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Grávida dos Estados Unidos passa 12 dias internada em hospital público no Rio, meses depois tem filha prematura pelo SUS e volta a elogiar o sistema após bebê precisar de UTI neonatal, melhorar e ser transferida para unidade onde mãe e filha puderam permanecer lado a lado

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Escrito por Maria Heloisa Barbosa Borges Publicado em 11/09/2026 às 16:32
Jesseka Martin, a Gringa do Alasca, teve a filha prematura pelo SUS no Rio e elogiou o atendimento na UTI neonatal em vídeo publicado no Instagram.
Jesseka Martin, a Gringa do Alasca, teve a filha prematura pelo SUS no Rio e elogiou o atendimento na UTI neonatal em vídeo publicado no Instagram.
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A norte-americana Jesseka Martin, conhecida como Gringa do Alasca, mora no Rio de Janeiro e trabalha como professora de inglês. Ela contou em vídeo no Instagram que a filha nasceu um pouco prematura, teve dificuldade para respirar e foi levada à UTI neonatal, estrutura que, segundo ela, a deixou esperançosa

A norte-americana Jesseka Martin, conhecida nas redes sociais como Gringa do Alasca, teve seu primeiro bebê de forma prematura pelo SUS, no Rio de Janeiro, e voltou a elogiar publicamente o Sistema Único de Saúde. Moradora da capital fluminense, ela contou que a filha nasceu com problemas respiratórios e precisou de UTI neonatal. Depois da melhora da bebê, as duas foram transferidas para uma unidade onde puderam ficar lado a lado.

As informações foram publicadas pelo portal Só Notícia Boa em 11 de setembro de 2026, em texto assinado por Lorena Fassina. O relato foi feito por Jesseka Martin em vídeo postado no Instagram, no perfil @gringadoalaska.

Filha nasceu prematura e foi levada à UTI neonatal

Jesseka Martin, a Gringa do Alasca, teve a filha prematura pelo SUS no Rio e elogiou o atendimento na UTI neonatal em vídeo publicado no Instagram.
Jesseka Martin, a Gringa do Alasca, teve a filha prematura pelo SUS no Rio e elogiou o atendimento na UTI neonatal em vídeo publicado no Instagram.

O parto de Jesseka Martin aconteceu antes do tempo previsto, e a bebê apresentou dificuldade para respirar logo depois de nascer.

Com o quadro respiratório, a recém-nascida precisou ser levada para a UTI neonatal.

Mãe diz que ficou apavorada logo após o parto

Jesseka Martin, a Gringa do Alasca, teve a filha prematura pelo SUS no Rio e elogiou o atendimento na UTI neonatal em vídeo publicado no Instagram.
video: redes sociais/instagram/ @gringadoalaska

No vídeo, Jesseka descreveu a reação ao saber que a filha precisaria de cuidados intensivos: “Minha filha nasceu um pouco prematura e, logo depois do parto, teve dificuldade para respirar e precisou ser levada para a UTI neonatal. Como vocês podem imaginar, eu fiquei apavorada”.

Organização e estrutura da unidade mudaram a impressão da americana

A avaliação dela mudou ao chegar ao setor onde a filha estava internada. Segundo Jesseka, foi ali que o medo deu lugar à esperança.

Nas palavras dela: “Mas, quando cheguei à unidade e vi a organização, a estrutura, o alto nível do atendimento e toda a equipe médica cuidando da minha bebê e dos outros bebês, finalmente fiquei esperançosa”.

Bebê melhorou e as duas foram transferidas para a mesma unidade

Com a evolução do quadro da recém-nascida, mãe e filha foram transferidas para uma unidade em que podiam permanecer juntas.

A incubadora da bebê ficou ao lado da cama de Jesseka Martin, segundo o relato publicado.

Mãe diz que consegue acompanhar cada etapa da recuperação

Sobre o arranjo que permitiu a permanência das duas no mesmo espaço, Jesseka afirmou: “Depois, quando ela começou a melhorar, nós duas fomos transferidas para uma unidade onde podíamos ficar lado a lado, com a incubadora dela ao lado da minha cama. Assim, eu consigo participar de cada etapa da recuperação dela”.

Ela completou: “Como mãe, isso significa o mundo para mim. Eu não consigo dizer o quanto admiro o sistema de saúde brasileiro”.

Em julho, ela passou 12 dias internada em hospital público do Rio

O nascimento veio depois de uma gravidez que já havia exigido cuidados médicos. Em julho, Jesseka Martin passou 12 dias internada em um hospital público do Rio de Janeiro por causa de uma complicação.

Na época, ela declarou “Eu te amo SUS”, episódio também mostrado pelo Só Notícia Boa.

Gestante chegou apreensiva por não conhecer o sistema público brasileiro

Durante aquela internação de julho, ainda grávida e com problemas na gestação, Jesseka contou que chegou apreensiva por não saber como seria atendida em um sistema público de saúde de outro país.

A impressão final, segundo ela, foi a melhor possível: “Desde o primeiro dia, fui tratada com muito respeito, atenção e carinho por médicos, enfermeiros e toda a equipe”.

Comparação com os Estados Unidos: ‘como uma pessoa e não como uma cliente’

Jesseka comparou a experiência no Rio com a que costumava ter nos Estados Unidos, onde, segundo ela, o paciente muitas vezes era tratado como cliente e a relação com os hospitais podia ser fria.

Na capital fluminense, disse ter sentido o contrário: “Todos aqui me tratam como um ser humano, como uma pessoa e não como uma cliente”.

Americana se surpreendeu por não pagar pela internação

Outro ponto que chamou a atenção dela em julho foi o fato de não precisar pagar pela internação no hospital público.

Aquele vídeo terminou com a declaração: “SUS e Brasil, eu te amo”.

Professora de inglês mostra nas redes a rotina de estrangeira no Brasil

Natural do Alasca, nos Estados Unidos, Jesseka Martin vive atualmente no Rio de Janeiro, onde trabalha como professora de inglês.

Nas redes sociais, ela compartilha a rotina como estrangeira no Brasil, conteúdo que a tornou conhecida pelo apelido Gringa do Alasca.

Novo vídeo repete o agradecimento ao SUS depois do parto

Com o nascimento da filha, Jesseka gravou um novo vídeo agradecendo e elogiando o sistema de saúde gratuito do Brasil, segundo o Só Notícia Boa.

É o segundo registro público dela sobre o atendimento recebido pelo SUS no Rio de Janeiro em pouco mais de dois meses, contando a internação de julho e agora o parto e o acompanhamento da recuperação da bebê.

Na sua opinião, relatos como o de Jesseka Martin ajudam a mostrar o que funciona no SUS, ou o sistema ainda é mais conhecido pelos problemas de filas e falta de leitos? Deixe sua opinião nos comentários.

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Maria Heloisa Barbosa Borges

Falo sobre construção, mineração, minas brasileiras, petróleo e grandes projetos ferroviários e de engenharia civil. Diariamente escrevo sobre curiosidades do mercado brasileiro.

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