar resultado e monitorar regressão, mantendo capacidade de resposta e previsibilidade.

Segurança e governança: acesso mínimo, auditoria máxima

Em ambientes com dados sensíveis, segurança não é checklist: é rotina. O Administrador de Banco de Dados cumpre políticas de segurança da informação controlando acessos, revisando permissões e estruturando controles que reflitam critérios técnicos e normativos, reduzindo privilégios excessivos e rastreando alterações críticas.

A governança se materializa em processos: segregação de funções, trilhas de auditoria, revisão periódica de acessos e padronização de autenticação/autorizações. Um banco “rápido” que não é seguro vira risco operacional, e o papel da função é equilibrar proteção com continuidade, evitando travas que impeçam o negócio de operar.

Backup, restore e disaster recovery: continuidade sem heroísmo

Estratégias de backup e restore não podem existir só “no papel”. O Administrador de Banco de Dados propõe, implementa e acompanha políticas, configurando ferramentas, definindo RPO/RTO práticos e validando restaurações em cenários reais, porque o teste é o que separa plano de promessa.

A atuação também envolve alta disponibilidade e disaster recovery: replicação, clusters, procedimentos de atualização, janelas de manutenção e planos de contingência. O melhor incidente é o que não acontece — e o segundo melhor é o que termina rápido, com rastreabilidade e sem perda relevante de dados.

Stack, requisitos e como funciona a jornada de seleção

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A posição pede formação superior em Ciência da Computação, Análise de Sistemas ou áreas afins e especialização completa na área. Na prática, isso se traduz em maturidade para operar bancos relacionais e não relacionais (Oracle, SQL Server, MySQL, PostgreSQL, MongoDB), além de lidar com replicação, ambientes em cloud e, quando necessário, tecnologias como Progress e Dataserver.

Também entram competências de plataforma: Linux, UNIX (AIX) e Windows, além de comunicação assertiva e postura proativa para conduzir mudanças com múltiplos times. O processo seletivo segue etapas claras: cadastro, triagem curricular, avaliação comportamental (PDA), entrevista com gestão de pessoas, entrevista com gestor, pesquisa de satisfação e contratação. A contratação é CLT e o pacote de benefícios inclui assistência médica e odontológica, participação nos resultados, previdência privada, seguro de vida, investimento em educação, vale refeição/alimentação, vale transporte e apoio infantil/babá, entre outros.

Essa vaga coloca o Administrador de Banco de Dados no centro de três frentes que raramente andam separadas: estabilidade do dia a dia, modernização (especialmente em cloud) e segurança com governança real. Quem assume esse posto não “cuida de banco”: sustenta serviços que dependem do dado para existir, com método, liderança e responsabilidade técnica.

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Maria Heloisa Barbosa Borges

Falo sobre construção, mineração, minas brasileiras, petróleo e grandes projetos ferroviários e de engenharia civil. Diariamente escrevo sobre curiosidades do mercado brasileiro.

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