Porto Itapoá adquire duas novas empilhadeiras e investe em infraestrutura para garantir mais eficiência no transporte de cargas no terminal

Ruth Rodrigues
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09-05-2022 09:25:31
em Indústria Naval, Portos e Estaleiros
O terminal do Porto Itapoá agora será beneficiado com mais rapidez e infraestrutura após a aquisição de duas novas empilhadeiras e novos investimentos que serão aplicados para garantir uma melhor operação do local Foto: Porto de Itapoá




O terminal do Porto Itapoá agora será beneficiado com mais rapidez e infraestrutura após a aquisição de duas novas empilhadeiras e novos investimentos que serão aplicados para garantir uma melhor operação do local

A administração do Porto Itapoá, localizado em Santa Catarina, recebeu na última quinta-feira, (05/05), duas novas empilhadeiras do tipo Reach Stacker. Dessa forma, o terminal do complexo terá muito mais rapidez nas operações de transporte de cargas, uma vez que os equipamentos garantem uma infraestrutura de qualidade para que o tempo entre o pátio e o navio seja reduzido nas atividades de movimentação de mercadorias pelo complexo. 

Duas novas empilhadeiras do tipo Reach Stacker garantirão mais agilidade e rapidez no transporte de cargas pelo terminal do Porto Itapoá, em Santa Catarina

As duas novas empilhadeiras do Porto Itapoá chegaram ao complexo nesta semana e já começaram a ser utilizadas no terminal para garantir mais benefícios nas operações. Essa é a nova jogada da administração portuária para investir em infraestrutura de qualidade e garantir mais eficiência no transporte de cargas. Agora, o tempo de movimentação entre o pátio e o navio será altamente reduzido e, com isso, o porto poderá realizar ainda mais atividades ao longo do mesmo período.

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Dessa forma, o objetivo principal da aquisição das duas novas empilhadeiras Reach Stacker é o de potencializar o atendimento dentro do terminal, com a complementação das operações com o RTG, um guindaste móvel que é utilizado em operações dentro de portos para movimentar e empilhar os contêineres. Isso proporcionará um controle muito maior das operações, uma vez que, com a redução no tempo do transporte de cargas, haverá uma atenção maior para outras questões logísticas dentro da cadeia de movimentação de mercadorias no Porto Itapoá.

Um dos principais problemas que o Porto Itapoá possuía antes da aquisição das empilhadeiras Reach Stacker era a espera dos caminhões para o transporte de cargas. A empresa afirmou que passam pelo complexo cerca de 1600 veículos do tipo todos os dias para as atividades e, com a falta de uma infraestrutura adequada, havia uma superlotação do complexo.

Agora, os caminhões poderão ter uma rapidez muito maior nessas operações, uma vez que equipamentos da marca Kalmar têm capacidade de levantar 45 toneladas nos spreaders e proporcionam muito mais agilidade na movimentação das mercadorias entre o navio e o pátio. 

Porto Itapoá continua investindo em aquisições para a infraestrutura do complexo, visando uma melhor qualidade nas operações de transporte de cargas

O Porto Itapoá está com um plano de investimentos em infraestrutura para o ano de 2022 com o objetivo de ampliar a sua capacidade de atendimento nas operações de transporte de cargas. Assim, além da aquisição das duas empilhadeiras Reach Stacker, o complexo também solicitou mais cinco RTGs, um guindaste móvel sobre pneus, próprio para movimentação de contêineres no pátio. Todos esses equipamentos contribuem para que haja uma estrutura muito mais adequada para o recebimento de ainda mais veículos para a movimentação das mercadorias. 

Além disso, o terminal do porto já possui 17 destes equipamentos, da marca ZPMC, mas com uma tecnologia um tanto ultrapassada. Agora, os novos equipamentos solicitados serão controlados de forma remota e, com isso, o Porto Itapoá será o primeiro do Brasil a contar com essa tecnologia. A previsão para a entrega das máquinas é para o início do ano de 2023 e a administração pretende continuar com os aportes voltados para a infraestrutura do complexo. 

O objetivo final do Porto Itapoá com os investimentos na infraestrutura é alcançar a marca no terminal de mais 200 mil m² de pátio, totalizando 455 mil m²; além da expansão de  um píer, que hoje possui 800m de comprimento, para 1.210m até o fim do ano de 2023.

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Ruth Rodrigues
Formada em Ciências Biológicas pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), atua como redatora e divulgadora científica.