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Homem cortava a grama no quintal quando a roda do trator afundou em pequeno buraco; três semanas depois, ele não conseguia medir a cratera nem com uma fita de 7,6 metros

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Escrito por Romário Pereira de Carvalho Publicado em 11/09/2026 às 18:12 Atualizado em 11/09/2026 às 18:13
Homem cortava a grama no quintal quando a roda do trator afundou em pequeno buraco; três semanas depois, cratera continuava aumentando e nem uma fita de 7,6 metros foi suficiente para medir a profundidade
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Buraco surgiu quando a roda de um cortador de grama afundou no quintal de Gregg Vickrey, no Tennessee. Três semanas depois, a abertura continuava crescendo, uma fita de 7,6 metros não alcançou o fundo, e o casal afirmou que seguradora e prefeitura não assumiram a responsabilidade pela solução do problema

Uma cratera em Smyrna, no Tennessee, transformou uma pequena depressão no quintal de Gregg Vickrey em um problema que continua crescendo. Três semanas após o primeiro sinal, o buraco já supera 7,6 metros de profundidade, segundo tentativa de medição do proprietário, enquanto seguradora e prefeitura afirmam não serem responsáveis pela solução.

Homem cortava a grama no quintal quando a roda do trator afundou em pequeno buraco; três semanas depois, cratera continuava aumentando e nem uma fita de 7,6 metros foi suficiente para medir a profundidade
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Cratera em Smyrna começou com buraco pouco maior que uma bola de softball

Gregg Vickrey cortava a grama de sua propriedade, localizada na Avenida Breslin, quando a roda traseira de seu cortador de grama motorizado atingiu o que inicialmente parecia ser apenas um sulco no terreno.

Segundo Vickrey, houve um barulho seco e surgiu uma abertura aproximadamente do tamanho de uma bola de softball, ou pouco maior. A situação, porém, não ficou limitada à pequena depressão encontrada naquele momento.

Nas semanas seguintes, o buraco continuou aumentando. O proprietário passou a cobrir a abertura com tábuas enquanto procurava uma forma de lidar com o problema.

A dimensão atual preocupa o casal porque, segundo o relato, a abertura já é grande o suficiente para permitir a passagem de um pequeno animal ou até de uma criança.

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Fita de 7,6 metros não conseguiu alcançar o fundo

Para descobrir a profundidade da cratera em Smyrna, Vickrey utilizou uma fita métrica de 25 pés, aproximadamente 7,6 metros.

Mesmo utilizando todo o comprimento disponível, ele afirmou que não conseguiu alcançar o fundo.

O proprietário também tentou observar o interior da abertura, mas disse não conseguir identificar onde ela terminava.

Vickrey teme que o tamanho continue aumentando, principalmente diante da possibilidade de uma grande quantidade de água atingir o terreno. Segundo ele, não há como saber até onde a abertura poderá avançar.

Seguradora afirma que cobertura não se aplica ao caso

O casal procurou sua seguradora, mas recebeu a informação de que o problema não teria cobertura, inclusive dentro do seguro relacionado a buracos, porque a abertura não estaria afetando diretamente a residência.

A prefeitura também foi procurada. Segundo o relato de Vickrey, a resposta foi de que, como a abertura está localizada em propriedade particular, a administração municipal não seria responsável pelo problema.

Sumidouros são uma característica comum da paisagem de Smyrna e do vizinho condado de Rutherford. O material fornecido relaciona essas formações às cavernas subterrâneas e à presença de calcário no subsolo, rocha que pode se dissolver.

Casal aposentado diz não saber como arcar com solução

A situação financeira também pesa para os proprietários. Gregg Vickrey afirmou que ele e a esposa são aposentados e vivem com renda fixa.

Sem cobertura da seguradora e sem intervenção da prefeitura, ele disse não saber mais como resolver o problema e chegou a mencionar a possibilidade de tentar preencher a abertura por conta própria.

O caso foi publicado em 16 de junho de 2026, cerca de três semanas depois do surgimento inicial do buraco na propriedade.

Esta matéria foi elaborada com base nas informações do material-base fornecido, com dados, números e declarações preservados conforme o conteúdo consultado.

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Romário Pereira de Carvalho

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