Simplificando sua estratégia de crescimento, colocando ênfase principal em fontes de energia renováveis e soluções limpas, a Raízen investirá 1 bilhão de reais em sua terceira planta de etanol de segunda geração
A Raízen inaugurou na última terça-feira (11) a peça chave de sua terceira unidade de etanol de segunda geração (E2G), que faz parte do esforço contínuo da empresa para consolidar sua estratégia de desenvolvimento centrada em soluções energéticas e bens sustentáveis.
A unidade que será vinculada ao Parque Bioenergético Univalem, em Valparaíso (SP), terá capacidade de produção anual de 82 mil m3 de E2G e está prevista para operar no ano de 2024. O projeto terá um investimento de cerca de R$ 1 bilhão.
O bagaço da cana-de-açúcar, composto retirado durante o processamento da cana para a fabricação do etanol de primeira geração (1G), é utilizado como insumo na produção do E2G, isso é feito por meio de um método exclusivo da Raízen. Como biocombustível avançado, o E2G tem a capacidade de aumentar a capacidade de produção de etanol da Raízen em cerca de 50%, sem a necessidade de aumentar a quantidade de terra para cultivo de cana.
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Construção da planta de etanol de segunda geração da Raízen no Parque Bioenergético Univalem deve gerar mais de 1 mil empregos diretos e indiretos
Ao longo do desenvolvimento da unidade, serão gerados um total de 168 empregos diretos, além de cerca de mil empregos indiretos. Durante o período de construção do projeto, a nova fábrica não só resultará em investimentos diretos, mas também na geração de novos empregos, no aumento da arrecadação tributária do município e no estímulo financeiro ao comércio regional.
O etanol de segunda geração resulta em uma molécula com emissões de CO2 muito menores do que o etanol tradicional. O dióxido de carbono (CO2) é um dos principais poluentes causadores do efeito estufa, responsável pelo aquecimento global. O E2G é um produto essencial para a transição para um sistema de energia sustentável, pois pode atender a diversos propósitos além daqueles associados ao transporte.
O E2G pode fornecer soluções para aplicações industriais – por exemplo, como matéria-prima para a produção de plástico ecologicamente correto – e versões mais limpas de combustíveis. As indústrias de aviação e marinha estão intensificando seus esforços para combater as mudanças climáticas e estão trabalhando juntas com sucesso para reduzir as emissões de gases de efeito estufa em até 86% nos próximos anos.
