Aos 12 anos, Beatriz Luz venceu competição científica internacional em Houston, celebrou apoio dos professores e reforçou sonho de seguir carreira nas ciências naturais ainda na adolescência
Aos 12 anos, a brasiliense Beatriz Luz já demonstra uma relação precoce e consistente com a ciência. Estudante do 8° ano do ensino fundamental, ela se destaca pelo interesse contínuo em conteúdos científicos e pela curiosidade que a acompanha desde cedo.
Entre os dias 21 e 26 de janeiro, Beatriz participou da Copernicus Natural Science Olympiad 2026 e conquistou a medalha de ouro com honras, recebendo o título de Absolute Winner.
Experiência internacional e intercâmbio científico
Após a classificação na fase nacional, Beatriz viajou com os pais para Houston, nos Estados Unidos, onde ocorreu a etapa presencial da competição.
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A rodada final foi realizada na Universidade de Rice, reunindo estudantes de diferentes países, como China, Turquia, Paquistão e Cazaquistão.
Para a médica Fabíola Tavares, mãe da estudante, o contato com jovens de outras culturas foi um ponto central da vivência.
Segundo ela, as referências femininas da filha na ciência incluem Jane Goodall, Niéde Guidon e Marie Curie, e perceber que outras meninas da mesma idade compartilham interesses semelhantes teve grande valor formativo.

Conquista inesperada da adolescente em meio a 229 estudantes
A olimpíada contou com 229 estudantes de 16 países diferentes. Beatriz relatou que a medalha de ouro foi uma surpresa.
Ela afirmou que esperava alcançar, no máximo, uma medalha de prata ou bronze e que não imaginava conquistar o ouro naquele momento, embora já tivesse sonhado com essa possibilidade algum dia.
Interesses acadêmicos e apoio escolar
No ambiente escolar, Beatriz se interessa por biologia, física, química e história. Fora da escola, gosta de brincar com a gata Anya, e o apreço por animais influencia o sonho profissional, voltado para áreas como biologia ou medicina veterinária.
Fabíola destacou que a filha é querida pelos professores e que a medalha coroou anos de dedicação. Beatriz, por sua vez, agradeceu o incentivo recebido, mencionando Raul Carneiro, Gabriel Sekia, Aryanne Audrey, Philip Matheus, Helena Galvão e Mr. Tu, apoio que, segundo ela, foi fundamental para a conquista aparentemente inesperada.
Com informações de Correio Brasiliense.

Se o STF vinculasse a melhoria da escola pública à adoção das cotas seria isso uma atitude responsável com repercussão no maior e melhor aproveitamento dos alunos da rede pública mas me parece que a atitude é para parecer justo e não para o enfrentamento das injustiças sociais.
E muito importante uma jovem conquistar essa olimpíada, certamente vai influenciar outros jovens.
Que venham mais reportagens iguais…
Parabéns a Beatriz e a tantos outros alunos esforçados..
Marcelo, triste por você!
Mas, a aceitação ajuda!