Início Cogecom pretende alcançar marca de 250 MW de potência instalada em 2022 e crescer no mercado de geração compartilhada de energia em mais estados

Cogecom pretende alcançar marca de 250 MW de potência instalada em 2022 e crescer no mercado de geração compartilhada de energia em mais estados

30 de junho de 2022 às 22:20
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Com o mercado de geração distribuída cada vez mais forte no país, a cooperativa Cogegom está com boas projeções para o ano de 2022 e pretende expandir sua presença na geração compartilhada de energia em outros estados, alcançando 250 MW ao fim do ano.
Foto: Pixabay

Com o mercado de geração distribuída cada vez mais forte no país, a cooperativa Cogegom está com boas projeções para o ano de 2022 e pretende expandir sua presença na geração compartilhada de energia em outros estados, alcançando 250 MW ao fim do ano.

Nesta terça-feira, (28/06), a companhia cooperativa de distribuição de energia Cogecom comentou sobre o futuro do mercado nacional energético e as projeções para o ano de 2022. Assim, a empresa destacou que o foco atual é expandir a geração compartilhada de energia nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Pará e Tocantins, e pretende chegar à marca de 250 MW de potência instalada neste ano. 

Crescimento no mercado de geração compartilhada de energia trouxe à Cogecom novas perspectivas de crescimento de negócios e de potência instalada no país

O Brasil completará um total de 10 anos desde o início das regulamentações voltadas para a geração distribuída (GD) de energia, criadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em 2012. E, em meio a um crescimento no mercado energético, o modelo de GD mais famoso é a geração compartilhada, na qual possibilita que consumidores se unam em um consórcio ou em uma cooperativa, instalem uma micro ou minigeração distribuída e utilizem a energia gerada para redução de custos. 

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Entre as empresas que mais se destacam neste segmento, está a Cogecom, uma das pioneiras no ramo da geração compartilhada e vê no cenário atual um ótimo momento para expandir seus negócios no mercado de energia. A companhia destaca que o mercado de geração distribuída e geração compartilhada está cada vez maior e que o país está caminhando para a casa de 20 GW de potência instalada, número que ultrapassa, por exemplo, a potência da usina hidrelétrica de Itaipu.

Assim, a empresa pretende aproveitar o cenário atual para expandir a sua potência instalada no país com o desenvolvimento de novos projetos em ainda mais estados do Brasil. A Cogecom agora busca investir em negócios de energia nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Pará e Tocantins e, ao fim do ano, pretende chegar a 250 MW de potência instalada no país. Esse é um modelo de geração cada vez mais aceito no país, uma vez que garante segurança de abastecimento, e a empresa acompanha o crescimento desse mercado no Brasil. 

Democratização do acesso à geração compartilhada de energia causou crescimento essencial para o mercado brasileiro e Cogecom destaca projeções otimistas para o futuro

De acordo com a empresa cooperativa Cogecom, o principal fator que levou aos altos números de potência instalada em geração compartilhada de energia no Brasil foi a democratização do acesso a esse modelo. Isso, pois, durante os primeiros dez anos, o mercado passou pela fase de adaptação e novas alternativas para essa produção. Agora, as projeções futuras são voltadas para uma curva de crescimento exponencial, uma vez que o setor já está consolidado no país. 

Além disso, o diretor geral do grupo Cogecom, Roberto Correa, complementou os fatores que levaram ao crescimento do mercado e disse: “Outro fator importante foi o galopante aumento do preço da energia no mercado, o que faz com que as pessoas procurem alternativas para reduzir o custo com a tarifa de energia. A geração distribuída se apresenta como a primeira possibilidade de o consumidor optar por não consumir a energia somente da concessionária”. 

Dessa forma, a tendência é que pequenos e médios consumidores continuem voltando seus olhares para uma autoprodução de energia no Brasil e abram portas para novos negócios de geração compartilhada do recurso, possibilitando um leque de negócios à Cogecom ao longo dos próximos anos.

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