O Booyoung Group criou um benefício de 100 milhões de won por bebê, já distribuiu sete bilhões de won a 70 trabalhadores e pagou o valor até a uma funcionária que deu à luz apenas um dia após ser contratada.
Uma funcionária foi contratada por uma construtora da Coreia do Sul e deu à luz no dia seguinte. Mesmo com apenas um dia de vínculo, ela recebeu o benefício de 100 milhões de won por bebê pago pelo Booyoung Group.
A informação foi publicada pelo Maeil Business Newspaper, jornal sul coreano de economia e negócios. Em 31 de março de 2026, o veículo registrou que a funcionária recebeu o valor mesmo tendo dado à luz apenas um dia depois de entrar no Booyoung Group.
A mesma publicação reuniu o histórico de sete bilhões de won pagos a 70 trabalhadores no início do programa, em 2024. O caso também expõe a discussão sobre baixa natalidade na Coreia do Sul, dificuldade para conciliar carreira e família e disputa por profissionais.
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Benefício de 100 milhões de won por bebê busca aliviar os custos das famílias
O Booyoung Group criou o pagamento de 100 milhões de won por criança nascida de seus funcionários. O valor é destinado a cada bebê incluído nas regras do programa.
O dinheiro funciona como um benefício ligado ao nascimento. Na prática, a família recebe uma quantia elevada justamente em uma fase marcada por novas despesas e mudanças na rotina.

A iniciativa oferece apoio financeiro às famílias e coloca uma grande quantia à disposição dos responsáveis logo após o nascimento da criança.
Sete bilhões de won foram distribuídos a 70 trabalhadores
Em 2024, o Booyoung Group iniciou o programa com a entrega de sete bilhões de won a 70 trabalhadores. Os pagamentos alcançaram funcionários que tiveram filhos a partir de 2021.
O valor total mostra que a política não ficou limitada a uma promessa. O benefício chegou a dezenas de famílias desde o início da iniciativa.
O pagamento também diferencia a construtora no mercado de trabalho. Em uma disputa por profissionais, um benefício de 100 milhões de won por bebê pode aumentar o interesse por uma vaga e pesar na decisão de permanecer na empresa.
Funcionária contratada na véspera do parto recebeu o valor integral
Maeil Business Newspaper, jornal sul coreano de economia e negócios, publicou em 31 de março de 2026 que Lee Joong keun, presidente do Booyoung Group, relatou o caso durante uma entrevista à CBS Radio. A funcionária recebeu 100 milhões de won após dar à luz apenas um dia depois de entrar na empresa.
A construtora considerou que o nascimento aconteceu depois da contratação. Por isso, o curto tempo de serviço não impediu o pagamento completo do benefício.
O episódio ganhou repercussão porque a funcionária tinha apenas um dia de vínculo. Mesmo assim, a empresa aplicou a regra e liberou a mesma quantia destinada aos demais casos incluídos no programa.
Baixa natalidade levou empresas da Coreia do Sul ao debate
A baixa natalidade na Coreia do Sul aumentou as discussões sobre o futuro da população e da quantidade de trabalhadores. Empresas passaram a adotar benefícios para apoiar funcionários que desejam ter filhos.
O Booyoung Group escolheu um incentivo financeiro direto, pago por criança. A política coloca dinheiro nas mãos das famílias e amplia o debate sobre a participação das empresas diante da crise demográfica.
O benefício também pode tornar a companhia mais atraente para profissionais que valorizam apoio familiar. Assim, a medida envolve tanto a natalidade quanto a capacidade da empresa de atrair e manter trabalhadores.
Dinheiro ajuda, mas não resolve todas as dificuldades de ter filhos
Receber 100 milhões de won por bebê pode aliviar despesas importantes. Ainda assim, a decisão de aumentar a família não depende apenas de um pagamento feito após o nascimento.
Horários de trabalho, acesso a creches, custo da moradia, estabilidade no emprego e tempo para cuidar dos filhos também podem pesar. Uma família pode receber ajuda financeira e continuar enfrentando uma rotina difícil.
Por isso, o programa não deve ser entendido apenas como uma empresa pagando para funcionários terem bebês. Ele representa uma tentativa de enfrentar um problema nacional por meio de apoio financeiro às famílias e benefícios capazes de tornar o emprego mais atraente.
A construtora iniciou o programa com sete bilhões de won destinados a 70 trabalhadores em 2024. Em 2026, o caso da funcionária que deu à luz apenas um dia depois de ser contratada mostrou que o curto tempo de serviço não impediu o pagamento.
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