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Cada minuto contava para a criança de 3 anos que esperava um rim no Paraná: em vez de horas de ambulância pela estrada, uma operação aérea da Casa Militar atravessou o estado em um voo de 18 minutos e entregou o órgão em Curitiba dentro da janela de tempo que separa um transplante que dá certo de um rim perdido

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Escrito por Bruno Teles Publicado em 28/08/2026 às 11:42 Atualizado em 28/08/2026 às 11:43
Criança de 3 anos foi transportada para transplante de rim em Curitiba em apenas 18 minutos durante operação aeromédica da PRF no Paraná.
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Em outubro de 2024, uma criança de três anos foi transportada de helicóptero para um transplante de rim em Curitiba. A operação reduziu o deslocamento para apenas 18 minutos e integrou o serviço aeromédico da PRF, que acumulou 484 resgates e remoções e 600 horas de voo em dois anos.

Uma criança de 3 anos que precisava passar por um transplante de rim em Curitiba foi transportada por via aérea em outubro de 2024, em uma operação que reduziu o tempo de deslocamento para apenas 18 minutos. A missão entrou para a lista de atendimentos de maior complexidade realizados pelo serviço aeromédico da Polícia Rodoviária Federal no Paraná.

Segundo reportagem publicada pelo Resgate Aeromédico em 15 de agosto de 2025, assinada por Thiago Pedrezani, a missão fez parte dos primeiros dois anos do serviço aeromédico da PRF após sua reativação no estado. Desde agosto de 2023, as aeronaves atuam em parceria com o SAMU em resgates, remoções de pacientes e operações policiais e humanitárias.

Criança de 3 anos foi levada para transplante em Curitiba

Criança de 3 anos foi transportada para transplante de rim em Curitiba em apenas 18 minutos durante operação aeromédica da PRF no Paraná.
Criança de 3 anos foi transportada para transplante de rim em Curitiba em apenas 18 minutos durante operação aeromédica da PRF no Paraná.

A operação ocorreu em outubro de 2024 e tinha como destino Curitiba.

A criança de três anos precisava ser transportada para realizar um transplante de rim.

O deslocamento aéreo foi concluído em somente 18 minutos, segundo o balanço divulgado sobre as missões do serviço.

Missão entrou na lista de operações de maior complexidade

O transporte da criança foi destacado entre os atendimentos especiais executados pela PRF no Paraná durante os dois primeiros anos após a retomada da atividade aeromédica.

A atuação das aeronaves inclui situações em que a rapidez no deslocamento pode ser determinante para o atendimento de pacientes.

O serviço também é empregado em locais de difícil acesso e em emergências que demandam resposta rápida.

Serviço aeromédico foi reativado em agosto de 2023

A PRF retomou oficialmente seu serviço aeromédico no Paraná em agosto de 2023.

A operação ocorre em parceria com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, o SAMU.

Nos dois anos seguintes, as equipes passaram a atender acidentes, transportes médicos e missões de apoio em diferentes regiões.

PRF contabilizou 484 resgates e remoções em dois anos

Entre agosto de 2023 e agosto de 2025, o serviço registrou 484 resgates e remoções aeromédicas.

As aeronaves somaram 600 horas de voo durante esse período.

Segundo o superintendente da PRF no Paraná, Fernando Oliveira, as operações foram realizadas sem incidentes.

Base funciona no Cindacta II, em Curitiba

A base das operações está instalada no hangar do Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo, o Cindacta II, em Curitiba.

O trabalho também ocorre em parceria com a Força Aérea Brasileira (FAB).

A estrutura conta com equipe preparada e equipamentos destinados ao atendimento de diferentes tipos de emergência.

Resgates começaram já no primeiro mês após a retomada

Criança de 3 anos foi transportada para transplante de rim em Curitiba em apenas 18 minutos durante operação aeromédica da PRF no Paraná.
Criança de 3 anos foi transportada para transplante de rim em Curitiba em apenas 18 minutos durante operação aeromédica da PRF no Paraná.

Em setembro de 2023, pouco depois da reativação, o serviço participou do resgate especializado de um montanhista no Morro do Anhangava, em Quatro Barras, no Paraná.

A ocorrência abriu uma sequência de missões que posteriormente passou a incluir operações fora do estado.

Os atendimentos envolveram acidentes, desastres naturais e transportes médicos.

Enchentes no Rio Grande do Sul mobilizaram equipe em maio de 2024

Em maio de 2024, a estrutura foi deslocada ao Rio Grande do Sul para apoiar os trabalhos durante as enchentes.

A equipe resgatou 29 pessoas em dois dias.

O serviço também realizou, em operações relacionadas a desastres e emergências, transporte de alimentos e medicamentos.

Empresário de 70 anos foi resgatado no Pantanal

Em 3 de setembro de 2024, uma equipe da PRF paranaense que atuava nos incêndios do Pantanal participou de outra operação aeromédica.

O empresário Sérgio, de 70 anos, sofreu cortes profundos na axila e no rosto depois do impacto contra a hélice de uma embarcação que havia colidido com uma formação rochosa no rio.

A ação foi realizada em conjunto com o Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul, e Sérgio foi levado com urgência para um hospital após o atendimento inicial.

Transporte da criança ocorreu um mês depois da missão no Pantanal

Em outubro de 2024, a operação envolvendo a criança de três anos ampliou a atuação do serviço para uma situação ligada a transplante.

O voo destinado ao atendimento para transplante renal em Curitiba reduziu o deslocamento para 18 minutos.

A missão foi incluída no balanço da PRF entre os exemplos de atendimentos de maior complexidade executados desde a reativação.

Babypod ampliou atendimento a recém-nascidos em 2025

Em abril de 2025, o serviço incorporou o Babypod, uma cápsula destinada ao transporte neonatal.

O equipamento ampliou a capacidade das equipes para transportar recém-nascidos em estado crítico com mais segurança e rapidez.

A inclusão ocorreu cerca de seis meses depois da operação envolvendo a criança de três anos.

Helicóptero de R$ 30 milhões leva até oito pessoas

A PRF utiliza um helicóptero Koala AW119, de fabricação italiana.

A aeronave foi adquirida por R$ 30 milhões, comporta até oito pessoas e dispõe de tecnologia voltada a missões de resgate, transporte aeromédico e apoio a operações especiais.

A integração com o SAMU e outros órgãos de saúde e segurança amplia a capacidade de resposta em situações urgentes.

Vítima de queda de cavalo recebeu helicóptero em 14 minutos

No domingo de Páscoa, em 20 de abril de 2025, Cristiane sofreu uma queda de cavalo em Tijucas do Sul.

Ela teve múltiplas fraturas e trauma facial grave, e o helicóptero da PRF chegou ao local em 14 minutos.

Depois da estabilização realizada em conjunto com o SAMU, a vítima foi retirada de uma região de difícil acesso e transportada ao Hospital Cajuru em menos de 10 minutos.

Serviço chegou a 600 horas de voo sem incidentes

No evento que marcou os dois anos da reativação, Fernando Oliveira destacou os 484 atendimentos e as 600 horas de voo sem incidentes.

O prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel, ressaltou o trabalho conjunto das equipes: “Atrás do uniforme tem uma equipe, que está pilotando a aeronave, cuidando de quem mais precisa, dando o primeiro atendimento e trazendo o familiar de volta para sua família. É esse trabalho rápido e eficiente que salva vidas e transforma histórias”.

A estrutura continuava atuando em parceria com diferentes órgãos em resgates, transportes médicos e operações especiais.

Voo de 18 minutos tornou-se um dos marcos do serviço aeromédico

O transporte da criança de três anos para um transplante de rim em Curitiba permaneceu entre as missões destacadas no balanço dos dois primeiros anos da operação aeromédica da PRF no Paraná.

A missão de outubro de 2024, realizada em apenas 18 minutos, passou a dividir a lista de operações relevantes com resgates em montanhas, enchentes, acidentes no Pantanal e atendimentos médicos em áreas de difícil acesso.

Para você, o transporte aeromédico deveria receber mais investimentos para atender transplantes e outras emergências em que reduzir o tempo de deslocamento pode ser decisivo? Deixe sua opinião nos comentários.

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Bruno Teles

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