Ranking revela que o Japão lidera com um QI médio de 106,48, seguido por Taiwan e Cingapura, destacando a educação e inovação!
Um ranking de QI elaborado por um think tank americano, o Wisevoter, apresenta as nações com os QI médio mais altos do mundo, bem como aquelas que ocupam as últimas posições.
Diversos estudos têm sido realizados para determinar quais são os países mais inteligentes, levando em consideração variáveis como qualidade da educação, investimento em saúde e desigualdade de renda.
Atualmente, o Japão lidera a lista com um QI médio de 106,48, um resultado que reflete não só a excelência em educação, mas também indicadores significativos de desenvolvimento humano.
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Este país, uma das maiores economias do mundo e conhecido como um centro de inovação, abriga grandes empresas em setores como automotivo, eletrônicos e farmacêuticos.
O Japão é também caracterizado por ser altamente urbanizado e densamente povoado, apresentando avanços notáveis em saúde, nutrição e sustentabilidade ao longo das últimas décadas.
Seu sistema educacional é considerado um dos melhores globalmente, com investimentos contínuos em qualidade, inovação e alfabetização digital desde a infância.
Metodologia do ranking de QI
A classificação de QI mencionada no levantamento baseia-se no estudo “The Intelligence of Nations”, publicado em 2019.
Apesar de algumas críticas, a obra introduz uma metodologia inovadora que estima o QI médio de 113 países, utilizando dados de testes internacionais de avaliação educacional.
O autor, Richard Lynn, e o coautor David Becker converteram pontuações de exames educacionais em estimativas de QI nacional, utilizando amostras amplas e representativas.
A pesquisa atualiza as estimativas de QI para vários países e revela mudanças significativas em comparação com estudos anteriores.
Por exemplo, o QI da Índia caiu de 82,2 para 76,24, enquanto o da Finlândia subiu levemente de 100,9 para 101,2. Essa queda significativa na pontuação média da Índia pode ser atribuída a fatores como instabilidade política e desafios na educação, que impactam o desenvolvimento cognitivo.
Nações como Grécia, Turquia e Romênia apresentaram quedas modestas, enquanto os Estados Unidos mantiveram um QI estável em torno de 97,43, ligeiramente abaixo da média de muitos países da Europa Ocidental, que gira em torno de 100.
10 países mais inteligentes do mundo
Conforme a pesquisa, confira a lista dos dez países mais inteligentes do mundo:
- Japão – 106,48
- Taiwan – 106,47
- Cingapura – 105,89
- Hong Kong – 105,37
- China – 104,1
- Coreia do Sul – 102,35
- Bielorrússia – 101,6
- Finlândia – 101,2
- Liechtenstein – 101,07
- Alemanha – 100,74
O Brasil aparece em qual lugar na lista?
O Brasil ocupa a 93ª posição no ranking, com um QI médio de 83,38, refletindo desafios persistentes no desenvolvimento educacional do país.
Segundo o estudo, nações com os QI mais baixos costumam enfrentar dificuldades estruturais graves, como falta de acesso à educação, desnutrição e instabilidade política, fatores que impactam diretamente o desempenho cognitivo.
Os países com o QI médio mais baixo incluem Nepal (42,99), Libéria, Serra Leoa, Guatemala, Cabo Verde, Gâmbia, Nicarágua, Guiné, Costa do Marfim e Gana.
Dentre eles, o Nepal possui a menor pontuação média de QI, com 42,99, um dado relevante que destaca a gravidade das condições sociais e econômicas enfrentadas por essa nação.
Por fim, é importante ressaltar que o QI não é a única maneira de medir a inteligência. Existem diversos critérios para identificar os países mais inteligentes, muitos dos quais não envolvem apenas o Quociente de Inteligência médio.
Destacam-se o desempenho em testes acadêmicos, a capacidade de inovação tecnológica e científica, e até mesmo o número de prêmios Nobel conquistados.
Além disso, a inteligência emocional e social, que envolve a capacidade de se relacionar e compreender os outros, é igualmente importante para o desenvolvimento de sociedades coesas e produtivas.
FONTE: CONCURSOSNOBRASIL
Richard LynnRichard Lynn (20 de fevereiro de 1930 – julho de 2023) foi um controverso psicólogo inglês e autodenominado ” **** científico ” [ 1 ] que defendia uma relação genética entre raça e inteligência . Ele era o editor-chefe da Mankind Quarterly , uma revista supremacista branca . [ a ] Ele foi professor de psicologia na Universidade de Exeter e professor de psicologia no Instituto de Pesquisa Econômica e Social , Dublin, e na Universidade de Ulster em Coleraine . Lynn era professor emérito de psicologia na Universidade de Ulster , mas teve o título retirado pela universidade em 2018. [ 7 ]
Muitos cientistas criticaram o trabalho de Lynn por falta de rigor científico, deturpação de dados e por promover uma agenda política racialista. [ b ] Lynn estava associado a uma rede de acadêmicos e organizações que promovem o racismo científico. [ c ] Ele também defendeu posições marginais em relação às diferenças sexuais na inteligência . [ 24 ] Em dois livros coescritos com Tatu Vanhanen , Lynn e Vanhanen argumentaram que as diferenças nos índices de desenvolvimento entre várias nações são parcialmente causadas pelo QI médio de seus cidadãos.
Já perceberam por que motivo os portugueses são tão condescendentes com os brasileiros, apesar das asneiras que vocês dizem?
Metodologia Paulo Freire, aparelhamento esquerdistas nas escolas e universidades, Carnaval, Desgovernos esquerdistas…., ainda vai demorar muito para o QI melhorar!!