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Porto de Macaé está chegando: Prefeitura desapropria área para liberação de obras

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Escrito por Paulo Nogueira Publicado em 08/05/2018 às 09:00

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Porto Macaé Tempor Barreto
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Com a finalidade de construir uma Rodovia Transportuária em Macaé que ligará o Tempor à BR – 101, o tão sonhado porto parece que está saindo do papel finalmente

O prefeito de Macaé, Dr. Aluízio, desapropriou área de 6.448.378,97 metros quadrados de extensão que servirá para a construção da Rodovia Transportuária que vai ligar a área do Terminal Portuário de Macaé (Tepor), no São José do Barreto, à RJ-168, conectando à área central do município e à BR-101. O decreto estabelece a área como de utilidade pública e foi publicado no Diário Oficial do município nesta quarta-feira (2).

A Transportuária terá cerca de 19 quilômetros e é uma exigência do próprio Instituto Estadual de Ambiente (Inea), órgão responsável pela liberação da licença da obra do Terminal Portuário (Tepor) Macaé.

– A Transportuária é o primeiro passo para a construção do porto e já faz parte do projeto do Tepor, por exigência do Inea. Para a construção da ilha (berços de atracação) de 400 mil metros quadrados serão necessárias muitas pedras: o equivalente a dois anos só de transporte desse material. A rodovia terá ‘link dedicado’ durante a construção do porto. Ou seja, o tráfego só será utilizado para esse fim nesse período – explicou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda de Macaé, Gustavo Wagner, acrescentando que a obra deve durar cerca de quatro anos.

A Rodovia Transportuária terá custo de R$ 100 milhões, incluindo quatro viadutos se forem sinalizadas a necessidade de construção pelo Inea. A obra será feita pela EBTE, empresa responsável pelo empreendimento do porto.
– A obra da Transportuária é fundamental para a instalação do porto. O que depende de esforço do governo municipal está feito. Agora, no início de junho será feita a entrega do Estudo de Impacto Ambiental e o Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima) ao Inea pela empresa. A partir daí começa a contar o prazo de 120 dias para parecer do órgão estadual e liberação da licença, além de nova audiência pública – completou Gustavo Wagner.

Tepor – A área onshore ocupará um total de até 6.000.000 m2, e possuirá pátios para estocagem e armazéns alfandegados. Estão incluídos em sua retroárea: Terminal de Armazenamento de Petróleo, com capacidade de armazenamento de 4,5 milhões de barris; Terminal de Armazenamento de Combustíveis, com capacidade de armazenamento de 420.000 m3; Planta de Processamento de Gás Natural (“UPGN”), com capacidade de processamento de 60 milhões m3/dia. O porto contará com dois terminais offshore. Fonte: Economia e Negócios

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Paulo Nogueira

Técnico em Elétrica desde 2008, formado pelo Instituto Federal Fluminense (IFF), antigo CEFET, uma das mais tradicionais instituições de ensino técnico do Brasil. Atuou por diversos anos nas áreas de petróleo e gás offshore, energia e construção, experiência que hoje aplica na produção de conteúdo especializado sobre o setor energético. Com mais de 8 mil publicações em revistas e portais online, dedica-se à cobertura do mercado de trabalho, petróleo e gás, energia, economia, renováveis e empreendedorismo. Para dúvidas, sugestões ou correções, entre em contato pelo e-mail paulohsnogueira@gmail.com. Este canal não recebe currículos.

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