O acordo da AES com a Ferbasa será para fornecer 80 MW médio de potência de energia elétrica em 20 anos, com entrega a partir de 2024
A companhia elétrica AES Brasil e a Companhia de Ferro Ligas da Bahia – Ferbasa, firmaram contrato que fornecerá em média 80 megawatts de energia elétrica em 20 anos, com entregas a partir de 2024. O acordo foi firmado depois que a antiga AES Tietê afirmou, em janeiro, que havia assinado um memorando de entendimento sobre fornecimento de energia com a Ferbasa.
Veja também outras notícias do dia:
- Aeris Energy contrata para oportunidades de emprego no estado do Ceará
- Suzano contrata hoje profissionais com e sem experiência para vagas de estágio e emprego em SP, BA, CE, ES, MA, MS, PA
- Elfe está com mais de 100 vagas de emprego on e offshore para Macaé, São José dos Campos, Anchieta, Manaus e mais
Construção e geração de energia elétrica:
A energia elétrica será gerada no Parque Eólico Cajuína, que será instalado no estado do Rio Grande do Norte. A construção do parque começará no próximo ano. O projeto tem capacidade instalada de 165 MW e geração média de 92 MW.
A energia será utilizada na reposição do serviço atual da Ferbasa, o que ressalta que o contrato não representa aumento da capacidade produtiva. Para a empresa, a estratégia é garantir o uso de energia elétrica no longo prazo para reduzir o custo de aquisição de insumos.
-
Pequena cidade do Centro Oeste brasileiro vira alvo de megafábrica de R$ 23 bilhões e pode criar a maior linha única do mundo durante construção com pico de 14 mil trabalhadores
-
Minas anuncia mais de R$ 400 milhões em obras e projetos de infraestrutura no Centro-Oeste, com revitalização de rodovias, novas ligações asfálticas, contorno em Bambuí e duplicação de ponte prevista até 2030
-
Uber coloca freio na inteligência artificial após gastar em 4 meses todo o orçamento de 2026, limita ferramentas usadas por desenvolvedores e expõe o desafio das empresas para provar que a produtividade da IA paga a própria conta
-
Copa de 2014 deixou herança milionária em Itaquera: estádio do Corinthians fez o metro quadrado mais que dobrar, atraiu incorporadoras, puxou milhares de unidades residenciais e mudou o bairro, mas barreiras de mobilidade ainda travam o entorno da arena
Confira fato relevante publicado pela empresa:


Seja o primeiro a reagir!