Perspectivas de crescimento da produção de etanol afetam a maneira como as usinas direcionam sua matéria-prima e sugere expansão dos negócios
A indústria de biocombustíveis está cada vez mais crescente no Brasil. Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), atualmente 24 unidades de produção de etanol estão ampliando seu potencial produtivo no Brasil. Veja também que há previsão de crescimento de 50% da capacidade global de energia renovável nos próximos 5 anos
Depois que as obras de ampliação nessas usinas forem concluídas, as unidades deverão acrescentar 6,33 milhões de litros à capacidade nacional diária – 5,83 milhões de etanol anidro e 493 mil de etanol hidratado.
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As expectativas de crescimento de produção de etanol nos últimos dois anos influenciaram a maneira como as usinas direcionam sua matéria-prima. Por exemplo, no período de 2017/2018 um índice de 53,5% da cana-de-açúcar foi direcionada para a produção de etanol. Na safra seguinte, o percentual subiu para 64,8%. E no acumulado até a primeira quinzena de novembro de 2019, esse valor já chega a 65,2%.
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De acordo com dados do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de um valor total de R$ 2,76 bilhões financiado pela instituição para o setor sucroenergético em 2018, 70% foi destinado à expansão ou modernização industrial de forma ampla, enquanto outros 3% foi utilizado diretamente na fabricação de etanol.
Entre as empresas investindo expressivamente no mercado de biocombustíveis destacam-se Raízen Energia, São Martinho, Biosev, Balbo, Abengoa, Cocal, Coruripe e GranBio.
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