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Covid-19 impacta na construção naval do Brasil e China e pode comprometer o prazo de entrega do FPSO de Mero 2

11/08/2020 às 18:42
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Covid-19 impacta na construção naval do Brasil e China e pode comprometer o prazo de entrega do FPSO de Mero 2
casco de navio fpso em construção em estaleiro

Construção Naval: SBM Offshore pode atrasar entrega do FPSO de Mero 2, atualmente em construção nos estaleiros do Brasil e China


O impacto do coronavírus na construção naval – A holandesa SBM Offshore pode atrasar a entrega do navio-plataforma Sepetiba, que será instalado no campo de Mero 2, na Bacia de Santos, informou o diretor executivo da companhia, Bruno Chabas, em conferência com investidores na última quinta-feira (6/8). A semana inicia com vagas de emprego para profissionais offshore e onshore de Macaé experientes no setor naval

A entrega da unidade estava prevista para acontecer em 2022, e segundo o executivo, o impacto no andamento das obras do FPSO, causado pelo fechamento de escritórios de engenharia e fornecedores devido à pandemia de covid-19, está sendo discutido com a Petrobras,

O FPSO Sepetiba que será instalado no campo de Mero 2, na Bacia de Santos, tem seu primeiro óleo previsto para 2023. A unidade está na fase de engenharia e suprimentos, com módulos topside em construção no Brasil e na China.

O casco da embarcação se encontra em Singapura, onde, os estaleiros foram reabertos recentemente e a fabricação dos topsides foram interrompidas no segundo trimestre.

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O progresso da construção do navio-plataforma nos estaleiros aparece com menos de 25% de execução física no relatório da SBM e 41% nos resultados da Petrobras.

A SBM Offshore é a operadora e acionista majoritária da embarcação, com participação de 64,5%, em consórcio com a Mitsubishi Corporation (20%) e a Nippon (15,5%).

De acordo com o diretor operacional da SBM, Philippe Barril, a companhia está negociando financiamento com credores para a construção do FPSO, e as negociações estão saindo conforme o como planejado, com expectativa de finalização dos preços no final do ano.

Sobre as plataformas FPSO – SBM Offshore

Atualmente a SBM Offshore também opera o FPSO Capixaba, cujo retorno às operações está previsto para este mês, após interrupção em abril diante de casos de covid-19 a bordo.

A plataforma está em manutenção. Os quatro meses de paralisação da unidade foram acrescentados ao término do contrato com a Petrobras, que passou para agosto de 2022. Durante o período, as taxas diárias foram suspensas.

A frota global da SBM Offshore é composta por 15 plataformas, sendo que sete estão no Brasil: os FPSOs Espírito Santo, Anchieta, Capixaba, Cidade de Paraty, Cidade de Ilhabela, Cidade de Maricá e Cidade de Saquarema.

O campo de Mero está localizado na área de Libra, operada pela Petrobras (40%) em parceria com a Shell (20%), Total (20%), CNPC (10%) e CNOOC (10%).

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