Em Miranda, Mato Grosso do Sul, a propriedade combina hospedagem privativa com pesquisas e projetos de conservação de espécies do bioma; o ator ficou na Villa Cordilheira, estrutura exclusiva para até 16 hóspedes, enquanto conhecia iniciativas ambientais desenvolvidas na região.
Leonardo DiCaprio esteve na Fazenda Caiman, no Pantanal sul-mato-grossense, acompanhado da namorada, Vittoria Ceretti, e de um grupo de amigos. A viagem teve como foco conhecer iniciativas de pesquisa e conservação da fauna e da flora mantidas na propriedade, em Miranda.
A presença do ator foi apurada pelo g1, que informou não terem sido feitos registros públicos do grupo no local por questões de privacidade e segurança.
-
Ex-funcionário recebeu o salário final de US$ 915 em cerca de 91.500 moedas cobertas de óleo, levou quase sete horas para tirar a pilha de dinheiro da entrada de casa e caso terminou na Justiça
-
Casal quebra piso da cozinha durante reforma, cava quase 60 centímetros sob o concreto e picareta acerta um velho pote enterrado, fazendo surgir mais de 1.000 moedas de ouro e prata escondidas sob a casa havia cerca de 400 anos, e o tesouro acaba vendido por R$ 421 mil em leilão
-
Artista surdo e não verbal fica sem papel para desenhar, começa a pintar as paredes da própria casa com carvão, transforma residência simples em galeria e talento chega a exposição no Rio de Janeiro
-
Dona de lotérica vende a própria cota de R$ 100 na última hora, vê bolão da Quina de São João ganhar R$ 26.603.233, cliente recebe mais de R$ 532 mil e ela fica fora do prêmio
Também estavam na viagem Laura Ruth Harrier, Weston Sechrest, Hillel Nahmad, Todd Graves, Rodrigo Medeiros, Raul Guterres e Camila Klabin.
A propriedade funciona como base para pesquisadores, biólogos e organizações que acompanham diferentes espécies do Pantanal. Entre os trabalhos desenvolvidos estão ações relacionadas à conservação da onça-pintada, ao monitoramento de aves, incluindo a arara-azul, e a estudos sobre papagaios e tamanduás.
Depois da passagem pelo Pantanal, DiCaprio seguiu para Brasília, onde se reuniu com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para tratar de preservação ambiental. A Folha de S.Paulo registrou que o ator havia se hospedado na Caiman antes da agenda na capital federal.
Sete bangalôs de 70 m² e hospedagem para até 16 pessoas
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/Y/4/AQsHthQxyvtJq7O46zAQ/leo-caiman.jpg)
DiCaprio e os acompanhantes ficaram na Villa Privativa Cordilheira. A hospedagem do grupo na estrutura foi registrada pela Folha de S.Paulo, enquanto a fazenda apresenta a Cordilheira como uma das villas privativas em funcionamento na propriedade.
A Fazenda Caiman informa que a estrutura é destinada exclusivamente a um grupo por vez e reúne sete bangalôs de 70 metros quadrados, além de áreas de convivência, piscina e sala de ginástica.
A villa comporta até 16 hóspedes e oferece carro e guia exclusivos durante a programação realizada na propriedade. Esse modelo permite que o grupo concentre as atividades e os deslocamentos internos dentro da própria estrutura privativa.
A Cordilheira integra as opções de hospedagem da fazenda. A Casa Caiman, principal estrutura do empreendimento, possui 18 suítes, enquanto a Villa Privativa Baiazinha oferece outra modalidade de hospedagem privativa dentro da propriedade.
As diárias incluem refeições e atividades realizadas na fazenda, como caminhadas por áreas de vegetação nativa, passeios para observação de animais, saídas noturnas e passeios de canoa. Cavalgadas e observação de aves aparecem entre as atividades cobradas à parte.
A hospedagem também prevê contribuição ambiental de R$ 500 por pessoa, por estadia. Conforme as informações divulgadas pela Caiman, o valor é destinado à manutenção de projetos de conservação e da Reserva Particular do Patrimônio Natural Dona Aracy.
Fazenda reúne projetos de conservação e mais de 500 espécies
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/Q/8/oCa2BaSPCJLQu5PCqMrg/leo-dicaprio-hospedagem.jpg)
Com cerca de 53 mil hectares, a Fazenda Caiman foi fundada há mais de 35 anos e destina mais de 15 mil hectares à conservação por meio de uma reserva particular, conforme informações divulgadas pela própria propriedade.
A área serve de base para pesquisas e monitoramentos realizados por equipes ligadas a diferentes projetos ambientais. Algumas dessas iniciativas permitem que visitantes acompanhem trabalhos de campo conduzidos pelos profissionais responsáveis pelos estudos.
Pesquisadores, biólogos e equipes de projetos ambientais atuam no monitoramento de espécies e em estudos relacionados ao ecossistema pantaneiro. Esse trabalho ocorre paralelamente às atividades de hospedagem e às experiências de observação da fauna oferecidas aos visitantes.
Entre os projetos presentes no local está o Onçafari, dedicado à conservação da onça-pintada. Biólogos e pesquisadores monitoram os animais e estudam seu comportamento, enquanto algumas experiências oferecidas aos visitantes permitem acompanhar parte do trabalho realizado em campo.
O Instituto Arara-Azul também atua na propriedade com pesquisas e ações de conservação da espécie. Entre as atividades estão o acompanhamento do comportamento das aves e o monitoramento de ninhos.
As informações do instituto indicam que o trabalho desenvolvido ao longo das últimas décadas contribuiu para ampliar o conhecimento sobre a espécie e para ações destinadas à conservação da arara-azul no Pantanal.
Outras iniciativas citadas na fazenda incluem o Projeto Papagaio-Verdadeiro e o Instituto Tamanduá, que também desenvolvem atividades relacionadas ao estudo e à conservação da fauna pantaneira.
A Caiman informa que mais de 500 espécies já foram registradas na propriedade. Entre elas estão onças-pintadas, tamanduás-bandeira e aproximadamente 340 espécies de aves.
A Fazenda Caiman fica em Miranda, no Pantanal de Mato Grosso do Sul, a aproximadamente 236 quilômetros do Aeroporto Internacional de Campo Grande e 182 quilômetros de Bonito.
Pela estrada, os deslocamentos informados são de cerca de 3h30 a partir de Campo Grande e 2h30 saindo de Bonito. A propriedade também possui uma pista de pouso particular para aeronaves de pequeno porte.
O trajeto aéreo entre Campo Grande e a fazenda é estimado em aproximadamente uma hora, alternativa de acesso ao local onde funcionam as hospedagens e os projetos de conservação.
