Autorização concedida pela Agência é referente ao plano de exploração do campo de Titã, no Pré-sal da bacia de Santos
A ANP aprovou ontem, dia 30 de maio, o PEM (programa exploratório mínimo) emitida pela petroleira americana ExxonMobil para perfurar até 22 poços no campo de titã, na bacia de Santos.
O bloco foi adquirido pela empresa na 5ª rodada de partilha e a previsão é de que as perfurações se iniciem em 2020.
A ExxonMobil dá mostras de que suas atividades no Brasil estão de vento em popa, além do início das perfurações no bloco de titã, a empresa já tem em andamento dois pedidos de licença ambiental.
As licenças se referem a campanhas em áreas que a empresa arrematou em 2017 nas 14a e 15a rodadas e nos 3o, 4o e 5o leilões do pré-sal.
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Dos 22 poços que a ExxonMobil pretende perfurar, 17 poços exploratórios são nos blocos CM-753, C-M-789, S-M-536, S-M-647 e Titã, nas bacias de Campos e Santos.
Já na Bacia de Campos, na área dos blocos C-M-037 e C-M-067, está prevista a perfuração de até cinco poços exploratórios.
Fortalecendo a atuação no Brasil, a ExxonMobil já tem participações em 26 ativos exploratórios no Brasil nas bacias de Campos, Santos, Sergipe-Alagoas, Ceará e Potiguar.
Bases de apoio marítimo podem reativar áreas paradas
A ExxonMobil, maior empresa privada de petróleo do mundo, declarou que planeja utilizar como base de apoio marítimo as áreas da Nitshore, em Niterói, ou o Porto do Açu, em São João da Barra, uma esperança de reativar canteiros parados e gerar empregos em áreas muito afetadas pela crise da indústria de Óleo e Gás desde 2013.
Para a logística aérea, a ideia é utilizar o aeroporto de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, que passou por obras de melhoria em 2007 por ocasião dos jogos pan americanos, ganhando sistemas de rádio e iluminação mais potentes.
