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Início ‘Fazer o curso T-HUET no Brasil é quase impossível’. Trabalhadores que almejam o setor offshore e atuação em contratos Petrobras, reclamam de “monopólio” e custos absurdamente altos que não garantem emprego

‘Fazer o curso T-HUET no Brasil é quase impossível’. Trabalhadores que almejam o setor offshore e atuação em contratos Petrobras, reclamam de “monopólio” e custos absurdamente altos que não garantem emprego

3 de março de 2024 às 19:17
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Helicóptero amarelo decolando de plataforma offshore
Helicóptero amarelo em ação, garantindo transporte eficiente desde a plataforma de petróleo offshore até a terra firme.

Desafios enfrentados por trabalhadores offshore na obtenção do curso T-HUET exigido pela OPITO e soluções propostas

A busca por qualificação no setor offshore, especialmente no que tange ao curso T-HUET (Treinamento de Escape de Aeronave Submersa para Águas Tropicais), tornou-se um assunto de grande preocupação para os profissionais que desejam ingressar ou retornar à área, sobretudo na indústria de petróleo e gás liderada pela Petrobras no Brasil e outra empresas que você pode encontrar a lista aqui.

A exigência desse curso pela OPITO (Offshore Petroleum Industry Training Organisation) tem colocado em evidência as dificuldades enfrentadas por milhares de trabalhadores, particularmente os que estão atualmente desempregados e aqueles provenientes de estados distantes do Rio de Janeiro, como o Nordeste.

Artigos recomendados

Para aqueles que não sabem ou nunca viram como é este tipo de traimento, a RelyOn Nutec Brazil disponibilizou um vídeo ministrante. Confira abaixo:

THUET – Treinamento em Escape de Helicópteros Submersos em Águas Tropicais

Custos Associados e Impactos para os Trabalhadores

Os obstáculos não são apenas acadêmicos ou profissionais, mas também financeiros. Os custos para obtenção do certificado T-HUET incluem, mas não se limitam a, passagens aéreas, hospedagem, alimentação e o valor do curso em si.

Estes custos acumulados podem ser proibitivos para muitos que desejam atuar no setor offshore da Petrobras, especialmente quando consideramos um trabalhador desempregado tentando retornar ao mercado, apesar da cidade ter tentando oferecer cursos gratuitos há algum tempo atrás para minimizar este processo. Por exemplo, um trabalhador do Nordeste enfrenta um gasto significativo apenas para chegar ao local do curso, além dos custos de hospedagem e alimentação durante sua estadia, sem mencionar o valor do curso propriamente dito.

Monopólio e a Necessidade de Ação Coletiva

A percepção de um monopólio na oferta do curso T-HUET é uma das principais preocupações. Isso não apenas limita as opções disponíveis para os trabalhadores, mas também contribui para manter os custos elevados. A chamada para ação envolve não apenas os trabalhadores afetados, mas também empresas, sindicatos e outros atores do setor. A mobilização através das redes sociais e outros canais de comunicação é vista como uma estratégia vital para enfrentar essa situação.

Chamado para Mudanças Estruturais

Uma solução proposta é a expansão do número de instituições certificadas pela OPITO para oferecer o curso T-HUET. Isso não apenas aumentaria a acessibilidade geográfica, mas também poderia introduzir uma competição saudável que tenderia a reduzir os custos para os trabalhadores. A descentralização do treinamento permitiria que profissionais de diferentes regiões do Brasil tivessem acesso mais fácil e a custos mais baixos, mitigando as barreiras financeiras e logísticas atualmente enfrentadas.

A questão do acesso ao curso T-HUET no Brasil é complexa e envolve diversos fatores que vão além da disponibilidade e custo. É crucial que haja uma abordagem colaborativa envolvendo todas as partes interessadas, incluindo a OPITO, a Petrobras, empresas de treinamento, trabalhadores e seus representantes.

O objetivo deve ser facilitar o acesso ao treinamento necessário para garantir não apenas a segurança dos trabalhadores offshore, mas também a sustentabilidade e competitividade do setor de petróleo e gás brasileiro. Através de esforços conjuntos e uma vontade compartilhada de abordar essas questões, é possível encontrar soluções que beneficiem todos os envolvidos e mantenham a indústria brasileira de petróleo e gás forte e resiliente.

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