Escolhido por Trump, novo chefe do FBI planeja divulgar a “lista Diddy” e arquivos de Epstein enquanto redesenha o futuro da agência.
O presidente eleito Donald Trump anunciou Kash Patel como seu indicado para liderar o FBI, marcando o início de uma potencial era de mudanças radicais para a agência. O novo chefe do FBI já deixou claro que suas prioridades incluem revelar ao público documentos como a infame “lista Diddy” e os arquivos relacionados a Jeffrey Epstein. Em entrevista recente, Patel destacou que sua meta é restaurar a confiança dos americanos nas instituições federais, expondo supostas décadas de corrupção e má conduta.
Falando no podcast “Benny Johnson”, Kash Patel reforçou que a única maneira de recuperar a confiança na maior agência de segurança pública do país é “dando a verdade ao povo americano”. Ele afirmou que o medo de Trump e de suas iniciativas de transparência sempre foi a principal ameaça para o que chama de “estado profundo”.
“O que eles temem é que Donald Trump vá abrir arquivos como a lista de Epstein ou a lista de P. Diddy”, disse Patel. O termo “lista Diddy” refere-se a nomes de figuras públicas ligadas a alegadas festas promovidas pelo rapper Diddy, envolvendo condutas questionáveis.
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Reforma e promessas ousadas
Como novo chefe do FBI, Kash Patel já propôs medidas contundentes, como fechar a sede do FBI no icônico Edifício J. Edgar Hoover e dispersar os funcionários pela América. Em entrevista ao podcast “Shawn Kelly Show”, ele declarou:
“Eu fecharia o Edifício Hoover no primeiro dia e o reabriria como um museu do estado profundo. Quero que os agentes estejam nas ruas, perseguindo criminosos.”
Apesar das promessas, especialistas destacam que esse tipo de reestruturação enfrentaria desafios legais e burocráticos complexos. Alguns acreditam que as ideias de Patel têm mais peso político do que prático, mas refletem o tom desafiador que o novo chefe do FBI pretende adotar.
Conexão com Trump e desafios no Senado
Kash Patel, um aliado fiel de Trump e defensor da agenda MAGA, precisará enfrentar o Senado para garantir sua confirmação como diretor do FBI. Sua lealdade declarada ao ex-presidente e sua visão sobre a reforma da agência são pontos de controvérsia. Em seu livro “Gângsteres do Governo: O Estado Profundo, a Verdade e a Batalha pela Nossa Democracia”, Patel argumentou pela descentralização do FBI como forma de coibir influências políticas.
Ainda assim, mesmo com uma nova liderança, o destino do FBI e sua sede permanecem incertos. A proposta de mover o edifício para Greenbelt, Maryland, segue em análise, mas já foi alvo de críticas por possíveis conflitos de interesse.
A “lista Diddy” e a nova era do FBI
A divulgação da “lista Diddy” e outros arquivos sensíveis são parte do esforço de Patel para expor o que ele considera os excessos do estado profundo. Esses movimentos, segundo ele, são essenciais para garantir transparência e responsabilização, dois pilares da visão de Trump para seu segundo mandato.
Embora promessas ousadas como estas atraiam manchetes e apoios, o novo chefe do FBI terá que equilibrar sua visão de ruptura com as realidades políticas e institucionais de Washington.