Azeite de oliva e diversos doces tiveram circulação interrompida após decisões que apontaram problemas de origem, análise e regularização sanitária.
As medidas foram divulgadas em 22 de julho de 2026 e interrompem diferentes atividades relacionadas aos produtos atingidos.
O azeite apresentou origem desconhecida e resultado insatisfatório em uma análise técnica.
Os doces, por outro lado, eram produzidos sem a regularização exigida e em um estabelecimento sem licença de funcionamento.
As decisões impedem que os alimentos continuem sendo fabricados, importados, distribuídos, divulgados ou comercializados nas condições identificadas.
Análise técnica reprova azeite San Oliveto
A Anvisa determinou a apreensão de todos os lotes do azeite de oliva extra virgem San Oliveto.
A resolução também proibiu a fabricação, importação, distribuição, propaganda e utilização do produto no território nacional.
Segundo a agência, o azeite possuía origem considerada desconhecida.
O produto também recebeu resultado insatisfatório durante o ensaio de determinação do índice de refração.
Esse procedimento técnico avalia características específicas do azeite analisado.
O resultado, portanto, indicou que o produto não atendeu aos parâmetros verificados durante o teste.
A empresa Comercial Alimentícia e Cerealista Vale do Carioca Ltda. aparece no rótulo como responsável pela importação e distribuição.

O que muda após a proibição do azeite?
A decisão impede que qualquer lote da marca San Oliveto continue circulando no mercado brasileiro.
As restrições atingem as seguintes atividades:
- Fabricação;
- Importação;
- Distribuição;
- Comercialização;
- Propaganda;
- Utilização do produto.
A determinação também exige a apreensão dos lotes encontrados nos pontos de venda ou na cadeia de distribuição.
A medida permanece relacionada aos problemas apontados pela fiscalização sanitária.
Doces Fatti a Mano também entram na lista
A Anvisa publicou outra decisão envolvendo os doces produzidos pela Indústria e Comércio de Doces Fatti a Mano Ltda.
A agência proibiu a fabricação, comercialização, distribuição e divulgação dos alimentos da marca.
Os produtos eram fabricados e vendidos sem a regularização exigida pelo órgão competente.
O estabelecimento responsável pela produção também não possuía licença de funcionamento.
A ausência dessas autorizações motivou a interrupção das atividades relacionadas aos doces.
Quais produtos da Fatti a Mano foram atingidos?
A decisão alcança diversos doces comercializados pela empresa.
Entre os produtos atingidos estão:
- Cocada branca;
- Cocada com maracujá;
- Doce de leite;
- Doce de leite com coco;
- Palha italiana;
- Doce de jaca;
- Beijinho;
- Brigadeiro;
- Pé de moleque;
- Pé de moça;
- Fatticoco, preparado com leite e coco.
Todos os itens ficam impedidos de continuar sendo fabricados, distribuídos ou vendidos enquanto permanecerem as irregularidades identificadas.
Fiscalização suspende circulação dos produtos
As resoluções determinam a retirada dos alimentos atingidos do mercado.
O azeite San Oliveto teve a circulação interrompida por causa da origem desconhecida e do resultado insatisfatório na análise técnica.
Os doces Fatti a Mano foram proibidos devido à falta de regularização e à ausência de licença no estabelecimento fabricante.
As decisões também impedem a divulgação e a comercialização dos produtos afetados.
A fiscalização busca evitar que alimentos fora das exigências sanitárias continuem disponíveis aos consumidores brasileiros.
Medidas atingem diferentes etapas da comercialização
A restrição aplicada ao azeite possui alcance mais amplo.
O produto não pode ser fabricado, importado, distribuído, anunciado ou utilizado no país.
A medida aplicada aos doces interrompe principalmente a fabricação, comercialização, distribuição e divulgação.
A apreensão dos produtos também foi determinada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
As empresas responsáveis deverão resolver as irregularidades antes de qualquer eventual retorno dos itens ao mercado.
O que acontece com os produtos agora?
Os lotes atingidos não podem continuar circulando enquanto as determinações estiverem em vigor.
A fiscalização poderá retirar os itens encontrados em estabelecimentos comerciais ou na cadeia de distribuição.
A proibição busca impedir a venda de alimentos que não atendam aos requisitos sanitários exigidos no Brasil.
A Anvisa permanece responsável pela fiscalização e pela aplicação das medidas relacionadas aos produtos.
Fontes nominais: Agência Nacional de Vigilância Sanitária e Diário Oficial da União.
Você costuma verificar a procedência e as informações do fabricante antes de comprar azeites, doces ou outros alimentos? Deixe sua opinião!
