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Confira duas moedas das Olimpíadas que podem chegar a R$ 1.300

Escrito por Alisson Ficher
Publicado em 14/06/2024 às 06:59
Moedas raras. (Imagem: reprodução)
Moedas raras. (Imagem: reprodução)

Nos últimos anos, as moedas ganharam grande popularidade no Brasil, impulsionadas pelo crescente interesse na numismática desde as Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro.

O evento esportivo global não apenas deixou lembranças vívidas entre os brasileiros, mas também expandiu significativamente o alcance das moedas no país, atraindo uma audiência antes pouco interessada neste universo.

Antes dos Jogos Olímpicos, poucos brasileiros dedicavam atenção às moedas, deixando seu estudo e colecionismo a um grupo restrito.

No entanto, após o evento, o interesse se ampliou consideravelmente, alcançando novos públicos e estimulando uma presença crescente na internet, onde se encontram conteúdos variados sobre o tema.

A busca por essas peças frequentemente resulta em negociações que alcançam valores impressionantes, evidenciando o potencial econômico e cultural da numismática.

A numismática abrange o estudo e colecionismo de cédulas, moedas e medalhas, destacando-se pelo seu valor histórico, artístico e econômico.

O termo engloba tanto a pesquisa acadêmica quanto o hobby de colecionar esses itens raros e muitas vezes valiosos. Para celebrar as Olimpíadas no Brasil, o Banco Central lançou 17 modelos de moedas que se tornaram ícones do evento.

Cada uma dessas moedas exibia estampas de modalidades olímpicas e paralímpicas, despertando o interesse de colecionadores e entusiastas.

Entre os modelos produzidos estavam aqueles em homenagem aos Jogos Paraolímpicos, destinados a atletas com deficiência, além de moedas dedicadas aos mascotes dos Jogos Olímpicos e à cerimônia de entrega da bandeira olímpica.

Com o tempo, muitos desses modelos se tornaram raros no mercado nacional, já que os brasileiros tendem a guardar suas moedas olímpicas como recordações pessoais ou peças colecionáveis de alto valor.

As moedas valiosas

Algumas edições especiais, lançadas em tiragens limitadas para datas comemorativas, alcançam preços elevados em leilões e vendas diretas, devido à sua escassez e ao interesse fervoroso de colecionadores.

Por exemplo, certos modelos podem ser comercializados por até R$ 1.300, especialmente aqueles que apresentam erros de fabricação como o reverso invertido, o que os torna ainda mais cobiçados.

Estes erros são identificados ao girar a moeda verticalmente, observando se o reverso está de cabeça para baixo em relação ao anverso. Hoje, dois modelos que podem valer até R$ 1.300, conforme dados que constam no Catálogo Ilustrado Moedas com Erros, são as das modalidades boxe e rugby. Isso porque elas estão com o reverso invertido em 180º.

Para averiguar se este erro existe, basta girar a moeda de cima para baixo ou de baixo para cima. Caso o reverso fique de ponta cabeça, significa que ele está invertido e a moeda é considerada valiosa, pois essa é uma condição rara.

Como vender esses objetos

Para vender moedas raras, os interessados podem explorar diversas opções, como grupos de colecionadores em redes sociais, lojas especializadas, leilões especializados e plataformas online.

Participar de leilões é especialmente vantajoso, pois cria um ambiente competitivo que frequentemente resulta em preços mais altos para as moedas.

Assim, o mercado de moedas no Brasil continua a crescer impulsionado pela combinação única de interesse histórico, artístico e econômico, alimentado por eventos memoráveis como as Olimpíadas de 2016, que deixaram um legado duradouro no costume de colecionar esses objetos.

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Alisson Ficher

Jornalista formado desde 2017 e atuante na área desde 2015, com experiência de seis anos em revista impressa e mais de 12 mil publicações online. Especialista em temas como política, empregos, economia, cursos e outros. Caso tenha alguma dúvida ou sugestão de pauta sobre algum dos temas tratados no site, por favor, entre em contato.

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