Um papo sobre uma marca que foi do céu ao inferno no coração dos brasileiros: a CCE. Quem nunca teve um produto da CCE que atire a primeira pedra, né? De TVs a videogames, essa marca estava em todo canto. Mas, e aí, o que rolou com a CCE?
A CCE, ou Comércio de Componentes Eletrônicos, começou sua jornada em 1964, em São Paulo. Era aquela marca que todo mundo conhecia: uns amavam, outros… nem tanto. Tinha gente que dizia que CCE significava “Começou Comprando Errado” ou “Conserta, Conserta, Estraga“. Mas, vamos combinar, tinha também quem jurasse que os produtos duravam uma eternidade.
A era de ouro da CCE
Nos anos 70 e 80, a CCE bombou! Expandiu suas fábricas, fez parceria com a Kenwood e lançou produtos top de linha em áudio. Era o sonho de consumo da galera. E não parou por aí: entrou no mercado de TVs, videocassetes e até computadores. Quem aí se lembra dos famosos “três em um” da CCE?
A CCE não ficava só na mesmice, não. Vendeu de tudo um pouco: geladeiras, freezers, micro-ondas, DVDs, notebooks… Até videogame clone do Atari e do Nintendinho! A marca era onipresente nas casas brasileiras.
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Eles queriam inteligência artificial, mas secaram a água de uma vila no México: o consumo de água dos data centers provocou um surto de hepatite e as big techs Amazon, Microsoft e Google foram obrigadas a frear projetos bilionários
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Pela primeira vez na história, a energia solar e eólica gerou mais eletricidade que o gás natural no mundo inteiro em um único mês, abril de 2026, um marco da transição energética que mostra as fontes renováveis assumindo a dianteira do sistema elétrico global
O sumiço misterioso da CCE
Mas aí, do nada, a CCE deu uma sumida. Em 2012, a Lenovo, gigante chinesa, comprou a CCE por uma bolada de 300 milhões de dólares. A Lenovo até tentou dar um gás na marca, mas com a concorrência pesada e o mercado de smartphones e tablets bombando, a coisa não fluiu.
E não é que a história teve uma reviravolta? A Lenovo, vendo que o negócio não ia pra frente, não pagou a última parcela da compra. Resultado? A CCE voltou para as mãos dos antigos donos em 2015, com as fábricas todas tunadas pela Lenovo.
Mas, mesmo com essa volta, a CCE não conseguiu se reerguer. Em 2016, a marca parou de operar. Hoje, nem site oficial tem mais. Os produtos CCE que ainda estão por aí são estoques antigos ou usados.
E agora, CCE?
Será que a CCE vai voltar a brilhar no mercado? A gente fica na torcida, né? Afinal, a CCE é um pedaço da história da tecnologia do Brasil. E aí, qual foi sua experiência com a CCE? Conta pra gente nos comentários!
E é isso, pessoal! A história da CCE é um verdadeiro novelão tecnológico. De gigante a fantasma do mercado, essa marca deixou sua marca (com o perdão do trocadilho) na vida de muitos brasileiros. Fica aí a reflexão: será que um dia a CCE volta a dar as caras?


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