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Início Organizações da região amazônica pressionam o presidente do Ibama sobre a decisão no licenciamento da Petrobras para a exploração da Foz do Amazonas, região da Margem Equatorial

Organizações da região amazônica pressionam o presidente do Ibama sobre a decisão no licenciamento da Petrobras para a exploração da Foz do Amazonas, região da Margem Equatorial

28 de abril de 2023 às 10:30
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A região da Foz do Amazonas na Margem Equatorial é a nova aposta da Petrobras para expandir a fronteira de exploração dos combustíveis. Organizações da sociedade civil se mobilizam e pressionam o Ibama sobre um posicionamento quanto ao licenciamento da petroleira.
Fonte: MS Post

A região da Foz do Amazonas na Margem Equatorial é a nova aposta da Petrobras para expandir a fronteira de exploração dos combustíveis. Organizações da sociedade civil se mobilizam e pressionam o Ibama sobre um posicionamento quanto ao licenciamento da petroleira. 

Na última terça-feira, (25/04), o presidente do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente), Rodrigo Agostinho recebeu uma carta de organizações da sociedade civil da região amazônica sobre o licenciamento ambiental da Petrobras para o projeto da Margem Equatorial. A campanha de expansão da fronteira de exploração para a região da Foz do Amazonas é alvo de críticas constantes e embates no Governo atual.

Presidente do Ibama é pressionado para se posicionar quanto ao licenciamento ambiental da Petrobras para seu projeto de exploração de combustíveis na Foz do Amazonas

Organizações da sociedade civil da região amazônica pressionaram o presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, durante evento do Parlamento Amazônico em Belém, na terça-feira, sobre o futuro da presença da Petrobras na Margem Equatorial.

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As entidades solicitam uma decisão sobre a exploração de petróleo em águas profundas da Foz do Amazonas, e que ela passe antes pela avaliação ambiental das áreas sedimentares e participação da sociedade nas discussões.

A Petrobras tenta obter licenciamento para iniciar as atividades de perfuração e expandir a fronteira de exploração de combustíveis no Norte do país.

Entidades contrárias às atividades exploratórias entregaram a Agostinho uma carta assinada pelo Observatório do Marajó, Marajó Vivo, Instituto Mapinguari e Purpose Brasil, que também foi entregue a representantes estrangeiros presentes.

A ministra do Meio Ambiente Marina Silva encaminhou outras manifestações ao presidente do Ibama sobre o tema, algumas delas pedindo a realização de uma Avaliação Ambiental Estratégica, possibilidade admitida por Rodrigo Agostinho.

A pressão das organizações da sociedade civil da região amazônica em relação à exploração de petróleo em águas profundas da Foz do Amazonas tem aumentado nos últimos tempos.

A região da Foz do Amazonas é uma área sensível do ponto de vista ambiental, e a exploração de petróleo pode ter impactos significativos na biodiversidade e na vida das comunidades locais.

Dessa forma, organizações ambientalistas de todo o país se voltam para a discussão sobre o futuro da Petrobras na exploração da Margem Equatorial.

Situação do Ibama e licenciamento ambiental da estatal para a exploração da Foz do Amazonas gera debates no atual Governo

Na Câmara, a questão da Petrobras e a exploração da Foz do Amazonas ainda está gerando incontáveis debates.

O deputado Ivan Valente, do Psol/SP, apresentou um requerimento de audiência pública na Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados para debater a exploração de petróleo na Foz do Amazonas.

No entanto, o requerimento foi retirado de pauta na sessão do dia 26/4 devido à possibilidade de rejeição em razão da lista de convidados proposta.

Entre os convidados estavam Marina Silva e Rodrigo Agostinho, além do ministro Alexandre Silveira (Ministério de Minas e Energia), o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, o diretor-geral da ANP, Rodolfo Saboia, e os especialistas Suely Araújo (Observatório do Clima) e Luís Sánchez (USP).

O deputado decidiu alterar a relação de convidados e submeter novamente o requerimento para votação no colegiado, devido ao risco de a comissão se tornar um palco de embate público entre setores do governo com posições antagônicas sobre o tema.

Agora, as organizações da sociedade civil da região Amazônica aguardam um posicionamento do presidente do Ibama sobre o projeto da Petrobras na Margem Equatorial.


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