Casa de plástico ganha placa cimentícia e textura hidrorrepelente com 10 anos de garantia, móveis 100% em plástico reciclado e portas minimalistas, prometendo conforto térmico e acústico
A casa de plástico apresentada na Feicon chamou atenção por um detalhe que parece exagero, mas é o centro da proposta: uma casa dessa “sobe em 4 horas”, segundo o relato do vídeo. O projeto sai da fábrica para a feira já pronto e acabado, destacando rapidez de montagem e um sistema de encaixe que reduz etapas de obra.
Além do tempo de execução, o que mais pesa para o público é a dúvida sobre segurança e conforto. A empresa afirma que o material entrega desempenho térmico e acústico e que está finalizando testes ligados à norma de desempenho para habitações, buscando homologação para financiamentos e programas habitacionais.
Fachada com placa cimentícia e textura “nano rocha” com garantia

Logo na entrada, o vídeo destaca o acabamento externo. A casa recebeu revestimento com placa cimentícia e textura chamada “nano rocha”, descrita como pó de pedra transformado em textura com acabamento.
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A promessa é de super aderência, caráter hidrorrepelente, que não perde cor e alta resistência, com menção a 10 anos de garantia para não perder cor por usar o pó da pedra. Em um lado, a placa cimentícia aparece parafusada no tijolo ou bloco; em outro, o acabamento foi aplicado direto sobre o bloco.
Interior com áreas no bloco e revestimento em pontos úmidos
Por dentro, o vídeo cita revestimento na parte úmida da cozinha com ladrilho e placa cimentícia, além de ripado em algumas áreas, como no lavabo. Em outros pontos, a proposta é deixar o bloco aparente, mostrando o sistema e a ideia de montagem.

O encaixe é descrito como “macho e fêmea”, e o vídeo sugere que esse tipo de encaixe contribui para o comportamento térmico, ligado à forma como a casa faz troca de calor.
Móveis 100% em plástico e portas minimalistas
Um dos diferenciais do projeto é o mobiliário. A casa aparece com mobiliário feito 100% com o material, com a proposta de substituir MDF por plástico em projetos desenhados por arquitetos, mantendo acessórios adaptáveis.
Também são citados caixilhos e portas minimalistas, como portas de correr pretas. Há menção de balcão em plástico reciclado, reforçando a ideia de integrar estrutura e acabamentos no mesmo conceito.
Como a montagem em 4 horas é mostrada na feira

Na Feicon, o vídeo apresenta uma sequência com fases de obra: preparação, colocação de requadro como baldrame, barras roscadas tirantadas, a casa subindo e a casa pronta. A ideia é evidenciar que o sistema tem começo, meio e fim com prazos mais previsíveis.
A fala reforça que não exige mão de obra especializada, apontando ganho de prazo e uma construção com cronograma mais controlável.
Segurança, desempenho e caminho para financiamento
A principal dúvida do público, segundo o vídeo, é se o material pega fogo e como fica a sensação térmica e acústica. A empresa afirma que está conduzindo testes de desempenho com uma universidade, citando a norma 15575 e dizendo que falta um teste para finalizar.
O objetivo declarado é homologar o produto para poder ser financiado por programas como Minha Casa Minha Vida, além de outras linhas habitacionais. O vídeo ainda traz um relato de validação prática: uma pessoa diz ter morado na primeira casa por três meses e validado o produto.
Caixas de encaixe e promessa de ganho logístico
Além da casa, o vídeo apresenta linhas de caixas montáveis com placas e encaixe. A proposta é montar em um minuto e ganhar logística por serem leves, com comparação de carregamento em veículo para ilustrar o volume possível.
No conjunto, a casa aparece como vitrine de uma construção industrializada que tenta resolver três dores ao mesmo tempo: prazo, mão de obra e desempenho.
Você moraria em uma casa montada em 4 horas se ela fosse homologada e financiável, ou ainda preferiria alvenaria tradicional?


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