Laíla Ribeiro e Leonardo Corrêa trocaram São Paulo por Florianópolis e transformaram o interesse por alimentação em uma fazenda vertical. A Fazendas Bioma cultiva microverdes em ambiente fechado e controlado, colhe 1,5 mil unidades por semana, atende 95 pontos de venda, emprega nove pessoas e fatura R$ 50 mil mensais.
A fazenda vertical criada por Laíla Ribeiro e Leonardo Corrêa em Florianópolis reúne agricultura urbana e automação para produzir microverdes dentro da cidade. Ela é advogada; ele, engenheiro de produção. Juntos, estruturaram a Fazendas Bioma, empresa que trabalha em ambiente fechado e controlado na capital catarinense.
Segundo reportagem de Felipe Lessa publicada pela PEGN em 6 de setembro de 2026, o negócio registra faturamento mensal de cerca de R$ 50 mil, mantém nove funcionários e abastece 95 pontos de venda. A produção chega a aproximadamente 1,5 mil unidades por semana.
Mudança de São Paulo começou com plano de formar família
A origem da empresa está ligada a uma mudança pessoal. Há sete anos, Laíla e Leonardo decidiram sair do ritmo de São Paulo e se mudar para Florianópolis, onde pretendiam formar família.
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A mudança de cidade também abriu espaço para uma transição profissional. O interesse de Laíla pela área de alimentação ajudou a direcionar o casal para um modelo de produção que pudesse funcionar próximo dos consumidores.
Conceito de fazenda vertical chamou atenção de Laíla

Laíla afirmou à PEGN que sempre teve interesse pela área de alimentação. Ao conhecer o conceito de fazenda vertical, percebeu a possibilidade de produzir alimentos perto das pessoas, característica que chamou sua atenção.
Esse contato com o modelo ajudou a transformar um interesse pessoal em atividade empresarial. Em vez de depender de uma grande área agrícola distante do centro urbano, a proposta passou a ser organizar a produção dentro de Florianópolis.
Microverdes são cultivados em ambiente fechado e controlado
A Fazendas Bioma trabalha com microverdes, vegetais colhidos ainda nos estágios iniciais de desenvolvimento. A produção acontece em um espaço fechado e controlado, seguindo o modelo adotado pela empresa para manter o cultivo dentro da cidade.
A reportagem também informa que a fazenda vertical utiliza tecnologia própria e trabalha com produção sob demanda. Essas características fazem parte da estrutura usada para organizar o cultivo e atender os clientes da operação.
Produção chega a 1,5 mil unidades por semana
Sete anos depois do início dessa trajetória, a escala alcançada pelo negócio já pode ser medida pelo volume produzido. A Fazendas Bioma colhe aproximadamente 1,5 mil unidades de microverdes por semana.
A fonte não detalha, no trecho disponibilizado, como esse volume se divide entre espécies ou formatos de produto. O dado permite, porém, dimensionar a operação atual da fazenda vertical sem extrapolar informações sobre capacidade máxima ou produtividade futura.
Fazenda abastece 95 pontos de venda

A produção não permanece restrita à própria unidade. Segundo a PEGN, os microverdes cultivados pela empresa chegam atualmente a 95 pontos de venda.
O número mostra que o negócio construiu uma rede comercial para distribuir aquilo que produz dentro de Florianópolis. A fonte não especifica, no conteúdo fornecido, a divisão desses clientes por categoria ou localização, portanto não é possível detalhar quais estabelecimentos concentram as vendas.
Nove pessoas trabalham atualmente na operação
Além dos dois fundadores, a Fazendas Bioma mantém uma equipe de nove funcionários, segundo os dados publicados em setembro de 2026.
A fazenda vertical deixou, portanto, de ser apenas um projeto conduzido pelo casal para operar com uma equipe estruturada. A reportagem fornecida não detalha cargos, jornadas ou divisão das funções entre cultivo, tecnologia, logística e área comercial.
Faturamento mensal chegou a cerca de R$ 50 mil
O negócio registra atualmente faturamento mensal de aproximadamente R$ 50 mil, segundo a PEGN. O valor se refere à receita da operação e não deve ser confundido com lucro dos proprietários.
A fonte fornecida não informa custos de energia, insumos, salários, aluguel, investimento inicial ou margem líquida. Por isso, os R$ 50 mil permitem medir o tamanho da receita mensal, mas não determinar quanto efetivamente sobra para o casal após as despesas.
Automação entrou na agricultura urbana do casal
A formação de Leonardo como engenheiro de produção aparece junto ao uso de automação na estruturação da empresa. A reportagem descreve a Fazendas Bioma como resultado da combinação entre automação e agricultura urbana.
Essa característica ajuda a explicar a lógica da fazenda vertical: o cultivo é realizado em um ambiente controlado dentro da cidade, com tecnologia incorporada ao processo produtivo. A fonte não detalha quais equipamentos, softwares ou sistemas de automação são utilizados.
Produção sob demanda faz parte do modelo
Outro elemento destacado pela PEGN é a produção sob demanda. Em vez de a reportagem apresentar apenas o volume semanal, ela associa a operação a um modelo organizado de acordo com a demanda atendida pelo negócio.
Essa estrutura convive atualmente com uma produção de 1,5 mil unidades semanais e 95 pontos de venda. Os números mostram a escala alcançada, embora a fonte não forneça índices de perdas, capacidade ociosa ou limites máximos de produção.
Empresa já olha para expansão por franquias
Depois de estruturar a operação em Florianópolis, a Fazendas Bioma também planeja expansão por meio de franquias, conforme informado pela PEGN.
A reportagem fornecida não apresenta, no trecho disponível, valores de investimento, número de unidades previstas ou cronograma dessa expansão. Portanto, o projeto de franquias deve ser tratado como plano da empresa, e não como uma rede já implantada.
De mudança de cidade a negócio urbano de R$ 50 mil mensais
A história começou com Laíla Ribeiro e Leonardo Corrêa deixando São Paulo para formar família em Florianópolis. Sete anos depois, o casal está à frente de uma fazenda vertical que produz microverdes dentro da cidade, emprega nove pessoas e atende dezenas de pontos de venda.
A Fazendas Bioma chegou a 1,5 mil unidades por semana, 95 pontos de venda e faturamento mensal de cerca de R$ 50 mil, enquanto prepara uma possível expansão por franquias. Para você, negócios de produção de alimentos dentro das cidades tendem a ganhar mais espaço nos próximos anos ou continuarão sendo um nicho? Conte nos comentários.
