SUVs mais vendidos de julho têm Volkswagen Tera na liderança, com 10.165 unidades, seguido por T-Cross, BYD Song, Creta, Haval H6 e Tracker.
O Volkswagen Tera liderou os SUVs mais vendidos do Brasil em julho de 2026 ao registrar 10.165 emplacamentos, resultado que também colocou o modelo na terceira posição entre todos os automóveis e comerciais leves comercializados no país. O desempenho ocorreu em um mercado que movimentou 264.775 veículos no mês, cresceu 15% sobre julho de 2025 e ainda colocou o Volkswagen T-Cross na vice-liderança da categoria.
O levantamento da Bright Consultoria mostra que as vendas de veículos leves avançaram 1,6% em comparação com junho. Entre janeiro e julho, o mercado brasileiro acumulou 1.621.280 unidades, alta de 18,9% diante do mesmo período do ano anterior, confirmando um ritmo de expansão que beneficiou hatches, picapes, SUVs e eletrificados.
Volkswagen concentra as duas primeiras posições entre os SUVs mais vendidos
A vantagem construída pelo Tera foi expressiva. Com 10.165 unidades, o SUV terminou julho 3.095 veículos à frente do T-Cross, que ocupou o segundo lugar com 7.070 registros. Juntos, os dois modelos da Volkswagen somaram 17.235 emplacamentos no período.
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Ela superou o Polo, o Tera, a Toro e a Saveiro: Com motores 1.3 Firefly de até 107 cv e 1.0 Turbo 200 de até 130 cv, câmbio manual ou automático CVT, cabine Plus ou Dupla e sete versões, a Fiat Strada foi o carro mais vendido em julho de 2026 com 14.912 emplacamentos
A marca alemã também obteve resultados importantes fora da categoria. O Polo alcançou 10.341 unidades e ficou na segunda colocação do mercado geral, somente 176 registros acima do Tera. A Saveiro apareceu na 15ª posição, com 5.328 exemplares.

O desempenho indica que Tera e T-Cross conseguiram atuar em faixas diferentes sem que um deles anulasse o volume do outro. Enquanto o Tera ocupa uma posição mais acessível dentro da linha de utilitários esportivos da fabricante, o T-Cross atende consumidores interessados em um SUV de categoria superior e com presença consolidada no país.
Nenhuma outra empresa colocou dois veículos entre os seis SUVs mais vendidos de julho. Hyundai e Chevrolet mantiveram representantes importantes, enquanto BYD e GWM aumentaram a pressão sobre as marcas tradicionais com modelos eletrificados.
SUVs chineses disputam espaço com Creta e Tracker
O BYD Song conquistou a terceira posição entre os utilitários esportivos ao alcançar 6.834 emplacamentos. O volume colocou o modelo eletrificado à frente do Hyundai Creta, que terminou julho com 5.880 unidades.
O GWM Haval H6 também apareceu em posição relevante. Foram 5.668 registros, resultado suficiente para ocupar o quinto lugar da categoria e superar o Chevrolet Tracker por apenas 86 veículos.
Entre a terceira e a sexta posições, a diferença total foi de 1.252 unidades. A proximidade mostra uma disputa equilibrada entre Song, Creta, Haval H6 e Tracker, em contraste com a margem superior a 3 mil registros estabelecida pelo Volkswagen Tera na liderança.
A presença de dois modelos eletrificados entre os cinco primeiros confirma que BYD e GWM já concorrem em volume com produtos de longa trajetória no Brasil. Song e Haval H6 deixaram de ocupar apenas um nicho tecnológico e passaram a influenciar diretamente a classificação mensal dos SUVs.
Ranking dos SUVs mais vendidos do Brasil em julho de 2026
Como a lista segue uma hierarquia comercial definida pela quantidade de emplacamentos, a ordem precisa acompanhar a posição efetiva de cada modelo:
- 1º — Volkswagen Tera: 10.165 emplacamentos
- 2º — Volkswagen T-Cross: 7.070 emplacamentos
- 3º — BYD Song: 6.834 emplacamentos (BYD Song Pro com 4.158 emplacamentos e BYD Song Plus com 2.676 emplacamentos)
- 4º — Hyundai Creta: 5.880 emplacamentos
- 5º — GWM Haval H6: 5.668 emplacamentos
- 6º — Chevrolet Tracker: 5.582 emplacamentos
Fonte: Bright Consultoria.
Somados, os seis SUVs mais vendidos acumularam 41.199 unidades em julho. Tera e T-Cross responderam por cerca de 41,8% desse total, demonstrando o peso da Volkswagen dentro do grupo analisado.
Tera ocupa o terceiro lugar no mercado geral
Além de liderar os utilitários esportivos, o Tera ficou atrás apenas da Fiat Strada e do Volkswagen Polo no ranking completo. A picape da Fiat registrou 14.912 unidades, enquanto o hatch da Volkswagen alcançou 10.341.
O Chevrolet Onix apareceu logo depois do Tera, com 9.313 emplacamentos. Na quinta posição ficou o Fiat Argo, que encerrou julho com 8.612 veículos registrados.
O resultado mostra que o Tera não disputou somente consumidores interessados em SUVs. Seu volume superou o de hatches populares, elétricos compactos, picapes e outros modelos frequentemente encontrados nas primeiras posições do mercado.
O BYD Dolphin Mini, por exemplo, ficou em sexto no ranking geral com 7.265 unidades. O T-Cross apareceu em sétimo, seguido por BYD Song, BYD Dolphin e Geely EX2.
Carros mais vendidos em julho de 2026
1º — Fiat Strada: 14.912 emplacamentos
2º — Volkswagen Polo: 10.341 emplacamentos
3º — Volkswagen Tera: 10.165 emplacamentos
4º — Chevrolet Onix: 9.313 emplacamentos
5º — Fiat Argo: 8.612 emplacamentos
6º — BYD Dolphin Mini: 7.265 emplacamentos
7º — Volkswagen T-Cross: 7.070 emplacamentos
8º — BYD Song: 6.834 emplacamentos
9º — BYD Dolphin: 6.492 emplacamentos
10º — Geely EX2: 5.898 emplacamentos
11º — Hyundai Creta: 5.880 emplacamentos
12º — Fiat Toro: 5.799 emplacamentos
13º — GWM Haval H6: 5.668 emplacamentos
14º — Chevrolet Tracker: 5.582 emplacamentos
15º — Volkswagen Saveiro: 5.328 emplacamentos
16º — Fiat Mobi: 5.193 emplacamentos
Conheça o Volkswagen Tera, o SUV mais vendido de julho
A versão mais barata do Volkswagen Tera custa R$ 107.190 e utiliza motor 1.0 MPI flex associado ao câmbio manual de cinco velocidades. O propulsor entrega 84 cv quando abastecido com etanol e 77 cv com gasolina.
O torque máximo é de 10,3 kgfm com etanol e 9,4 kgfm com gasolina. A aceleração de zero a 100 km/h ocorre em 13,8 segundos com combustível vegetal e em 14,3 segundos quando o tanque recebe gasolina.

A velocidade máxima chega a 162 km/h com etanol e 158 km/h com gasolina. Trata-se da configuração de desempenho mais moderado, voltada ao consumidor que aceita a transmissão manual e prioriza um preço de entrada menor.
Mesmo ocupando a base da gama, o Tera MPI possui seis airbags, divididos entre dois frontais, dois laterais nos bancos dianteiros e dois de cortina. A lista inclui ainda detector de fadiga, identificação de pedestres e frenagem autônoma de emergência.
Segurança tem papel central na versão de entrada
O pacote do Tera MPI reúne controle eletrônico de estabilidade, controle de tração e bloqueio eletrônico do diferencial. O assistente de partida em rampas evita que o veículo recue durante arrancadas em trechos inclinados.
Outro recurso é a frenagem automática após colisão, criada para reduzir a possibilidade de novos impactos depois do primeiro acidente. O sistema de monitoramento dos pneus também informa ao motorista quando identifica perda de pressão.
Para o transporte de crianças, o banco traseiro conta com fixações Isofix e Top Tether. Os alertas de uso dos cintos abrangem passageiros dianteiros e traseiros, enquanto os cintos frontais possuem pré-tensionadores.
Os freios utilizam discos ventilados no eixo dianteiro e tambores na parte traseira. A eletrônica complementa esse conjunto mecânico com recursos capazes de atuar preventivamente ou corrigir situações de perda de aderência.

Equipamentos do Volkswagen Tera MPI vão além da segurança
O modelo de entrada já possui central multimídia VW Play com tela de 10,1 polegadas, sensível ao toque e compatível com App-Connect. O painel digital de oito polegadas concentra as principais informações de condução.
Entre os equipamentos disponibilizados, organizados alfabeticamente, estão:
- ar-condicionado;
- banco do motorista com ajuste de altura;
- coluna de direção regulável em altura e profundidade;
- direção elétrica;
- faróis e lanternas em LED;
- piloto automático;
- portas USB do tipo C;
- sensores traseiros de estacionamento;
- vidros elétricos nas quatro portas;
- volante multifuncional.
Os retrovisores externos possuem ajuste elétrico, e o espelho direito conta com função tilt-down, inclinando-se para facilitar a visualização da guia durante manobras. O veículo também traz rack longitudinal no teto, iluminação no porta-malas e alarme com comando remoto.
As rodas de aço têm 15 polegadas e utilizam pneus 185/65. Supercalotas procuram melhorar a aparência externa, enquanto a roda de emergência permanece disponível para situações de necessidade.
Tera 170 TSI reduz tempo de aceleração
A configuração 170 TSI parte de R$ 123.190 e substitui o motor aspirado por um 1.0 turbo flex. A potência sobe para 116 cv com etanol e 109 cv com gasolina, enquanto o torque alcança 16,8 kgfm com qualquer um dos combustíveis.
A maior força aparece principalmente nas acelerações. O Tera turbo vai de zero a 100 km/h em 10,1 segundos com etanol e 10,2 segundos com gasolina, diferença superior a três segundos diante da versão MPI.
A velocidade máxima aumenta para 187 km/h com etanol e 183 km/h com gasolina. O câmbio, porém, continua sendo manual de cinco marchas, mantendo o foco em consumidores que desejam desempenho mais forte sem pagar por uma transmissão automática.
As rodas passam de 15 para 16 polegadas e recebem pneus 205/60. O volante ganha revestimento premium, enquanto as portas passam a utilizar acabamento em tecido.
O que muda no Volkswagen Tera 170 TSI
A maior parte dos equipamentos de segurança e tecnologia da versão MPI permanece disponível. Isso inclui seis airbags, AEB, detector de fadiga, reconhecimento de pedestres, controle de estabilidade e assistente para partidas em rampas.
O painel digital conserva as oito polegadas, e a central VW Play continua com 10,1 polegadas. Os vidros elétricos, os sensores traseiros e o piloto automático também fazem parte do pacote.
Além da motorização turbo, a configuração adiciona luzes de leitura dianteiras e traseiras, espelhos iluminados nos para-sóis e pneus mais largos. Esses elementos ajudam a diferenciar visualmente e internamente a versão em relação ao Tera básico.
Para quem considera a aceleração um fator importante, o 170 TSI manual apresenta o melhor tempo de zero a 100 km/h da gama. Ele é mais rápido que as versões automáticas Comfort e High, embora ofereça menos conveniência no trânsito urbano.
Tera Comfort adiciona câmbio automático e ACC
Por R$ 133.190, o Tera Comfort marca a entrada da transmissão automática de seis velocidades. O motor continua sendo o 1.0 turbo de até 116 cv e 16,8 kgfm, mas o tempo de zero a 100 km/h passa para 11,7 segundos com etanol e 11,8 segundos com gasolina.
A velocidade máxima chega a 184 km/h com etanol e 180 km/h com gasolina. A diferença de desempenho para a versão manual é compensada pelo conforto da troca automática de marchas.
O principal avanço tecnológico é o controle adaptativo de velocidade e distância. O ACC ajusta o ritmo do veículo conforme o tráfego à frente, trabalhando em conjunto com a frenagem autônoma de emergência.
A versão também recebe aletas atrás do volante, permitindo ao motorista comandar as trocas quando desejar. O sistema Start-Stop desliga o motor em determinadas paradas para reduzir o consumo e volta a acioná-lo no momento da partida.
Conectividade e acesso sem chave aparecem no Tera Comfort
A central multimídia passa a ser a VW Play Connect, com tela de 10,1 polegadas, App-Connect, serviços remotos e conexão própria para o sistema de entretenimento.
O Kessy permite abrir o veículo sem retirar a chave do bolso e inclui partida do motor por botão. A cabine acrescenta um apoio de braço para o motorista e mantém o painel digital de oito polegadas.
As rodas de liga leve diamantadas têm 16 polegadas. O volante multifuncional recebe acabamento premium e paddle shifts, enquanto a manopla da transmissão utiliza revestimento de couro.
O Comfort tende a representar o ponto de equilíbrio da gama para quem procura motor turbo, transmissão automática e assistências de condução sem chegar ao preço da configuração High.
Tera High concentra o pacote mais completo
O Volkswagen Tera High custa R$ 146.190 e utiliza o mesmo motor 170 TSI e o mesmo câmbio automático de seis marchas do Comfort. Por isso, potência, torque, aceleração e velocidade máxima permanecem inalterados.
A diferença está na apresentação visual, no acabamento e nos recursos de conforto. O painel digital aumenta para 10,25 polegadas, oferecendo uma área maior para as informações do veículo.
O ar-condicionado convencional dá lugar ao Climatronic Touch, com controle eletrônico de temperatura. A central multimídia de 10,1 polegadas passa a trabalhar com seis alto-falantes, contra quatro nas versões inferiores.
A cabine recebe iluminação ambiente em LED, bancos com revestimento premium e carregador de celular por indução. O banco traseiro possui encosto bipartido, facilitando a combinação entre bagagens e passageiros.
Câmera e sensores ampliam assistência para manobras
O Tera High acrescenta câmera traseira, sensores de estacionamento dianteiros e retrovisor interno antiofuscante automático. Sensores de chuva e luminosidade automatizam o funcionamento dos limpadores e dos faróis.
As rodas diamantadas crescem para 17 polegadas e utilizam pneus 205/55. O visual externo também recebe spoiler traseiro e faróis com função Coming & Leaving Home.
Alguns dos itens exclusivos ou adicionais da versão High, em ordem alfabética, são:
- ar-condicionado digital;
- bancos com acabamento premium;
- câmera traseira;
- carregador de celular sem fio;
- iluminação ambiente em LED;
- painel de instrumentos de 10,25 polegadas;
- sensores dianteiros de estacionamento;
- spoiler traseiro.
A diferença de R$ 13 mil para o Comfort concentra-se principalmente nesses recursos. Motor e transmissão são iguais, o que exige avaliar se os equipamentos adicionais justificam o investimento para cada perfil de comprador.
Dimensões permanecem próximas em toda a gama
O Volkswagen Tera MPI mede 4.147 mm de comprimento, enquanto as versões turbo alcançam 4.151 mm. A pequena variação não modifica de maneira relevante o espaço ocupado pelo veículo na garagem ou nas ruas.
A distância entre os eixos é de 2.566 mm em todas as configurações. A largura chega a 1.777 mm sem os espelhos e a 1.986 mm quando os retrovisores são incluídos na medição.
Na altura, o modelo aspirado possui 1.478 mm, enquanto as configurações 170 TSI chegam a 1.504 mm. As dimensões colocam o Tera em uma posição voltada ao uso urbano, abaixo de SUVs maiores em comprimento e porte externo.
A combinação de carroceria compacta, direção elétrica e sensores traseiros desde a versão inicial procura facilitar manobras em vagas e garagens. Nas configurações superiores, câmera e sensores dianteiros ampliam esse auxílio.
Qual Volkswagen Tera escolher?
A versão MPI atende quem pretende pagar o menor valor possível e aceita o desempenho mais contido do motor aspirado. Seu principal atrativo está no pacote de segurança, que preserva seis airbags e frenagem autônoma mesmo na configuração de entrada.
O 170 TSI manual é indicado para quem deseja respostas mais rápidas e não considera o câmbio manual uma limitação. Ele apresenta a melhor aceleração da linha e custa R$ 16 mil a mais que o MPI.
O Comfort passa a ser a opção mais equilibrada para o público que busca transmissão automática. Além do câmbio de seis marchas, oferece ACC, rodas de liga leve, chave presencial e conectividade ampliada.
O High mantém o conjunto mecânico do Comfort, mas acrescenta recursos de conveniência e acabamento. Sua compra faz mais sentido para quem considera câmera de ré, climatização digital, painel maior, sensores dianteiros e carregamento sem fio itens importantes.

SUVs mais vendidos mostram diferentes escolhas mecânicas
A classificação de julho reúne modelos com propostas muito distintas. O Volkswagen Tera oferece motores 1.0 aspirado ou turbo, enquanto T-Cross, Creta e Tracker possuem gamas próprias com diferentes níveis de potência e equipamentos.
BYD Song e GWM Haval H6 representam a expansão dos híbridos. O desempenho dos dois mostra que uma parcela dos consumidores já considera a eletrificação ao escolher um SUV, mesmo diante da ampla oferta de modelos tradicionais.
O mercado não está concentrado em uma única preferência. Preço, tecnologia, consumo, espaço, desempenho e forma de propulsão dividem a atenção dos compradores, criando disputas mais fragmentadas dentro da categoria.
Nesse cenário, o Tera conseguiu transformar sua faixa de preços, sua variedade de versões e seu pacote de segurança em volume comercial. A liderança de julho mostra que o modelo encontrou espaço tanto entre consumidores de compactos quanto entre interessados em entrar no segmento de SUVs.
Liderança do Tera amplia desafio para os concorrentes
O Volkswagen Tera terminou julho 3.095 unidades à frente do T-Cross e 3.331 acima do BYD Song. A diferença estabelece uma referência elevada para as marcas que pretendem alcançar a primeira posição nos meses seguintes.
Creta, Haval H6 e Tracker permanecem próximos entre si, com apenas 298 veículos separando o quarto do sexto colocado. Essa proximidade permite mudanças rápidas na parte intermediária da tabela.
Na liderança, porém, o Tera construiu uma margem mais confortável. Seu volume não dependeu apenas de uma versão, pois a gama possui desde uma configuração aspirada manual até uma opção automática com painel digital maior, ACC e climatização eletrônica.
O resultado também fortalece a estratégia da Volkswagen de manter dois SUVs em posições complementares. O Tera liderou a categoria, enquanto o T-Cross continuou com mais de 7 mil emplacamentos e preservou o segundo lugar.
SUVs mais vendidos entram no segundo semestre com nova distribuição de forças
O crescimento de 18,9% do mercado brasileiro no acumulado de 2026 criou um ambiente favorável para diferentes marcas ampliarem seus volumes. Ainda assim, o ranking mostra que o aumento das vendas não foi distribuído de forma uniforme entre os SUVs.
A Volkswagen concentrou as duas primeiras posições, BYD e GWM colocaram híbridos entre os líderes, e Hyundai e Chevrolet mantiveram produtos tradicionais dentro do grupo principal.
Com 10.165 registros, o Tera ficou mais próximo do Polo, segundo colocado geral, do que do T-Cross, vice-líder da categoria. A diferença de somente 176 unidades para o hatch evidencia a força comercial alcançada pelo SUV em julho.
Os SUVs mais vendidos do mês revelam, portanto, uma categoria dividida entre modelos a combustão e eletrificados, com diferentes níveis de preço e tecnologia. No centro dessa disputa, o Volkswagen Tera estabeleceu a marca a ser superada ao terminar o período na liderança e abrir mais de 3 mil unidades sobre seu concorrente mais próximo.
Fonte: CarBlog

