A entrada de Ronaldinho Gaúcho na vaquejada foi anunciada durante evento em Sousa, na Paraíba, onde o ex-jogador passou a integrar uma sociedade com Thiago Cartaxo e o Haras Cartaxo para investir em cavalos Quarto de Milha, aproximando sua imagem de uma cadeia que reúne criação, genética e leilões especializados.
Ronaldinho Gaúcho deixou de ser apenas um visitante do universo equestre e passou a investir diretamente em cavalos Quarto de Milha voltados à vaquejada, por meio de uma sociedade com Thiago Cartaxo e o Haras Cartaxo. O anúncio ocorreu durante a 5ª Vaquejada do Parque Genésio Araújo, em Sousa, na Paraíba, colocando o ex-jogador dentro de uma cadeia que envolve criação, genética, reprodução, leilões e competições.
As informações foram publicadas pelo Compre Rural em 24 de julho de 2026, com atualização no mesmo dia. A fonte não apresenta uma data separada para a formalização da sociedade, mas informa que Ronaldinho foi apresentado como novo investidor durante o evento em Sousa. A parceria marca sua entrada no setor como investidor, e não apenas como personalidade associada à divulgação da modalidade.
Ronaldinho Gaúcho entra na vaquejada em sociedade com Thiago Cartaxo
A entrada de Ronaldinho Gaúcho ocorreu por meio da parceria com Thiago Cartaxo, proprietário do Haras Cartaxo e nome ligado à criação de animais voltados à modalidade. Conforme a fonte, o ex-jogador começa a participar do setor investindo em exemplares da raça Quarto de Milha destinados à vaquejada.
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O movimento coloca Ronaldinho dentro da atividade econômica ligada aos cavalos atletas, uma estrutura que vai além das disputas realizadas nas pistas. A operação envolve seleção de animais, criação, reprodução, comercialização e preparação de exemplares direcionados ao desempenho esportivo.
Quarto de Milha está no centro do novo investimento
A raça escolhida para essa entrada é o Quarto de Milha, apontado pelo Compre Rural como a principal utilizada na vaquejada brasileira. A combinação entre velocidade, explosão e utilização consolidada na modalidade transformou esses animais em parte central do mercado relacionado às competições.
Dentro dessa cadeia, o valor econômico não depende apenas da participação do cavalo em provas. Genética, reprodução, transferência de embriões, comercialização de coberturas e leilões fazem parte do mercado citado pela fonte, especialmente entre criadores interessados em animais de alto desempenho.
Genética e leilões ampliam a atividade para além das pistas
A sociedade entre Ronaldinho Gaúcho e Thiago Cartaxo chama atenção justamente porque a vaquejada funciona como ponto de encontro de diferentes atividades. Criadores podem trabalhar desde a seleção genética até a reprodução dos animais, enquanto leilões e negociações conectam haras, competidores e investidores.
O Compre Rural afirma que exemplares do segmento podem alcançar negociações milionárias, reflexo do grau de profissionalização atribuído ao mercado. Isso significa que o investimento em um cavalo de competição pode envolver linhagem, reprodução e valorização genética, além do desempenho apresentado dentro da pista.
Evento em Sousa distribui mais de R$ 450 mil em prêmios
O anúncio da parceria ocorreu durante a 5ª Vaquejada do Parque Genésio Araújo, em Sousa, no interior da Paraíba. Segundo a publicação, o evento faz parte do Circuito Nacional de Vaquejada e oferece mais de R$ 450 mil em premiações, além de reunir exposição de animais, competidores e atividades comerciais.
Esse número corresponde especificamente à etapa mencionada pela fonte e não deve ser interpretado como valor padrão de todas as competições de vaquejada realizadas no país. Ainda assim, a premiação ajuda a dimensionar a estrutura econômica alcançada por grandes eventos da modalidade, que concentram animais, equipes, criadores e negócios em torno das disputas.
Cadeia envolve criação, reprodução, veterinária e alimentação animal
O mercado relacionado à vaquejada não termina na compra e venda dos cavalos. A fonte destaca uma cadeia que inclui criação, genética, reprodução, medicina veterinária, nutrição animal, eventos, comércio, turismo e outras atividades associadas à realização das competições.
Nesse contexto, a chegada de Ronaldinho Gaúcho ocorre em uma atividade ligada diretamente ao agronegócio e ao setor equestre. Cada animal de competição depende de uma estrutura que começa muito antes da entrada na pista, envolvendo manejo, alimentação, acompanhamento veterinário, treinamento e decisões de reprodução.
Haras Cartaxo passa a dividir projeto com um nome do futebol mundial
Para o Haras Cartaxo, a parceria associa sua atuação no mercado equestre a uma personalidade conhecida internacionalmente. Thiago Cartaxo já estava inserido no segmento como criador e organizador ligado à vaquejada, enquanto Ronaldinho chega ao projeto trazendo uma trajetória construída em outro universo esportivo.
Apesar da projeção do ex-jogador, a sociedade anunciada tem como objeto concreto o investimento em cavalos Quarto de Milha, e não apenas uma ação de publicidade. A reportagem fornecida não informa valores investidos, quantidade de animais adquiridos, participação societária de cada lado ou detalhes financeiros do acordo.
ABVAQ confirma início da trajetória como investidor
Durante o evento, a Associação Brasileira de Vaquejada, a ABVAQ, informou que Ronaldinho Gaúcho inicia oficialmente sua trajetória como investidor em cavalos da raça Quarto de Milha destinados à modalidade. A informação reforça que a nova ligação com o setor está relacionada à propriedade e ao desenvolvimento de animais.
A entidade também deixou aberta, conforme o relato publicado pelo Compre Rural, a possibilidade de o ex-jogador eventualmente aparecer competindo. Não existe, porém, confirmação de que Ronaldinho vá disputar provas, de modo que sua participação documentada neste momento é a de investidor.
Entrada de Ronaldinho pode aumentar a exposição do mercado equestre
A presença de uma figura conhecida mundialmente tende a colocar mais atenção sobre uma atividade que já possui público próprio e uma cadeia econômica estabelecida. Ronaldinho Gaúcho reúne grande reconhecimento internacional por sua carreira no futebol, característica que pode levar novos públicos a observar o mercado do Quarto de Milha e a própria vaquejada.
Esse possível aumento de visibilidade, contudo, deve ser separado dos resultados comerciais da sociedade, que ainda não foram apresentados. A fonte não informa metas de vendas, quantidade de animais, faturamento esperado ou valores destinados ao projeto, portanto não é possível medir financeiramente o impacto da parceria neste momento.
Dos gramados para um mercado baseado em cavalos, genética e competição
A entrada de Ronaldinho Gaúcho na vaquejada cria uma conexão pouco comum entre o futebol de alcance mundial e um segmento rural baseado em criação de cavalos atletas. Ao lado de Thiago Cartaxo, o ex-jogador passa a integrar um mercado no qual genética, reprodução, treinamento, leilões e competições fazem parte da mesma cadeia.
O anúncio em Sousa mostra que o novo passo de Ronaldinho está ligado a uma atividade econômica concreta dentro do universo do Quarto de Milha, enquanto a etapa que recebeu sua apresentação distribui mais de R$ 450 mil em prêmios. Para você, a entrada de nomes conhecidos pode fortalecer o mercado de cavalos e a vaquejada ou a modalidade deve crescer principalmente pela força de seus próprios criadores e competidores? Deixe sua opinião nos comentários.
