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Início Após queda de 50% da commodity de ferro, Grupo Maeda Recicla divulga reciclagem recorde de 200 toneladas do metal em maio, após recompra da indústria

Após queda de 50% da commodity de ferro, Grupo Maeda Recicla divulga reciclagem recorde de 200 toneladas do metal em maio, após recompra da indústria

19 de julho de 2022 às 10:41
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Após queda de 50% da commodity de ferro, Grupo Maeda Recicla anuncia reciclagem recorde de 200 toneladas do metal em maio, após recompra da indústria - Canva
Fonte da imagem: Canva

O Grupo Maeda Reciclagem entrou em contato com o CPG – Click Petróleo e Gás para divulgar uma notícia inédita: a empresa está reciclando, mensalmente, mais de 800 toneladas de resíduos da indústria ao possuir 54 empresas parceiras, sendo ao menos 200 toneladas de ferro.

O Grupo Maeda Recicla atua com a reciclagem de resíduos sólidos como metal e papelão. De acordo com a assessoria de imprensa, somente no mês de maio, teriam reciclado mais de 200 toneladas de ferro revendidas pelos parceiros comerciais.

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O ferro perdeu valor de mercado após o seu pico de valorização com a pandemia da Covid-19:  agora, a commodity acumula queda acentuada acima de 52% nas últimas 52 semanas, tornando, assim, a construção civil e processos industriais mais baratos – apesar da inflação brasileira, em dois dígitos. 

O grupo conta com  estratégia reversa em que compra os resíduos de marcas parceiras e os revende para o mercado já aptos para reuso, girando a economia. Até o ano de 2024,  a meta é produzir mais de 5 mil toneladas de materiais reciclados para serem revendidos. 

Aumento na geração de resíduos sólidos torna a reciclagem fundamental 

Gráficos mostram queda exponencial do minério. Fonte da imagem: Investing.

Conforme dados compartilhados pelo Panorama da Abrelpe 2018/2019, a geração de resíduos sólidos no Brasil chegou a quase 217 mil toneladas no período compreendido entre 2017 e 2018. No entanto, uma parcela de apenas 2% é reciclada conforme os padrões exigidos em lei, o que faz, na maior parte das vezes, com que uma parcela elevada dos materiais sejam eliminados no meio ambiente de forma inadequada, poluindo solos e rios. 

As metas industriais são de que, até o ano de 2040, o índice de reciclagem chegue a metade de toda a quantidade de lixo produzida. Empresas como a  Grupo Maeda são cruciais para este processo ao incentivarem marcas industriais a (re)venderem os resíduos de modo a adquirir retornos financeiros. 

Inicialmente, a meta era de que ao menos 14% de todo o lixo produzido no Brasil pudesse ser reciclado até 2024, no entanto, a desigualdade da coleta seletiva no Brasil  é expressiva e mostra-se parte da realidade, impedindo o cumprimento do objetivo. 

Começou com o papelão e avançou para metal, como ferro

O CEO, Leonardo Maeda de Carvalho, afirmou que a empresa começou com a reciclagem do papelão na década de 90 mas que, pouco a pouco, foram expandindo as suas atividades para abranger outros metais, e então, finalmente o ferro e o alumínio. Metais escassos  e plástico foram, posteriormente, adicionados ao portfólio rico da corporação. 

Leonardo falou que a Maeda cria incentivos para que as empresas parceiras realizem venda de sucatas, como o pagamento pelos materiais, também buscam todos os resíduos sólidos sem que o parceiro precise se preocupar com o transporte e logística. 

Além da compra de ao menos 200 toneladas de ferro em maio, a empresa também realizou a aquisição de alumínio (12 toneladas) e papelão (150 toneladas), sem contar com os demais produtos que também fazem parte da sua lista de aquisições. 

Crise da China impacta preços do ferro: “possível crise da Covid-19 em 2022”

O preço do metal ferro tem queda acentuada de 50% em apenas um ano. A crise do setor é provocada pela Bolsa de Futuros de Xangai, que teme estagnação no setor de construção civil e imobiliário envolvendo uma das suas maiores produtoras. Empresários chineses incentivam mudanças na taxa de juros para que haja o fornecimento de novos empréstimos e retomada da economia. 

Empresas na China voltaram a fechar após novas crises da Covid-19, inclusive as cidades que são responsáveis por quase 20% do PIB (Produto Interno Brito). 


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