1. Início
  2. Economia
  3. Imposto do pecado: governo prevê enviar MP ao Congresso e iniciar cobrança em fevereiro
Faça um comentário 2 min de leitura

Imposto do pecado: governo prevê enviar MP ao Congresso e iniciar cobrança em fevereiro

Imagem de perfil do autor Fabio Lucas Carvalho
Escrito por Fabio Lucas Carvalho Publicado em 03/11/2026 às 23:18 Atualizado em 03/11/2026 às 23:22
Google News
Dario Durigan — Foto: Washington Costa/MF
Dario Durigan — Foto: Washington Costa/MF
Seja o primeiro a reagir!
Reagir ao artigo
Prefira o CPG no Google

Governo prevê encaminhar ao Congresso medida provisória sobre o Imposto Seletivo, com cobrança prevista para fevereiro de 2027 e incidência sobre produtos e atividades considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente.

O governo federal prevê encaminhar ao Congresso, nesta terça-feira (3), a medida provisória que define a alíquota do Imposto Seletivo, conhecido como “imposto do pecado”. A informação foi divulgada pela Radioagência Nacional.

Previsto na reforma tributária, o tributo incidirá sobre produtos e atividades considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente.

A reportagem cita bebidas alcoólicas, refrigerantes, cigarros, apostas e extração de minerais entre os segmentos abrangidos.

Cobrança somente em 2027

Segundo a emissora, a cobrança deverá começar em 1º de fevereiro de 2027. O prazo considera a noventena, intervalo mínimo de 90 dias que precisa ser respeitado antes da entrada em vigor.

O Ministério da Fazenda já encaminhou a alíquota, mas sua divulgação ficou prevista para depois de uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A reportagem não informa qual será o percentual.

A proposta orçamentária de 2027 prevê arrecadação de R$ 41,9 bilhões com o imposto. Conforme a Radioagência, essa estimativa deverá diminuir devido à proibição das bets mencionada na reportagem, ocorrida no fim de setembro, após o envio do Orçamento. Radioagência Nacional

Em reportagem anterior, publicada em setembro, a Central do Varejo informou que a estratégia inicial da Fazenda era preservar uma carga tributária semelhante à aplicada aos produtos durante a transição.

O texto, elaborado com informações da Agência Brasil, também registra a posição de representantes dos setores atingidos. Eles alegam que uma tributação adicional pode pressionar preços, reduzir margens e ampliar o mercado ilegal. São avaliações desses segmentos, e não efeitos confirmados da cobrança sobre os produtos e atividades alcançados.

Fonte: agenciabrasil

Inscreva-se
Notificar de
guest
0 Comentários
Mais recente
Mais antigos Mais votado
Tags
Fabio Lucas Carvalho

Jornalista especializado em uma ampla variedade de temas, como carros, tecnologia, política, indústria naval, geopolítica, energia renovável e economia. Atuo desde 2015 com publicações de destaque em grandes portais de notícias. Minha formação em Gestão em Tecnologia da Informação pela Faculdade de Petrolina (Facape) agrega uma perspectiva técnica única às minhas análises e reportagens. Com mais de 10 mil artigos publicados em veículos de renome, busco sempre trazer informações detalhadas e percepções relevantes para o leitor.

0
Adoraríamos sua opnião sobre esse assunto, comente!x