Projeto científico propõe cortina submarina para bloquear correntes quentes e tentar estabilizar a chamada Geleira do Juízo Final
Uma proposta de grande impacto climático foi apresentada recentemente por pesquisadores internacionais, atraindo atenção da comunidade científica global. Em 2025, o Seabed Curtain Project propôs a instalação de uma estrutura submersa para tentar retardar o degelo da geleira Thwaites, localizada na Antártida Ocidental.
Conhecida como “Geleira do Juízo Final”, a formação é considerada uma das mais instáveis do planeta e desempenha papel estratégico na estabilidade do manto de gelo antártico. De acordo com informações divulgadas pelo UOL em 2025, o colapso total da geleira poderia elevar o nível global do mar em cerca de 65 centímetros, afetando cidades costeiras e milhões de pessoas.
Além disso, especialistas alertam que a perda da Thwaites pode acelerar o derretimento de outras áreas da Antártida Ocidental, ampliando riscos no longo prazo. Esse cenário reforça a preocupação crescente com os impactos climáticos associados à instabilidade da região.
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Importância estratégica da geleira Thwaites
Localizada na Antártida Ocidental, a geleira Thwaites possui dimensões comparáveis às do estado do Paraná e concentra uma das maiores massas de gelo do mundo. Em alguns pontos, segundo dados citados pelo UOL, a camada de gelo pode atingir até 2.000 metros de espessura, evidenciando sua magnitude geográfica.

Essa imensa estrutura atua como barreira natural para o restante do manto de gelo da região. Caso sua estabilidade seja comprometida, impactos globais poderão ser desencadeados, especialmente em áreas costeiras densamente povoadas.
Nesse contexto, a elevação do nível do mar ampliaria pressões sobre centros urbanos e infraestruturas estratégicas. Por isso, a preservação da geleira tornou-se tema prioritário em debates científicos internacionais.
Projeto prevê cortina submarina a 650 metros de profundidade
O Seabed Curtain Project, divulgado em 2025, propõe a instalação de uma grande cortina submersa ancorada no leito marinho, em frente à geleira. Segundo os idealizadores, a estrutura seria fixada a aproximadamente 650 metros de profundidade.
A função principal seria bloquear correntes oceânicas quentes que avançam sob o gelo. Ao mesmo tempo, a passagem de água fria superficial seria permitida para preservar o equilíbrio térmico da região.
Até o momento, o material definitivo da estrutura ainda não foi definido pelos pesquisadores. Mesmo assim, os autores defendem que, apesar dos custos elevados e dos desafios técnicos, a tentativa deve ser considerada diante da urgência climática.
Custos bilionários e riscos econômicos
As estimativas indicam que o projeto pode custar entre US$ 40 bilhões e US$ 80 bilhões. Na cotação atual, o valor corresponde a aproximadamente R$ 418 bilhões, tornando a proposta uma das mais ambiciosas já discutidas na área climática.
Caso a iniciativa não alcance os resultados esperados, os danos econômicos globais associados à elevação do nível do mar poderão atingir a casa dos trilhões. Por isso, a viabilidade técnica e financeira tem sido amplamente debatida por especialistas.
Além do impacto financeiro direto, a decisão envolve responsabilidades políticas e ambientais de longo prazo. Assim, o tema ganhou relevância em fóruns científicos e estratégicos internacionais.
Comunidade científica diverge sobre geoengenharia polar
Embora a proposta seja considerada inovadora, ela divide especialistas. Autores de um artigo publicado em 2025 afirmam que intervenções de geoengenharia polar podem ser extremamente caras e tecnicamente complexas.
Além disso, pesquisadores alertam que ambientes extremos como o da Antártida impõem obstáculos logísticos significativos. Também há preocupações relacionadas a possíveis impactos em ecossistemas marinhos frágeis.
Enquanto alguns cientistas defendem que não há alternativa diante do avanço acelerado do degelo, outros pedem cautela. Para esses pesquisadores, avaliações rigorosas devem anteceder qualquer implementação em larga escala.
Testes iniciais já estão em andamento
Atualmente, testes em menor escala estão sendo conduzidos por uma iniciativa da Universidade Ártica da Noruega, em colaboração com o Seabed Curtain Project. Esses experimentos buscam avaliar a viabilidade técnica da estrutura antes de qualquer aplicação definitiva na Antártida.
Ainda não há definição sobre eventual implementação em grande escala. Contudo, os estudos seguem em andamento e continuam alimentando o debate científico internacional.
Enquanto isso, o futuro da geleira Thwaites permanece no centro de discussões sobre riscos climáticos e soluções tecnológicas.
Diante desse cenário, a comunidade internacional deverá priorizar intervenções estruturais ou concentrar esforços em políticas globais de mitigação climática?

Deveria de utilizar as placas solares para fazer um ar condicionado ou um freezer gigantesco para ajudar a manta que ficará submersa a ajudar no resfriamento,e isso os governantes mundias têm por obrigação de liberar as verbas sem querem nada em troca
Não fala **** pelo amor de Deus
What a ridiculous idea, abyssal effort and cost, for a temporary workaround, that doesn’t touch the real problem at all… And still assuming it’s a real problem.
What a pile of foolishness. The number 1 reason is Elon Musk. Spacex and all trying to be like spacex are causing major OZONE holes. Yes they heal but the heat from the sun that comes through our atmosphere is staggering. Jet planes same just not as localized. Insane people do insane things.