George Strausman mantém uma rotina de quatro dias no negócio de construção civil da família e reserva a folga para aulas de cerâmica; aos 102 anos ele ainda busca precisão e beleza no trabalho feito com as próprias mãos
Aos 102 anos, George Strausman ainda trabalhava quatro dias por semana na construção civil e passava o quinto modelando argila. A rotina foi registrada em abril de 2026, quando o americano vivia em Great Neck, no estado de Nova York.
A reportagem foi publicada em 10 de abril de 2026 pela CBS News, rede de notícias dos Estados Unidos. O centenário continuava participando do negócio de construção da família e mantinha uma atividade incomum justamente no dia reservado ao descanso.
Quatro dias por semana continuam reservados à construção civil
George preservava uma ligação direta com o trabalho manual. Mesmo aos 102 anos, ele comparecia quatro vezes por semana à empresa de construção administrada pela família.
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O trabalho exato realizado por ele não foi detalhado. O ponto central está na continuidade de uma rotina profissional ligada à construção civil, em uma idade na qual poucas pessoas permanecem em atividade.
Cerâmica entrou na rotina cerca de dez anos antes
No único dia livre da semana, George frequentava aulas de cerâmica. A atividade começou cerca de dez anos antes e encontrou espaço permanente em sua agenda.
As aulas aconteciam no Programa de Educação Comunitária do distrito escolar Great Neck Free Union. George relacionava a cerâmica ao prazer de trabalhar com as mãos e ao desafio de dominar uma tarefa que exige prática.
Professor percebeu que o aluno ainda queria melhorar aos 102 anos
Rosalie Dornstein, professora da turma de cerâmica, acompanhava a dedicação do aluno centenário. A CBS News, rede de notícias dos Estados Unidos, registrou que ela admirava a disposição de George para continuar aprendendo e aperfeiçoando suas peças.
Ele não participava das aulas apenas para ocupar o tempo. George queria produzir algo que atendesse ao próprio padrão e mantinha uma postura exigente diante de cada resultado.
Centenas de peças guardadas mostram o tamanho da exigência
Nancy Strausman, esposa de George, contou que ele levava para casa uma nova peça quase toda semana, mas geralmente não ficava satisfeito com o resultado.
Com o passar dos anos, centenas de peças rejeitadas por ele foram acumuladas em armários de madeira e caixas de papelão. Em vez de abandonar a cerâmica, George continuou tentando criar algo que considerasse realmente bonito.

Trabalho e aprendizado ocupam os cinco dias da semana
A rotina de George expõe um hobby através da cerâmica e trata de sua longevidade. O caso revela a permanência do interesse pelo trabalho manual. Entre materiais de construção e argila, George continuava disposto a aprender, praticar e avaliar o próprio resultado.
George Strausman transformou uma agenda comum em uma história incomum: quatro dias dedicados à construção civil e um dia reservado à cerâmica. Mesmo depois de uma década de aulas, ele ainda não considerava seu aprendizado encerrado.
Você continuaria trabalhando e aprendendo algo novo aos 102 anos? Conte sua opinião nos comentários e compartilhe esta história com quem acredita que nunca é tarde para começar.
