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Aos 11 anos, menina superdotada com QI de 162 começa o mestrado depois de concluir duas engenharias, convive com autismo diagnosticado aos 3 e leva o sonho de trabalhar na NASA até uma usina nuclear do México em práticas profissionais

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Escrito por Bruno Teles Publicado em 18/08/2026 às 19:13 Atualizado em 18/08/2026 às 19:15
Menina superdotada com QI de 162 conclui duas engenharias, cursa mestrado no México e faz prática nuclear enquanto mira a NASA.
Menina superdotada com QI de 162 conclui duas engenharias, cursa mestrado no México e faz prática nuclear enquanto mira a NASA.
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Adhara Maite Pérez Sánchez nasceu em Veracruz, concluiu Engenharia de Sistemas e Engenharia Industrial com foco em Matemática, começou um mestrado no IPN e, aos 14, contou que cursava o programa, enquanto a menina superdotada com QI de 162 fazia práticas profissionais numa central nuclear e planejava chegar ao espaço

Adhara Maite Pérez Sánchez estava perto de completar 11 anos quando se preparou para entrar num mestrado do Instituto Politécnico Nacional, o IPN, em 2022. A menina superdotada com QI de 162 já carregava dois diplomas de engenharia e o diagnóstico de autismo recebido aos 3. Alejandro González registrou o ingresso no Once Noticias em 19 de agosto de 2022, um relatório do IPN confirmou em 2023 que ela cursava o programa e o Senado mexicano havia reconhecido sua trajetória em 13 de maio de 2021, quando ela tinha 9 anos.

Adhara nasceu em 28 de agosto de 2011, em Veracruz, e tinha 14 anos em agosto de 2026. A Secretaria de Educação de Veracruz informou em 15 de fevereiro de 2026 que ela possuía duas engenharias, uma pós-graduação e o QI de 162; uma entrevista publicada pela Telemundo em 18 de março, porém, apresentou a adolescente ainda cursando o mestrado enquanto fazia práticas numa usina nuclear.

O diagnóstico aos 3 anos veio antes da identificação das altas habilidades

Menina superdotada com QI de 162 conclui duas engenharias, cursa mestrado no México e faz prática nuclear enquanto mira a NASA.
Adhara tinha 3 anos quando recebeu o diagnóstico então descrito como síndrome de Asperger.

A classificação médica mudou com o tempo, e essa denominação passou a integrar o transtorno do espectro autista. O autismo reúne condições relacionadas ao desenvolvimento cerebral, com características e necessidades que variam muito de uma pessoa para outra. O diagnóstico, portanto, não define sozinho a inteligência, a autonomia nem o caminho escolar de uma criança.

Nallely Sánchez observava em casa uma filha que aprendia álgebra, memorizava informações e demonstrava interesse intenso por ciência, enquanto a experiência escolar produzia sinais de sofrimento. A família buscou atendimento e chegou ao Centro de Atenção ao Talento, o CEDAT, no México. A avaliação divulgada apontou QI de 162 e mudou o foco do acompanhamento para a combinação entre autismo, altas habilidades e necessidades educacionais específicas.

O número chamou atenção pública, mas a rotina infantil continuou exigindo cuidado. Adhara precisava de um ambiente que acompanhasse seu ritmo acadêmico sem ignorar comunicação, convivência, descanso e proteção. A aceleração de conteúdo resolveu parte do descompasso com as aulas comuns. Ela não eliminou as demandas próprias de uma criança que ainda construía relações, lidava com frustrações e dependia da família para tomar decisões.

A escola comum virou um espaço de isolamento e agressões

Adhara enfrentou rejeição de colegas e incompreensão de adultos durante os primeiros anos escolares. Crianças a chamaram de estranha, agressões ocorreram dentro da escola e professores interpretaram o sono ou o desinteresse por tarefas repetitivas como falta de vontade. A mãe encontrou a filha sendo atacada numa área de brincadeiras e percebeu que a frequência naquele ambiente cobrava um preço emocional alto.

A família trocou Adhara de escola mais de uma vez e procurou uma estrutura compatível com seu modo de aprender. O bullying não revelou qualquer limite intelectual da menina; ele expôs a incapacidade do ambiente de proteger uma criança autista com avanço acadêmico muito acima da turma. O isolamento e a tristeza apareceram antes que a avaliação de altas habilidades ajudasse os adultos a reorganizar o percurso.

O CEDAT ofereceu uma referência educacional voltada a estudantes com desempenho fora da curva. Adhara passou a avançar pelo currículo em velocidade incomum e encontrou espaço para estudar temas que prendiam sua atenção. O apoio especializado não transformou o autismo numa vantagem automática nem numa barreira absoluta. Ele permitiu que a escola considerasse, ao mesmo tempo, o potencial elevado e as dificuldades concretas de adaptação.

A aceleração escolar comprimiu anos de currículo

Menina superdotada com QI de 162 conclui duas engenharias, cursa mestrado no México e faz prática nuclear enquanto mira a NASA.
Adhara concluiu a escola primária aos 5 anos e avançou pelas etapas seguintes antes da idade habitual.

Os relatos divergem sobre a data exata do fim do ensino médio: algumas fontes apontam 7 anos, outras registram 8. A sequência segura mostra que ela completou a educação básica ainda criança e começou o ensino superior muito antes da maioria dos estudantes mexicanos.

Duas graduações entraram na rotina enquanto outras crianças da mesma faixa etária ainda percorriam os primeiros anos escolares. Os nomes dos cursos aparecem com pequenas variações nas publicações, mas os registros mais recentes convergem em Engenharia de Sistemas e Engenharia Industrial com orientação em Matemática. Aos 10 anos, Adhara já era apresentada publicamente como portadora de dois diplomas de engenharia.

A diferença de idade não reduz a carga acadêmica a uma coleção de curiosidades. Engenharia cobra matemática, projetos, avaliações e capacidade de ligar teoria a problemas reais. A família precisou negociar admissões, acompanhar deslocamentos e lidar com regras desenhadas para adultos. Faz a conta: uma estudante de 10 anos dependia de autorização familiar para tarefas simples enquanto cumpria programas universitários normalmente frequentados por gente quase uma década mais velha.

O mestrado no IPN começou aos 11 e permaneceu em curso aos 14

Adhara se preparou em agosto de 2022 para ingressar numa pós-graduação do IPN, no campus Zacatenco, na Cidade do México. A descrição contemporânea apontava um mestrado em Ciências de Engenharia Mecânica. Um documento institucional referente ao primeiro semestre de 2023 registrou a presença da aluna prodígio de 11 anos no programa, o dado mais próximo do momento da matrícula.

Reportagens publicadas a partir de 2024 passaram a afirmar que Adhara havia obtido o título de mestre aos 11 anos. Algumas trocaram o nome do programa por Engenharia Industrial com especialidade em Matemática e acrescentaram que ela se tornara a pessoa mais jovem do México a concluir um mestrado. A documentação disponível confirma o ingresso aos 11, mas não oferece ata, diploma ou comunicado do IPN que sustente a conclusão naquela idade.

Março de 2026 trouxe uma atualização feita pela própria adolescente numa entrevista em vídeo. Aos 14 anos, ela apareceu com dois diplomas de engenharia e disse que cursava uma pós-graduação. A informação contrasta com o título de mestre já atribuído a ela por veículos e até por um comunicado educacional de Veracruz. A formulação responsável separa os fatos: a matrícula aos 11 está documentada; a conclusão naquela idade permanece sem comprovação acadêmica pública.

Aos 14, uma usina nuclear entrou na formação prática

Menina superdotada com QI de 162 conclui duas engenharias, cursa mestrado no México e faz prática nuclear enquanto mira a NASA.
Adhara apareceu em 2026 realizando práticas profissionais numa central nuclear mexicana.

O trabalho colocou a adolescente diante de procedimentos, equipamentos e equipes de um setor que opera com controle rígido. A experiência aproximou a formação em engenharia de um ambiente industrial real e acrescentou uma etapa concreta ao currículo que começou tão cedo.

A presença na usina também atualizou a imagem pública da estudante. Fotos antigas mostravam uma criança em eventos, entrevistas e cerimônias; o vídeo mais recente apresentou uma jovem de 14 anos participando de atividades profissionais. A menina superdotada com QI de 162 continuava estudando e começava a testar o conhecimento fora da sala de aula.

O setor nuclear exige preparo e supervisão, especialmente para uma participante menor de idade. A divulgação não detalhou a duração das práticas, as funções executadas nem o grau de acesso às instalações. O fato confirmado se limita à experiência profissional mostrada na entrevista. A ausência desses detalhes impede transformar a passagem pela usina em emprego, especialização concluída ou credencial técnica que ainda não foi anunciada.

O QI de 162 não vence Einstein por dois pontos

O QI de 162 atribuído a Adhara aparece desde a infância em entrevistas, reconhecimentos e perfis institucionais. Uma pontuação nessa faixa indica desempenho muito elevado dentro da escala usada, mas as fontes abertas não informam qual teste foi aplicado, em que data, sob quais normas ou com qual margem de erro. Esses dados fariam diferença para uma comparação técnica.

Albert Einstein morreu em 1955 sem deixar um resultado público de teste moderno de QI. O número 160 repetido em listas e reportagens foi estimado depois com base em sua obra científica, não medido num exame documentado. Dizer que Adhara marcou 162 é reproduzir um resultado divulgado; afirmar que ela superou Einstein por dois pontos transforma uma estimativa histórica em placar.

Testes de inteligência medem conjuntos específicos de habilidades sob condições determinadas. Pontuações muito altas ainda carregam faixas de incerteza e podem variar conforme instrumento, idade e normas de comparação. O resultado ajuda a orientar apoio educacional, mas não mede criatividade, maturidade, bem-estar ou impacto científico futuro. Einstein construiu sua relevância por trabalhos comprovados na física; Adhara ainda percorre a própria formação.

A NASA permanece como objetivo, não como vínculo profissional

Adhara fala desde criança sobre ser astronauta, pisar na Lua e trabalhar com a NASA. O interesse ganhou forma quando ela estudou astronomia, buracos negros, matemática e missões espaciais. Um contato ligado à Universidade do Arizona abriu a possibilidade de participar de atividades preparatórias, e a adolescente também visitou instituições do setor espacial mexicano.

A aproximação não equivale a contratação pela agência espacial dos Estados Unidos. Adhara ainda precisa concluir etapas acadêmicas, atender requisitos profissionais e disputar processos futuros. O sonho da NASA funciona como direção de carreira, enquanto as duas engenharias, o mestrado em andamento e a prática nuclear formam os passos já registrados.

Adhara também divulga ciência para meninas e meninos. Ela participou de palestras, escreveu o livro Não Desista e usou sua visibilidade para defender a presença feminina em matemática, tecnologia e engenharia. O reconhecimento do Senado mexicano em 2021 e a homenagem da Secretaria de Educação de Veracruz em 2026 ampliaram esse papel público, sem substituir os documentos exigidos para cada formação acadêmica.

A trajetória confirmada continua aberta aos 14 anos

Adhara tinha 14 anos em 18 de agosto de 2026 e completaria 15 no dia 28. A cronologia confirmada reúne diagnóstico de autismo aos 3, aceleração escolar, dois cursos de engenharia, entrada no mestrado aos 11, reconhecimento oficial e práticas profissionais numa usina nuclear. A menina superdotada com QI de 162 chegou muito cedo a ambientes universitários e industriais, mas ainda cursava a pós-graduação na atualização direta de março de 2026.

Adhara mantém o objetivo de trabalhar na NASA e chegar à Lua, enquanto o registro acadêmico público ainda precisa esclarecer quando o mestrado será concluído. A história já sustenta uma conversa concreta sobre altas habilidades, inclusão e verificação de credenciais. Você acha que escolas e universidades estão preparadas para alunos que avançam tão rápido? Conte nos comentários qual apoio deveria ser obrigatório sem tirar dessas crianças o direito de viver a própria idade.

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