Leonardo Borges, de 32 anos, identificou a tendência do morango cravejado nas redes, quase descartou a ideia, mudou de estratégia e desenvolveu a receita em 7 dias; cerca de 10 mil unidades foram vendidas em aproximadamente dez dias, enquanto a Flakes faturou R$ 200 mil em um fim de semana.
Em setembro de 2026, o morango cravejado já havia transformado a rotina da Flakes, confeitaria comandada pelo empreendedor Leonardo Borges, de 32 anos. Depois de observar o doce aparecer repetidamente nas redes sociais, ele decidiu desenvolver uma versão própria e viu cerca de 10 mil unidades serem vendidas em aproximadamente dez dias.
Segundo reportagem publicada pela Pequenas Empresas & Grandes Negócios (PEGN) em 11 de setembro de 2026, Borges inicialmente cogitou não entrar na tendência. Ele mudou de estratégia conforme o produto ganhou força nas redes e levou cerca de sete dias entre identificar o movimento e concluir a receita que seria colocada no cardápio.
Tendência começou a se repetir nas redes sociais

O ponto de partida não foi uma ideia planejada com meses de antecedência. Borges percebeu que conteúdos relacionados ao novo doce estavam aparecendo repetidamente nas redes sociais e que outras confeitarias já começavam a explorar a novidade.
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A movimentação ganhou força em agosto. O morango cravejado começou a ocupar espaço nos feeds, chamando atenção suficiente para que o empreendedor observasse que não se tratava mais de uma publicação isolada, mas de uma tendência em expansão.
Empreendedor quase decidiu não apostar na novidade
Mesmo percebendo o interesse crescente, Leonardo Borges não aderiu imediatamente. Segundo a PEGN, ele chegou a considerar não apostar no produto, decisão que poderia ter deixado a Flakes fora de uma das tendências de confeitaria daquele momento.
A avaliação mudou conforme os conteúdos sobre o doce continuaram circulando. Em vez de ignorar a movimentação, Borges decidiu testar a oportunidade e iniciou o processo para transformar a tendência vista nas redes em um produto próprio da confeitaria.
Receita do morango cravejado levou 7 dias para ficar pronta
Entre identificar a tendência e desenvolver a receita, passaram-se aproximadamente sete dias. O intervalo mostra a velocidade com que a confeitaria precisou reagir para aproveitar um produto que estava ganhando popularidade rapidamente.
A versão da Flakes combina morango, brigadeiro, chocolate branco e caramelo crocante. Foi essa composição que passou a ser vendida no cardápio depois do período de desenvolvimento da receita.
Doce chegou ao cardápio enquanto tendência ainda crescia
A rapidez foi importante porque o interesse pelo produto estava diretamente associado ao movimento nas redes sociais. Quando a Flakes colocou sua versão à venda, o morango cravejado ainda aparecia com frequência nos conteúdos acompanhados pelo empreendedor.
A estratégia permitiu que a empresa entrasse na tendência enquanto ela ainda atraía consumidores. A fonte não detalha cada etapa de testes feita durante aqueles sete dias, portanto não é possível afirmar além do período informado e dos ingredientes apresentados na receita final.
Cerca de 10 mil unidades foram vendidas em aproximadamente 10 dias
Depois do lançamento, o volume cresceu rapidamente. Segundo a PEGN, a Flakes vendeu cerca de 10 mil unidades de morango cravejado em aproximadamente dez dias, número que dimensiona a velocidade da procura pelo novo item.
Isso significa que a resposta do público ocorreu praticamente logo após a entrada do produto no cardápio. O resultado também obrigou a confeitaria a adaptar sua operação para conseguir acompanhar a demanda criada pelo doce.
Cada unidade começou a ser vendida a partir de R$ 32
O produto chegou ao consumidor com preço inicial de R$ 32 por unidade. A reportagem apresenta esse valor como ponto de partida para a comercialização do doce pela confeitaria.
A combinação entre preço, alto volume de vendas e procura concentrada ajuda a explicar o impacto financeiro registrado. Ainda assim, os números de unidades vendidas e faturamento devem ser analisados separadamente, já que a fonte não detalha custos, margem líquida ou lucro obtido com o produto.
Faturamento chegou a R$ 200 mil em um único fim de semana
O ponto mais expressivo da repercussão comercial veio em um fim de semana, quando a empresa registrou R$ 200 mil em faturamento com a movimentação provocada pelo morango cravejado.
O valor representa faturamento, e não lucro. A reportagem fornecida não detalha despesas com ingredientes, equipe, operação ou outros custos relacionados à produção, portanto não é possível calcular quanto efetivamente permaneceu para o negócio depois das vendas.
Operação precisou acompanhar a explosão da procura
A PEGN informa que a Flakes adaptou sua operação para atender à demanda. Esse movimento se tornou necessário porque a quantidade de pedidos cresceu em um intervalo muito curto após o lançamento.
Com cerca de 10 mil unidades vendidas em aproximadamente dez dias, o morango cravejado deixou rapidamente de ser apenas um teste de tendência e passou a exigir capacidade operacional compatível com o interesse dos consumidores.
Redes sociais funcionaram como sinal para a decisão
O caso mostra como Borges utilizou a repetição de conteúdos como um sinal de mercado. Ele não criou a tendência, mas percebeu que o doce começava a aparecer em diferentes confeitarias e decidiu avaliar se havia espaço para uma versão própria.
A mudança de posição foi decisiva. Aquilo que inicialmente poderia ser descartado virou um produto desenvolvido em sete dias, lançado enquanto o interesse ainda estava em alta e capaz de gerar milhares de vendas em um período curto.
Morango cravejado reuniu quatro elementos na mesma sobremesa
A receita apresentada pela empresa une morango, brigadeiro, chocolate branco e uma cobertura de caramelo crocante. Essa combinação forma o produto que passou a integrar o cardápio da Flakes durante a tendência.
Embora a repercussão nas redes tenha ajudado a levar consumidores até o produto, os números divulgados mostram que o interesse também se converteu em compra. Cerca de 10 mil unidades saíram em aproximadamente dez dias, segundo a reportagem.
Decisão tomada em poucos dias mudou o resultado da confeitaria
A sequência ocorreu rapidamente: Borges identificou a repetição do produto nas redes, pensou em não apostar na tendência, reconsiderou, desenvolveu a receita em aproximadamente sete dias e colocou o doce à venda.
Pouco depois, a Flakes já acumulava cerca de 10 mil unidades comercializadas e havia registrado R$ 200 mil de faturamento em apenas um fim de semana. O resultado transformou uma tendência observada nas redes em uma movimentação relevante para o negócio.
Do quase “não” a milhares de unidades vendidas
O aspecto mais curioso da história está justamente na hesitação inicial. O morango cravejado poderia ter sido apenas mais uma tendência observada por Leonardo Borges, mas a decisão de mudar de estratégia colocou a confeitaria dentro do movimento enquanto ele ainda ganhava força.
Em cerca de dez dias, o produto chegou à marca de aproximadamente 10 mil unidades vendidas, depois de uma receita desenvolvida em uma semana. Na sua opinião, o que mais pesa em casos assim: perceber a tendência antes dos concorrentes, desenvolver rápido o produto ou conseguir transformar viralização em venda real? Conte nos comentários.
