Corrida realizada na noite de 24 de dezembro de 2025 colocou o taxista Munna Ajij Mollick diante de uma passageira em estado de forte embriaguez, sem bateria no celular e sem o acompanhante que havia iniciado o trajeto ao lado dela, levando o motorista a prolongar o cuidado até confirmar sua entrada em casa
Uma corrida de táxi em Calcutá, na Índia, ultrapassou o momento em que o carro chegou ao destino. Por volta das 22h30 de 24 de dezembro de 2025, o taxista Munna Ajij Mollick transportava uma jovem em estado de forte embriaguez quando percebeu que simplesmente deixá la no endereço poderia não ser suficiente.
O acompanhante masculino que estava com a jovem saiu antes do fim do percurso. O celular dela também ficou sem bateria. Diante da situação, Mollick usou o próprio telefone para colocar a passageira em contato com a mãe e permaneceu no destino até confirmar que ela havia entrado no prédio.
A história foi publicada pela India Today, publicação jornalística indiana, em 4 de janeiro de 2026. O veículo identificou o motorista, de 31 anos, e detalhou as decisões tomadas durante a corrida.
-
Ovelhas de quatro chifres ajudam fazendeiro australiano a manter vivas raças que quase desapareceram da pecuária, enquanto pequenos rebanhos com poucas fêmeas reprodutoras viram uma reserva genética para o futuro
-
Esbanjando porta-malas de 473 litros, custando menos de R$ 52 mil e com visual elegante, o Peugeot 508 entrega motor 1.6 THP turbo de 165 cv, quase 4,80 metros de comprimento e câmbio automático de seis marchas
-
Homem tira maço de cigarros do bolso em Ibiraçu, no Espírito Santo, e deixa cair sem perceber mais de R$ 1 mil que havia ganhado como ajudante de pedreiro para pagar a pensão da filha, perde a esperança de recuperar o valor até desconhecido encontrar as notas e mobilizar a cidade para devolvê-las
-
Ex-farmacêutica de 70 anos passa dois anos morando dentro de uma SUV com seus dois cães em estacionamento de supermercado, duas desconhecidas batem no vidro para perguntar se ela está bem, mobilizam toda a vizinhança e conseguem apartamento com aluguel pago por dois anos
Passageira iniciou uma longa corrida por Calcutá em situação de vulnerabilidade
A viagem começou tarde da noite e envolvia um percurso longo pela cidade de Calcutá. A jovem, que aparentava ter entre 18 e 19 anos, apresentava sinais claros de forte embriaguez e demonstrava depender de ajuda para chegar em segurança ao destino.
No início, havia um homem acompanhando a passageira. Porém, ele deixou o veículo antes que o trajeto terminasse. A partir daquele momento, Mollick passou a conduzir sozinho uma passageira que não estava em condições normais durante a viagem.
O cenário fez o motorista perceber que havia uma diferença entre concluir a corrida e ter certeza de que a jovem realmente chegaria a um local seguro.
Motorista decidiu registrar parte da interação para proteger os dois lados
Mollick também tomou uma medida para documentar o que ocorria dentro do veículo. Ao perceber o estado da passageira, começou a registrar parte da interação, preocupado com sua própria segurança diante de uma situação delicada.
A decisão não significou interromper a viagem. Ele continuou o trajeto e procurou manter a jovem tranquila enquanto seguia para o endereço indicado.
A existência desse registro também permitiu que parte do episódio chegasse às redes sociais posteriormente. O foco da situação, porém, permaneceu nas medidas adotadas pelo motorista para conduzir a passageira até um local seguro.
Celular ficou sem bateria e taxista emprestou o próprio telefone para a jovem falar com a mãe
Outro problema apareceu durante a viagem. O telefone da passageira estava sem bateria, o que impedia que ela entrasse em contato com a família naquele momento.
Mollick então utilizou o próprio aparelho para ligar para a mãe da jovem. Depois, entregou o telefone à passageira para que as duas pudessem conversar.
A mãe também falou diretamente com o motorista. Mollick explicou que levaria a filha até o destino e procurou tranquilizar a familiar enquanto seguia com a corrida.
A India Today, publicação jornalística indiana, registrou que o taxista assumiu a responsabilidade de garantir que a passageira chegasse em segurança e manteve esse cuidado até o fim do percurso.
Chegar ao endereço não encerrou o cuidado de Munna Ajij Mollick
O ponto decisivo aconteceu quando o veículo finalmente chegou ao destino. Para Mollick, estacionar e encerrar a viagem naquele momento ainda não significava que a jovem estivesse realmente segura.
Por isso, o taxista não foi embora imediatamente. Ele permaneceu no local observando até confirmar que a passageira havia conseguido entrar no prédio.
A atitude prolongou por alguns minutos uma responsabilidade que, do ponto de vista estrito da corrida, poderia terminar assim que o carro chegasse ao endereço.
Na prática, Mollick quis confirmar uma etapa simples, mas essencial naquela situação: a passageira precisava sair do veículo e efetivamente alcançar o local onde ficaria protegida.
Motorista chegou a hesitar antes de aceitar a corrida naquela noite
Mollick relatou que inicialmente teve dúvidas sobre aceitar aquela viagem. O estado da jovem e as circunstâncias da corrida despertaram preocupação antes mesmo de o percurso começar.
Ainda assim, ele decidiu fazer o trajeto porque pensou no que poderia acontecer caso outra pessoa aceitasse a corrida e a passageira enfrentasse algum problema.
A escolha acabou colocando o taxista diante de uma sequência de decisões que não estavam limitadas a dirigir. Ele precisou administrar uma passageira vulnerável, estabelecer contato com a família e avaliar quando realmente seria seguro deixar o local.
Corrida terminou somente quando o motorista viu a passageira em segurança
Aquela viagem da noite de 24 de dezembro de 2025 começou como uma corrida longa por Calcutá, mas ganhou outra dimensão quando o acompanhante deixou o carro e a jovem ficou sem bateria no celular.
Munna Ajij Mollick registrou parte da situação, utilizou seu telefone para estabelecer contato com a mãe da passageira e, ao chegar ao destino, esperou até confirmar que ela havia entrado no prédio. O cuidado continuou justamente no momento em que a corrida já poderia ter sido considerada encerrada.
Para você, um motorista deve se limitar a deixar o passageiro no endereço ou situações de vulnerabilidade justificam um cuidado além da corrida? Conte sua opinião nos comentários e compartilhe esta história com quem também usa transporte por aplicativo.

