À espera de nova campanha offshore, o flotel Safe Concordia que estava sob contrato com a norueguesa Equinor passará por manutenção no Porto do Açu
O flotel Safe Concordia está atracado desde o início deste mês no Porto do Açu, em São João da Barra (RJ). A unidade de manutenção e segurança (UMS) estava sob contrato com a norueguesa Equinor. CNPE aprova redução de royalties e beneficia mais de 20 de petroleiras
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A Prosafe e a Porto do Açu assinaram contrato para que a unidade fique abrigada no local por seis meses, prazo que poderá ser estendido por até um ano.
Nesse período de seis meses em que o flotel ficará atracado no o Porto do Açu, em São João da Barra (RJ), a Prosafe aproveitará esse regime de “warm stacking” para realizar operação de manutenção da unidade.
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O flotel estava sob contrato com a Equinor desde janeiro, apoiando os serviços de manutenção e segurança no FPSO de Peregrino, na Bacia de Campos, no litoral do Brasil.
O flotel foi dispensado pela Equinor após concluir suas atividades contratuais de apoio. O contrato teve uma duração de 120 dias e ficou em dia durante toda a operação no trimestre.
Segundo a Prosafe, a empresa não esperava que a Equinor estendesse do contrato, uma vez que a norueguesa teve a opção de estender o acordo até julho e não se manifestou.
Petrobras tenta renegociar contrato de plataformas da Prosafe no Brasil
Desde o início de abril, a Petrobras solicitou à Prosafe que concordasse com a suspensão do contrato das plataformas Safe Notos e Safe Eurus por um período de até 120 dias.
Antes da solicitação, em março, os tripulantes de ambas as embarcações foram desmobilizados e as unidades foram parcialmente hibernadas e movidas para mais perto da costa.
O Safe Notos mantém contrato com a Petrobras desde o início de dezembro de 2016, enquanto o Safe Eurus fornece suporte de segurança e manutenção ao operador em um contrato de três anos desde novembro do ano passado.
Além das plataformas no Brasil a cargo da Petrobras, a Prosafe também teme ficar com sua frota hibernada em breve também em contratos com a Total, Shell e a norueguesa EnQuest, no Mar do Norte.
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