Anúncio prevê vagas em cursos superiores de biotecnologia, engenharia, robótica e inteligência artificial em universidades e Institutos Federais.
O Ministério da Educação confirmou a criação de 5 mil vagas em cursos superiores nas áreas de tecnologia a partir de 2026. De acordo com o portal agênciabrasil, a oferta alcança biotecnologia, engenharia, robótica e inteligência artificial, com desenho curricular alinhado às demandas do mercado e à agenda de ciência e inovação do país.
Segundo o ministro Camilo Santana, cada universidade e cada Instituto Federal definirá os novos cursos, enquanto o MEC autoriza novas vagas de professores para viabilizar a expansão. A expectativa é que as oportunidades entrem no Sisu do início de 2026, já com base nas notas do Enem de 2025.
O que muda: desenho da política e prioridade tecnológica
O anúncio marca uma guinada para formações ligadas a STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática).
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A diretriz é clara: aproximar a sala de aula do “mundo atual do trabalho”, incorporando robótica, inteligência artificial e novas matrizes energéticas aos projetos pedagógicos.
Na prática, isso significa currículos mais aplicados, com laboratórios, projetos e parcerias com setores produtivos.
A ênfase em competências digitais e analíticas deve atravessar não apenas as engenharias, mas também cursos de gestão e áreas híbridas como biotecnologia.
Onde estarão as novas turmas e quem pode concorrer
As vagas em cursos serão distribuídas por universidades públicas e Institutos Federais.
Cada instituição definirá sua trilha por exemplo, abrindo uma graduação inédita em IA ou ampliando entradas em engenharia com ênfase em automação.
Poderão concorrer estudantes que fizerem o Enem 2025 e participarem do Sisu no início de 2026.
A previsão é incluir as vagas já no primeiro ciclo do Sisu, permitindo que o ingresso ocorra ao longo do ano letivo de 2026.
Como será o acesso: Enem, Sisu e calendário
O Enem 2025 acontece nos dias 9 e 16 de novembro. Com o resultado, o candidato usa a nota para o Sisu de 2026, fase em que escolhe as instituições e os cursos de tecnologia disponíveis.
A janela de ingresso seguirá o calendário do Sisu, com chamadas regulares e eventuais listas de espera.
Fique atento ao edital de cada instituição, que detalhará turnos, campi, documentação e eventuais etapas complementares.
O que estudar: trilhas e habilidades em alta
Além de fundamentos de cálculo, programação e estatística, as novas formações devem priorizar práticas de laboratório, ciência de dados e automação.
Projetos integradores e desafios reais de negócio tendem a aparecer desde os períodos iniciais.
Para se preparar, o candidato pode reforçar lógica, matemática e leitura de dados, além de explorar ferramentas de IA e noções de ética, segurança e privacidade.
Construir portfólio com projetos (repositórios de código, protótipos, artigos técnicos) pode ser um diferencial no processo seletivo e nas primeiras entrevistas de estágio.
Impacto esperado: qualificação e mercado de trabalho
A abertura de 5 mil vagas em cursos de ponta é sinal de uma política de longo prazo para reduzir gargalos em tecnologia, acelerar a inovação e formar profissionais para setores estratégicos do agronegócio de precisão à transição energética.
Para as regiões, novas turmas significam laboratórios, bolsas e parcerias locais, estimulando ecossistemas de startups e projetos de extensão tecnológica junto a empresas e órgãos públicos.
Desafios: infraestrutura, docentes e atualização constante
A expansão exige laboratórios equipados, conectividade robusta e corpo docente especializado.
O MEC anunciou autorizações de vagas para novos professores, mas a capacitação continuada e a atualização de currículos serão permanentes especialmente em IA, área de rápida evolução.
Outro ponto é a equidade regional: distribuir as vagas em cursos considerando interiorização e acesso estudantil (moradia, assistência, equipamentos) é essencial para evitar concentração apenas em grandes centros.
Passo a passo para não perder a oportunidade
Primeiro, garanta presença no Enem 2025. Depois, acompanhe os canais oficiais do Sisu e das instituições onde deseja estudar.
Mapeie quais cursos serão abertos em cada campus e verifique pré-requisitos, grade, laboratórios e linhas de pesquisa.
Monte um cronograma de estudos até novembro, com revisões semanais e simulados.
Após o Enem, avalie o desempenho por área para ajustar a estratégia de escolha no Sisu e maximizar as chances de chamada na primeira opção.
Você vê essa expansão como o empurrão que faltava para a formação em tecnologia no Brasil? Quais “vagas em cursos” e áreas você priorizaria no seu estado IA aplicada à saúde, robótica industrial, biotecnologia, energia limpa? Se você vai prestar o Enem 2025, qual curso entraria na sua lista do Sisu e por quê? Conte nos comentários queremos ouvir quem está se preparando para ocupar essas vagas e quem já atua no setor.



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