Produtores seguram as vendas da safra atual e da próxima temporada, enquanto o dólar em alta, a preocupação com o El Niño e o mercado externo ajudam a sustentar os preços da soja no Brasil
s preços da soja permanecem firmes no mercado brasileiro. Produtores evitam negociar grandes volumes, enquanto a valorização do dólar e a preocupação com o clima dão sustentação às cotações, segundo levantamento do Cepea divulgado nesta terça-feira (29).
Produtores seguram as vendas
De acordo com reportagem da Itatiaia, a resistência dos produtores atinge tanto a soja remanescente da safra 2025/26, para entrega imediata, quanto os contratos a termo da temporada 2026/27.
Com menos grãos oferecidos para negociação, os valores encontram suporte no mercado interno. A reportagem, que cita pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), não informa uma cotação por saca nem quantifica a redução da oferta.
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Dólar e clima entram na conta
A alta do dólar frente ao real também ajudou a sustentar os preços, conforme o Cepea. Outro fator é a preocupação dos agentes do mercado com o desenvolvimento da nova safra.
Nesse caso, a atenção se volta aos possíveis impactos do El Niño. Trata-se de uma preocupação para a temporada 2026/27, e não de uma perda de produção já confirmada.
Mercado externo dá suporte
Fora do Brasil, especulações sobre acordos entre China e Estados Unidos elevaram as cotações da soja nos últimos dias, segundo a reportagem. A valorização do farelo de soja também contribuiu para sustentar o preço do grão.
O texto não detalha os possíveis acordos nem apresenta uma previsão para os preços nas próximas semanas.
