O Grupo Nordex, considerado hoje um dos maiores fabricantes mundiais de turbinas eólicas, formalizou sua intenção de investir no estado do Rio Grande do Sul.
De acordo com informações reveladas pelo governo do estado citado, a formalização desta intenção foi feita na sexta-feira (19), durante o último compromisso da missão oficial do governo em Hamburgo, na Alemanha.
Na ocasião, representantes da empresa e o governador, Eduardo Leite (PSDB), assinaram um documento que visa formalizar a intenção. Isso durante visita à sede da companhia, algo que estava na agenda do governo gaúcho, que realizou uma missão internacional na Alemanha.
Energia eólica no Rio Grande do Sul
Segundo o governo do Rio Grande do Sul, a gestão estadual vem trabalhando com foco em viabilizar os investimentos que, em um primeiro momento, consistem na construção de uma fábrica de torres que tem como objetivo atender aos projetos de energia eólica a serem implantados no Estado.
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Conforme a administração do estado, durante a conversa com representantes da Nordex, eles ouviram que a empresa escolheu investir no Rio Grande do Sul por diversos fatores. Dentre eles está, por exemplo, a capacidade da rede de transmissão instalada.
De acordo com Eduardo Leite, o futuro do Rio Grande do Sul passa pelas energias renováveis. Nesse sentido, ele afirma que o estado tem um potencial muito grande a ser explorado. “Estamos preparados para viabilizar as condições para esse e outros investimentos privados na área”, afirmou o governador.

O papel da empresa e do estado na parceria
Segundo o documento que serve para firmar a união de esforços entre as partes, a Nordex terá como função colaborar com universidades locais para desenvolver programa de pesquisa nas áreas de interesse e capacitações para mão de obra local.
Não suficiente, a empresa sediada na Alemanha também firmou um acordo que visa a contratação, preferencialmente, de companhias locais e financiamento por meio de instituições financeiras ligadas ao Estado.
Por outro lado, o governo do Rio Grande do Sul se comprometeu com a viabilização de licenciamento ambiental e com a possibilidade de concessão de incentivos fiscais compatíveis com a natureza do empreendimento, por meio de diferimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços.

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